Nunca tinha
lido nada igual!...
Hoje…
quedei-me em Charles de Foucauld:
«»
«Perdoa-lhe»
O amor não consiste em sentirmos que amamos, mas em querermos
amar. Quando queremos amar, amamos; quando queremos amar acima de tudo, amamos
acima de tudo. Se acontecer sucumbirmos a uma tentação, é porque o amor é
demasiado fraco, não é porque ele não exista. Temos de chorar, como S. Pedro,
de nos arrepender, como S. Pedro, [...] mas, também como ele, de dizer três
vezes: «Amo-Te, amo-Te, amo-Te, Tu sabes que, apesar das minhas fragilidades e
dos meus pecados, eu Te amo» (Jo 21,15s).
Quanto ao amor que Jesus tem por nós, provou-o à abundância, para que nele acreditemos mesmo sem o sentirmos. Sentir que O amamos e que Ele nos ama seria o céu; mas o céu, salvo em raros momentos e com algumas exceções, não é aqui em baixo.
Lembremos sempre uns aos outros esta dupla história: a das graças que Deus nos deu pessoalmente desde o nascimento e a das nossas infidelidades; aí acharemos [...] motivos infinitos para nos perdermos, com ilimitada confiança, no seu amor. Ele ama-nos porque é bom, não porque nós sejamos bons; não é verdade que as mães amam os filhos desencaminhados? E muitas razões havemos de encontrar para nos enterrarmos na humildade e na falta de confiança em nós próprios. Procuremos resgatar uma parte dos nossos pecados através do amor ao próximo, do bem que fazemos ao próximo. A caridade para com o próximo, os esforços para fazer bem aos outros são um excelente remédio para as tentações: é passar da simples defesa ao contra-ataque.
Quanto ao amor que Jesus tem por nós, provou-o à abundância, para que nele acreditemos mesmo sem o sentirmos. Sentir que O amamos e que Ele nos ama seria o céu; mas o céu, salvo em raros momentos e com algumas exceções, não é aqui em baixo.
Lembremos sempre uns aos outros esta dupla história: a das graças que Deus nos deu pessoalmente desde o nascimento e a das nossas infidelidades; aí acharemos [...] motivos infinitos para nos perdermos, com ilimitada confiança, no seu amor. Ele ama-nos porque é bom, não porque nós sejamos bons; não é verdade que as mães amam os filhos desencaminhados? E muitas razões havemos de encontrar para nos enterrarmos na humildade e na falta de confiança em nós próprios. Procuremos resgatar uma parte dos nossos pecados através do amor ao próximo, do bem que fazemos ao próximo. A caridade para com o próximo, os esforços para fazer bem aos outros são um excelente remédio para as tentações: é passar da simples defesa ao contra-ataque.
«»
Confesso que
gostei demais do que li nesta pequena meditação!
Quantas vezes
tenho dado comigo a pensar se amo de verdade!
Quantas vezes
digo ao Senhor: ‘Não sei se Te amo a sério… mas sei muito bem que Te quero amar!’
E como digo
ao Senhor… penso em relação a quem me rodeia!...
Tendo em
atenção o que diz Charles de Foucauld, este é o verdadeiro amor, o amor sem
certezas mas com a certeza de querer amar de verdade!
Belo!...
Belíssimo!... Calmante!... Doce!... Uma autêntica paz!
Que mais
dizer hoje… que mais pensar hoje, num dia não sei como… e que não sei bem
porquê! Deus o sabe!
Quanto a mim…
penso… e fico a pensar seriamente no amor!
HN

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