domingo, 3 de fevereiro de 2013
Dias de luz!
Hoje... não vou esquecer
foi um dia de luz
passei todo o meu dia
perto do bom Jesus!
Quase lhe toquei
de tão perto que estava
e com Seus raios de luz
meus olhos encantava!
Posso afirmar ao certo
que o céu começa aqui
pois hoje estive no céu
mais doce que já vi!
Por entre a multidão
sorrindo de alegria
nos olhos marejados
o bom Jesus eu via!
De corações ardentes
em doces sinfonias
qual anjos fervorosos
cantavam melodias!
Com tanto em que pensar
nada me arreliou
pois o meu bom Jesus
sempre me acarinhou!
Senhor que a todos faças
o que fizeste a mim
glória Te seja dada
cheia de amor sem fim!
sábado, 2 de fevereiro de 2013
Importância do diálogo no casal
Hoje… a FAMÍLIA continua a
preencher-me todos os meus paupérrimos pensamentos! Como célula fundamental da
Sociedade terá de ser cuidada de modo a saber
orientar-se como convém, para que a Justiça Social venha a ser uma
realidade no mais curto espaço de tempo.
Todas as pessoas, na
generalidade, apresentam sempre mais ou menos dificuldade de relacionamento, mas
entre casais o problema complica-se, pois como têm de conviver durante muitas
horas, e muito intensamente, a todos os níveis, aumenta grandemente a
possibilidade de haver desacordos.
Contudo, depois de uma análise
cuidada, acabamos por compreender que as maiores dificuldades no Matrimónio passam
por faltas de comunicação adequada.
É muito triste verificar-se que
os desacordos mais frequentes vêm de diferenças perfeitamente conciliáveis… mas
para ultrapassar essas diferenças… é preciso muito estudo!
Urge começar a olhar para
dentro, a aprofundar intensamente o autoconhecimento, para cada qual saber como
é e do que é capaz; depois, aprofundar o conhecimento do cônjuge, de modo a
ficar-se a conhecer a perceção que o outro tem da realidade e os valores em que
se fundamentam as suas opiniões, expectativas e disposições.
Para isso, é preciso procurar a
todo o custo e de forma consciente, persistente e aturada, um diálogo profícuo num
clima de compreensão, escuta e aceitação, comportamentos geradores de
equilíbrio emocional, tranquilidade e paz.
Quando um homem e uma mulher
casam, devem estar conscientes de que são duas pessoas diferentes que devem complementar-se
através da ajuda mútua; e para o crescimento de cada cônjuge, dentro do matrimónio,
é preciso reconhecer e aceitar as qualidades e defeitos, cada qual de si mesmo
e um e do outro. Esse conhecimento ajudará tanto mais o crescimento dos dois,
quanto mais diferentes forem entre si! Para ambos crescerem é importante que
haja opiniões divergentes e até mesmo discussões… pois se conduzidas num
ambiente de compreensão e respeito… ambos sairão beneficiados.
Além da troca de palavras, há
muitas formas de comunicar: ir de mãos dadas a um cinema (ou para o trabalho ou
café); praticar um qualquer desporto (ou fazer uma caminhada); oferecer uma
flor; um saquinho de pipocas; demonstrar apreço; valorizar as pequenas coisas; fazer
um carinho; dar uma ajuda em pequenos trabalhinhos; tocar fisicamente; ter um olhar
mais demorado e atento… guardar momentos de silêncio… tantas coisas haverá
mais!...
E eu!... Que tenho feito de bom
e consciente pelo bem da comunicação da minha Família? Quantas coisas tenho de
reconsiderar!...
Que Deus
me(nos) ajude!
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
Famílias desestruturadas e Fé
Hoje… pensei muito…
muito… na terrível situação dos divórcios!
São muitas as
consequências sociais negativas do divórcio, onde entra em primeiro plano a
diminuição da prática religiosa. Há quem diga mesmo que “O modelo da família
modela a fé”!
Para as crianças e
jovens, a influência mais significativa das vivências de Fé e prática religiosa
é a dos pais, e quando os divórcios estão a acontecer, as instituições
religiosas, normalmente, não oferecem o apoio que seria de desejar.
Nos casos de divórcio,
as “Igrejas” deveriam ser chamadas a um cuidado mais exaustivo das famílias no
seu todo, para facilitar uma possível reconciliação dos esposos tendo em conta
a felicidade dos próprios e o apoio aos filhos que têm tendência natural
de se desviar das práticas religiosas mais na idade adulta.
E ainda, para ajudar os
membros da família a questionarem-se entre si para tentarem encontrar formas de
lidar melhor com a situação. Além de que as Igrejas podem representar um espaço
acolhedor para os jovens divididos entre ‘a casa da mãe’ e ‘a casa do pai’ e
ser um lugar estável para os receber, rezar com eles, incitá-los à adoração,
aos sacramentos, à música, ao estudo, à socialização e à diversão.
O problema social sofre
ainda as consequências inerentes à Fé dos filhos de casais que vivem em uniões
de facto, dos nascidos por inseminação artificial, dos que são criados por
casais do mesmo sexo...
É preciso ter em conta
que o mais importante para o desenvolvimento harmonioso da sociedade é a instituição
familiar fundamentada na união estável entre um homem e uma mulher unidos pelo
amor de Deus.
Hoje pensei… e vou
continuar a pensar!
Que tenho feito para que
a família seja, assim, mais estável e feliz?
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