A
Piedade, no seu misterioso conjunto, vai muito além de todas as possíveis
demonstrações exteriores e banais, porque a Piedade “tem de ser a expressão do
Deus Amor na nossa vida, tem de ser a forma como vivemos mais ou menos
intensamente o Amor de Deus em nós!
A Piedade
é como eu, em todos os meus momentos, me relaciono comigo mesma, com Deus e com
os irmãos! É amar esta pobre criatura de Deus que sou eu mesma, querendo o
melhor para mim que é o amar a Deus e ao próximo com intensidades semelhantes -
tal como o próprio Jesus nos exemplificou e ensinou!
Não
podemos esquecer que o próximo é a imagem de Deus junto de nós, e ‘quem diz
amar a Deus que não vê e não ama o próximo que vê, é mentiroso’.
Se Deus é
Amor, Caminho, Verdade, Vida e Felicidade… o melhor para mim, para nós, é seguir
bem de perto o Amor/Deus.
E é na
medida em que eu praticar o Verdadeiro Amor, ou seja, na medida em que eu viver
de Deus e com Deus, que eu vou conseguindo crescer como pessoa (que é o melhor
para mim) – ‘Dai-me homens… que vos darei cristãos.’

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