A
Santíssima Trindade é o centro de toda a nossa fé! Tudo em nós, toda a nossa
vida e a vida do mundo gira à volta deste inefável e admirável mistério que
nunca é demais evidenciar.
O
Evangelho deste Domingo da Santíssima Trindade é curtinho, tem poucas palavras,
mas de uma grandeza incomensurável!
Acerca
dessa leitura, o Evangelho Quotidiano de hoje apresenta o seguinte comentário
extraído do Catecismo da Igreja Católica:
“O mistério da
Santíssima Trindade é o mistério central da fé e da vida cristã. Só Deus pode dar-nos
conhecimento dele, revelando-Se como Pai, Filho e Espírito Santo. A Encarnação
do Filho de Deus revela que Deus é o Pai eterno, e que o Filho é consubstancial
ao Pai, quer dizer que, nele e com Ele, é o mesmo e único Deus. A missão do
Espírito Santo, enviado pelo Pai em nome do Filho e pelo Filho «de junto do
Pai» (Jo 15,26), revela que Ele é, com Eles, o mesmo e único Deus: «com o Pai e
o Filho é adorado e glorificado» (Credo). [...]
Pela graça do Baptismo «em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo», (Mt 28,19), somos chamados a participar na vida da Trindade bem-aventurada; para já, na obscuridade da fé, e depois da morte na luz eterna.
«A fé católica é esta: venerarmos um só Deus na Trindade e a Trindade na unidade, sem confundir as Pessoas nem dividir a substância: porque uma é a Pessoa do Pai, outra a do Filho, outra a do Espírito Santo; mas do Pai e do Filho e do Espírito Santo é só uma a divindade, igual a glória e coeterna a majestade» (Quicumque).
Inseparáveis no que são, as pessoas divinas são também inseparáveis no que fazem. Mas, na operação divina única, cada uma manifesta o que Lhe é próprio na Trindade, sobretudo nas missões divinas da Encarnação do Filho e do dom do Espírito Santo.”
Pela graça do Baptismo «em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo», (Mt 28,19), somos chamados a participar na vida da Trindade bem-aventurada; para já, na obscuridade da fé, e depois da morte na luz eterna.
«A fé católica é esta: venerarmos um só Deus na Trindade e a Trindade na unidade, sem confundir as Pessoas nem dividir a substância: porque uma é a Pessoa do Pai, outra a do Filho, outra a do Espírito Santo; mas do Pai e do Filho e do Espírito Santo é só uma a divindade, igual a glória e coeterna a majestade» (Quicumque).
Inseparáveis no que são, as pessoas divinas são também inseparáveis no que fazem. Mas, na operação divina única, cada uma manifesta o que Lhe é próprio na Trindade, sobretudo nas missões divinas da Encarnação do Filho e do dom do Espírito Santo.”
E
“Um Minuto um Maria” de há dias, dizia:
“Como Santa Matilde
suplicasse à Santíssima Virgem que a assistisse na hora da morte, ouviu a
resposta da Mãe celeste: “Sim, eu o farei; mas quero que, por tua parte, me
rezes diariamente três Ave-Marias”.
“A primeira Ave-Maria deve ser dedicada a Deus Pai (...), pedindo-Lhe que eu esteja presente na hora da tua morte, para te reconfortar, para te fortificar e afastar de ti toda potestade inimiga.
“Na segunda Ave-Maria, deves dirigir-te ao Filho de Deus, que em sua insondável sabedoria, dotou-me de tal plenitude de inteligência e de ciência que usufruo da Santíssima Trindade, num conhecimento superior ao de todos os outros santos. Deves pedir-Lhe (...) que eu te assista na passagem da morte para encher tua alma das luzes da fé e da verdadeira sabedoria, para que não a obscureçam as trevas do erro e da ignorância.
“Na terceira Ave-Maria, recorrerás ao Espírito Santo (...) e pedir-Lhe-ás que eu te assista na hora da morte, para inundar a tua alma com a suavidade do divino amor. Assim, poderás triunfar sobre as dores e a amargura da morte, ao ponto de vê-las transformarem-se em delicias e alegrias.””
“A primeira Ave-Maria deve ser dedicada a Deus Pai (...), pedindo-Lhe que eu esteja presente na hora da tua morte, para te reconfortar, para te fortificar e afastar de ti toda potestade inimiga.
“Na segunda Ave-Maria, deves dirigir-te ao Filho de Deus, que em sua insondável sabedoria, dotou-me de tal plenitude de inteligência e de ciência que usufruo da Santíssima Trindade, num conhecimento superior ao de todos os outros santos. Deves pedir-Lhe (...) que eu te assista na passagem da morte para encher tua alma das luzes da fé e da verdadeira sabedoria, para que não a obscureçam as trevas do erro e da ignorância.
“Na terceira Ave-Maria, recorrerás ao Espírito Santo (...) e pedir-Lhe-ás que eu te assista na hora da morte, para inundar a tua alma com a suavidade do divino amor. Assim, poderás triunfar sobre as dores e a amargura da morte, ao ponto de vê-las transformarem-se em delicias e alegrias.””
Levar
a Maria, conduzir a Maria, e não julgar as pessoas que seguem Maria sem outras
manifestações de fé, é imperioso, porque por Maria, vai-se até Jesus, até Deus,
até à Trindade, até à verdadeira vida!
Sem
sombra de dúvida, Maria, é o melhor e mais curto caminho para chegar a Deus!
Que
Maria sempre nos ampare e proteja!

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