O dizer-se que o coração, órgão pequenino escondido dentro do peito, é o centro de qualquer vida, é uma expressão forte que nos leva a pensar que o melhor da nossa vida não é o que dela se vê!
É com a nossa
parte visível, rosto, olhos, cabelos, pernas, braços, cor da pele… que nos reconhecemos
mutuamente, mas essa, a nossa parte física, não é, de todo, a mais importante! Senão,
vejamos:
Na nossa
cabeça temos a raiz de todo o nosso conhecimento, do que nasceu connosco, do
que conseguimos aprender com os nossos pais, avós, familiares, amigos, professores,
catequistas, tipos de estudo e estilos de vida!
É da ‘pequenina’
cabeça, guardiã do cérebro, que nos vem o conhecimento e orientação para todo o
corpo… e para tudo o que podemos intuir pela atenção dada às nossas atitudes de
todos os momentos… e também às atitudes dos nossos irmãos e irmãs que connosco
convivem no decorrer da lida!
Não podemos
usar o coração sem a cabeça… nem a cabeça sem o coração! São dois órgãos escondidos
e mutuamente unidos!
Quando o
coração deixar de bater a vida física acaba, de verdade!
Mas, se o
cérebro não ensinar ao coração onde está, na realidade, a vivência do Verdadeiro
Amor… como é que o coração pode Amar verdadeiramente?
Não gosto
de afirmar seja o que for sem experiência pessoal! Falar por falar, a mim, não
me diz nada! Temos de aprender a falar, sim, mais com atitudes de vida do que
com palavras! Gosto de falar, sim, da minha experiência pessoal!
Durante muito
tempo procurei milagres, estupidamente! Agora, não procuro ‘milagres’, porque
cada um ou uma de nós é um milagre! Milagre para si mesmo… e milagre para toda
a gente com quem se for cruzando nos mais díspares caminhos da vida!
Por hoje,
fiquemos por aqui, porque, este é um tema sem fim à vista! Tudo de melhor!
Hermínia
Nadais

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