Costumamos dizer que quem gosta de cartaz vai trabalhar para o circo… mas… bem vistas as coisas, há inúmeras maneiras de fazer cartaz, bem fora do circo, resta, sim, valorizar ou não esses cartazes que vão aparecendo feitos.
Vivemos num país de índole cristã, podemos mesmo
dizer que de índole católica, ou seja, universal, resta-nos ver o porquê e o
como.
O porquê… é fácil. Quando nascemos arranjaram-nos
uns padrinhos, levaram-nos a uma igreja qualquer e pediram a um padre nos
batizasse… e ficamos católicos, pronto!...
O como… é bem mais complicado.
Passado meia dúzia de anos, acompanharam-nos à Catequese…
fizemos a Primeira Comunhão, a Profissão de Fé, e até tiveram o cuidado de nos
incentivarem a receber o Crisma… e foi mais uma etapa do nosso cristianismo
católico.
No nosso tempo… ainda era muito feio não casar pela
igreja… e nós… casamos numa igreja com o Sacramento do Matrimónio!
Agora… vamos à missa quando nos apetece; quando
morre algum familiar ou amigo vamos ao funeral; além das festinhas religiosas
referentes aos nossos familiares… vamos também aos batizados, casamentos,
comunhões e crismas de outros amigos.
E somos, dizemo-nos, cristãos católicos… assim…
desta maneira… com que até nos podemos considerar e mostrar pessoas boas e
capazes… mas… de católicos… muito sinceramente… pouco mais temos que o nome!...
Temos muito que aprender e que vivenciar!
Haja coerência! Haja atitudes de Vida! Só… cartaz…
definitivamente… não!...
Hermínia
Nadais


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