Amarás
o Senhor teu Deus com todo o teu coração e ao teu próximo como a ti mesmo! Este
é o maior de todos os mandamentos, diz o Senhor Jesus Palavra de Deus
encarnada!
Vejamos
o que nos diz São Bernardo:
“O primeiro e o maior mandamento é este: «Amarás o Senhor teu
Deus». Mas a nossa natureza é fraca; e o nosso primeiro degrau no amor é
amarmo-nos a nós próprios, antes de mais por causa de nós próprios. [...] Para
nos impedir de resvalar por este declive, Deus deu-nos o preceito de amar o
nosso próximo como a nós a mesmos. [...] Ora, constatamos que isso não é
possível sem Deus, sem reconhecermos que tudo vem dele e que sem Ele nada
podemos. Neste segundo degrau, o homem volta-se para Deus, mas ainda O ama
apenas por causa de si mesmo e não por Ele. [...]
Mas é preciso ter um coração de mármore ou de bronze para não sermos tocado pelo auxílio que Deus nos dá quando nos voltamos para Ele nas provações. Nas provações, é impossível não saborear como Ele é bom (Sl 33,9). E depressa começamos a amá-Lo mais por causa da doçura que nele encontramos do que por causa do nosso interesse. [...] Quando estamos nessa situação, não temos dificuldade em amar o nosso próximo como a nós mesmos. [...] Amamos os outros como somos amados, como Jesus Cristo nos amou. É esse o amor daquele que diz com o salmista: «Louvai o Senhor porque Ele é bom» (Sl 117,1). Louvar o Senhor, não porque Ele é bom para nós, mas simplesmente porque Ele é bom, amar a Deus por Deus e não por nós próprios, é o terceiro degrau do amor.
Felizes os que puderam subir até ao quarto degrau do amor: amar-se a si mesmos só com o amor de Deus. [...] Quando saberá a minha alma, voltada para o amor de Deus, esquecida de si própria, não se julgando mais do que um vaso quebrado, lançar-se para Deus para se perder nele e ser um mesmo espírito com Ele? (1Cor 6,17). Quando poderá dizer de si: «A minha carne e o meu coração desfalecem, mas o Senhor é para sempre a rocha do meu coração e a minha herança» (Sl 72,26)? Santos e felizes os que puderam experimentar qualquer coisa de semelhante durante esta vida mortal, mesmo que raramente, mesmo que uma única vez. Esta não é uma felicidade humana, é viver já no céu.”
Mas é preciso ter um coração de mármore ou de bronze para não sermos tocado pelo auxílio que Deus nos dá quando nos voltamos para Ele nas provações. Nas provações, é impossível não saborear como Ele é bom (Sl 33,9). E depressa começamos a amá-Lo mais por causa da doçura que nele encontramos do que por causa do nosso interesse. [...] Quando estamos nessa situação, não temos dificuldade em amar o nosso próximo como a nós mesmos. [...] Amamos os outros como somos amados, como Jesus Cristo nos amou. É esse o amor daquele que diz com o salmista: «Louvai o Senhor porque Ele é bom» (Sl 117,1). Louvar o Senhor, não porque Ele é bom para nós, mas simplesmente porque Ele é bom, amar a Deus por Deus e não por nós próprios, é o terceiro degrau do amor.
Felizes os que puderam subir até ao quarto degrau do amor: amar-se a si mesmos só com o amor de Deus. [...] Quando saberá a minha alma, voltada para o amor de Deus, esquecida de si própria, não se julgando mais do que um vaso quebrado, lançar-se para Deus para se perder nele e ser um mesmo espírito com Ele? (1Cor 6,17). Quando poderá dizer de si: «A minha carne e o meu coração desfalecem, mas o Senhor é para sempre a rocha do meu coração e a minha herança» (Sl 72,26)? Santos e felizes os que puderam experimentar qualquer coisa de semelhante durante esta vida mortal, mesmo que raramente, mesmo que uma única vez. Esta não é uma felicidade humana, é viver já no céu.”
Não
preciso de acrescentar nada mais! Esta meditação é excelente! Uma verdade tão grande! Enorme! Tocou-me por
demais!
Que
o Divina Espírito Santo nos ajude a sentir muitos bocadinhos destes... momentos
de céu ainda na terra!
Que
Deus seja louvado!
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