Santo António de Pádua, ou de
Lisboa, tanto faz, nasceu em Lisboa e morreu em Pádua! Fernando de Bulhões era
o seu nome, até se fazer Franciscano com o nome de António.
Toda a sua vida foi extraordinária,
inclusive, conseguia estar num… e noutro lado! Fazia coisas maravilhosas, por
isso as suas imagens aparecem com o Menino Jesus. Li algures que o Menino Jesus
brincava com as folhas dos livros para que Ele não se esforçasse tanto no
estudo das Escrituras. Não sei se assim era, mas que está quase sempre, ou
sempre, com o Menino Jesus, está!
Hoje vi um pouquinho de um filme
sobre ele, que dava de comer aos famintos, lutava, que palavras e gestos belíssimos!
Deus lá sabe porquê! Nós precisamos
de exemplos, e Santo António é, de facto, um exemplo a seguir, como muitos
outros santos e santas postas à nossa veneração!
Há dias apareceu-me este texto em
Evangelizo!
Tantos Missionários e Missionárias de
quem podemos seguir as pegadas!... «»
Venerável Madaleine Delbrêl (1904-1964)
missionária das pessoas da rua
Uma vocação para Deus entre os homens
missionária das pessoas da rua
Uma vocação para Deus entre os homens
Ser apóstolo
Não somos nós que procuramos o
apostolado, é ele que vem ter connosco; tendo-nos amado primeiro, Deus
tornou-nos apóstolos. Pois como poderíamos nós partilhar o pão, o teto e o
coração com este próximo que faz parte da nossa carne sem fazermos transbordar
para ele o amor do nosso Deus, quando este próximo não O conhece? Sem Deus,
tudo é miséria; ora, quem ama não tolera a miséria, e ainda menos a maior de
todas. Como poderíamos não ser apostólicos, não ser missionários? Nesse caso, o
que significaria pertencer a esse Deus que enviou o seu Filho para que o mundo
seja salvo por Ele?
Contudo, não planeamos ser
apóstolos; pensamos em ser, nas mãos de Deus, no corpo de Cristo, por ação do
Espírito, o Cristo em que queremos tornar-nos; esse Cristo que nunca foi amor
sem ser luz. Copiamo-lo, mal, mas sem cessar; penetramos nele, dissemelhantes,
mas tenazes; pois não podemos deixar de ser, pelo menos na vontade, apóstolos,
pelo menos na disposição de todo o nosso ser, missionários.
Como poderíamos deixar de
evangelizar, se o Evangelho nos está na pele, nas mãos, no coração e na cabeça?
Não podemos deixar de explicar porque tentamos ser aquilo que queremos ser, não
ser aquilo que não queremos ser; somos claramente levados a pregar, uma vez que
pregar é dizer publicamente qualquer coisa sobre Jesus Cristo, Deus e Senhor, e
ninguém pode amá-lo e calar-se.
«»
Este texto é espetacular! Queria sabê-lo
de cor, mas não consigo. Alguma coisinha vai ficando por aqui, com Deus a
ajudar!
Nada conseguimos sem a ajuda de Deus,
mas certos de que Deus precisa de nós, de todos nós! Nós e Deus somos um todo
indivisível, ou melhor, que deveria ser indivisível, isto é, não fazermos
asneiras ou pecados!
É Deus que nos chama a colaborar
com Ele das mais diversas formas. E como não há duas pessoas iguais, não há
duas vocações, dois chamamentos iguais. Deus chama a cada um ou uma de nós
conforme muito bem entende. Nós é que temos de estar bem atentos à Sua vontade,
para fazermos melhor o que Ele quer, assim como fez Santo António e os outros
santos que veneramos nos nossos altares e que são para nós exemplo a seguir no Amor
a Deus e aos irmãos!
Boa noite! E que Santo António nos
proteja diante do Senhor que tanto nos ama!
Hermínia Nadais

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