E só deixará
de o ser se tiver a coragem e determinação de se olhar interiormente… muitas e
aturadas vezes… e, aos pouquinhos, começar a converter a situação, com avanços
e recuos. Muitos avanços e recuos. Muitos mesmo. E muitas reviravoltas
interiores.
Claro que
não é qualquer pessoa que o consegue… e então… quando o tempo vai passando e os
anos vão carregando… a pessoa já não consegue mascarar a situação, tudo o que
vemos, de defeito… passa a feitio.
Não há
maldade, não há desfaçatez, não há nada.
Seres
humanos. Somos seres humanos. Família Humana. Seres sociais. E com necessidade
de socialização, de partilha, de falar, de dizer, de ser ouvidos e de ouvir.
E é assim
que aprendemos. Que vamos aprendendo… e tentando sonhar… porque, de facto, só o
sonho comanda a vida.
Vida… a compartilhar.
“A consciência de que somos membros da única família humana nos
dá a sensibilidade de ver cada pessoa como um irmão ou irmã.
A consciência de que somos filhos de um único Pai leva-nos a
partilhar a nossa vida com todos, pois o bem-estar do outro me diz respeito e
vice-versa.
Partilhar as suas alegrias e as suas dores, viver com ele a sua
vida,
tendo o coração aberto para que o outro também possa viver a
nossa vida.
Esse modo de partilhar é uma verdadeira comunhão. Olhando-nos
assim unidos, Deus vem habitar entre nós.
A dor torna-se mais suportável quando compartilhada e a alegria
torna-se mais intensa porque se multiplica nos corações.
Apolonio”
A alegria
torna-se mais intensa, quando algo que nos preocupa pode ser compartilhado.
Ser… ou não
ser… sempre dependerá de nós, do esforço que fizermos por nos tornarmos melhores
a cada dia e em todos os emaranhados da vida.
Advento… tempo
de Alegria. De preparação, de espera. De partilha, de amor!
Amemos! Sejamos
nós… em mudança para melhor! Que Deus nos ajude!
HN

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