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sábado, 30 de dezembro de 2017
VIVER EM FAMÍLIA
Com a Celebração da
Festa da Sagrada Família que amanhã se celebra, acaba a semana de Natal, o
tempo propício para remexer no coração e encontrar nele os traços evidentes de
Jesus.
Mas o Natal,
nascimento/descoberta de Jesus nos corações, tem de continuar, porque é
trabalho de todos os segundos de todos os dias, para o que devemos estar
predispostos a renascer para o AMOR a cada instante para que a vida tome um
outro rumo mais leve e atraente, com o sabor da felicidade que os homens e
mulheres muitas vezes não detectam, mas o coração, lá bem no fundinho, sente
claramente.
Sagrada Família de
Nazaré! Esta designação faz-nos pensar seriamente na nossa família, na sua
estruturação e equilíbrio, no amor fraterno que nela existe e no que será
necessário fazer para que se torne cada vez mais humana e, consequentemente,
mais cristã.
Não podemos esquecer que
Jesus Cristo foi o maior e melhor de todos os humanos, e a Família da Nazaré foi
um exemplo vivo para todas as famílias.
Há sempre alguém que nos
faz olhar mais profundamente para as famílias, para o que são, para o que devem
ser.
«»
CONSTRUIR ENTRE NÓS "A VERDADEIRA FAMÍLIA"
O Papa
Francisco tem falado sempre
de
uma cultura do encontro
que
deve vencer a cultura da indiferença.
De
fato, encontrar uma pessoa não é simplesmente cruzar seu caminho ou estar
presente no mesmo lugar. Deve ser uma presença viva, que escuta, que se faz um,
que se coloca em seu lugar para viver juntos as dores e alegrias. Favorecer a
cultura do encontro é desligar a televisão, o celular, o computador para estar
com o outro. Estabelecer uma relação, um
olho no olho, onde ambos se sintam acolhidos. Na família ou entre amigos,
que cada encontro seja de profunda comunhão.
Não podemos mudar o mundo inteiro, mas com pequenos gestos de
amor podemos mudar o mundo à nossa volta.
Em qualquer grupo onde haja esse sentimento, ele deixa de ser
apenas um grupo e passa a ser uma família
Abraços
Apolonio
«»
Família!
Lugar de encontro na busca do outro, com compreensão, aceitação, espera, audição,
carinho, ternura, fraternidade, solidariedade… AMOR!
Todos
estes comportamentos e outros mais que se exigem à família têm,
impreterivelmente, que ter presente uma enorme dose de AMOR.
Que a
Sagrada Família de Nazaré nos ajude!
Feliz
2018, com todas as graças e bênçãos que nos levem à verdadeira realização
pessoal e colectiva, base da Verdadeira felicidade.
HN
sábado, 11 de fevereiro de 2017
MUDANÇAS… OU ACTUALIZAÇÕES!?...
Se são
mudanças ou actualizações, não sei!
São…
talvez… actualizações!
Ou melhor
dito! Será, talvez, uma outra forma de ver e actuar sobre a verdadeira
realidade, se é que alguma vez alguém deste mundo poderá conseguir descortinar
a realidade verdadeira!
Faz já
muito tempo que o tema Família tem estado bem presente na nossa vida, pelos mais
variados governos públicos e pessoas dirigentes das mais diversas religiões e
associações e não sei mesmo que não se coíbem de, pelas mais variadas razões,
nos falar da Família a cada instante.
E muitas
vezes pelas razões mais absurdas.
Não me
apetece hoje entrar nessas confusões, mas quedar-me numa proposta do Papa
Francisco: “Ver o outro como um dom!”
Foi há
dois dias que tive conhecimento desta proposta maravilhosa em que comecei a
pensar profundamente e a analisar muitas atitudes de pessoas para comigo,
amigas e nem tanto, e muito embora de formas diferentes todas me têm ajudado a
crescer, pelas alegrias ou pelas arrelias.
Ora…
pensando assim e colocando esta forma de pensar na nossa maneira de actuar
acabamos por ser, na realidade, o que Jesus nos veio ensinar e Deus quer de
nós.
Nada
modifica do que sempre nos foi dito… mas modificando o modo de dizer altera o
nosso modo de escutar e assimilar o que acaba por alterar a nossa forma de ser,
antes e acima de tudo, a partir da Família.
Então… não
esperemos mais!
Interiorizemos,
desde já, que o outro é um dom para nós, seja qual for esse outro!
Boa noite
e bom Domingo!
HN
domingo, 27 de dezembro de 2015
SAGRADA FAMÍLIA!
Hoje… Domingo da Oitava
do Natal, Festa da Sagrada Família de Nazaré: Jesus, Maria e José!
Passei o dia a ouvir
falar da família e a pensar na família!
Ouvi palavras
maravilhosas e vi atitudes inesquecíveis!
E no final do dia…porque
faleceu uma familiar de grandes amigos nossos fomos até eles… e como que por
encanto, a senhora tinha sido, é, mãe de quinze filhos (menos um já falecido), que
com suas famílias, enchiam a casa Mortuária onde a senhora se encontrava!
Uma imensa Família
reunida! Lindo de se ver… e melhor de se sentir!
Numa época em que os
nascimentos são tão escassos, esta imagem do antigamente é admirável! E sentir
a amizade e bem-querer entre todos os familiares, em tão grande número, é mais
admirável ainda!
Voltando à Sagrada
Família de Nazaré… que durante muito tempo vi formada por três pessoas de mãos
direitas a rezar… e pouco mais!
Quando penso na
Anunciação de Maria, na Visitação a Isabel, no Nascimento de Jesus, na infância
de Jesus da qual quase não temos referências… da adolescência, da idade madura…
e da forma como foi assassinado… e da ressurreição… como não tenho
conhecimentos bastantes para retirar o sumo de tudo isto… e graças a Deus já não
me sinto tanto com ‘fé de criança’ para acreditar em tudo o que me meteram na
cabeça nem de muito do que ainda vou ouvindo e lendo… vale-me a graça da certeza
de que Jesus nasceu… viveu… voltou para o Pai de onde nunca saiu e ficou
connosco a quem nunca abandonou!
E de nada mais me
interessa entrar em pormenores… para saber pormenores! Jesus veio mostrar-me o
caminho para o Pai, o caminho da verdadeira felicidade, o caminho da humildade,
entrega, doação, serviço… o caminho do Amor - e essa certeza me basta!
Hoje… dou graças a Deus
pela encantadora simplicidade da família onde nasci e de todas as aprendizagens
e vivências que me proporcionou!
Por a família que tive e
ainda tenho, que Deus seja louvado!
Eu nunca poderia ser
quem sou, pensar como penso nem viver como vivo sem a enorme graça da minha
família!
Hoje… eu compreendo que
é necessário sermos como crianças simples e crentes… mas acima e antes de tudo
pessoas interessadas em saber tudo como as crianças são interessadas, pessoas
que se interessam por ir ao fundo das questões, que crêem, mas questionam as
suas crenças, querem saber todos os porquês, para se enraizarem mais na Fé!
Querer saber ou tentar
saber os porquês da Fé em Jesus Cristo está na raiz do nosso Amor a Jesus Cristo,
do nosso ‘ser cristãos’, da nossa vida doada aos outros, do nosso ser homens ou
mulheres no pleno sentido da palavra.
‘Dai-me homens (mulheres)
que vos darei cristãos!
Hoje… o pensar que as
pessoas boas são as que vão às igrejas não entra mais na minha cabeça, porque
nem sempre assim é! As pessoas boas, ao jeito de Jesus, são as pessoas
verdadeiras, prestáveis, sensíveis às necessidades dos outros, que se entregam
ao bem comum, que partilham bens ideias e saberes, que são presentes a quem
delas necessite, que são acolhedoras, que sabem escutar sem dar opinião ou
criticar, que pregam o amor às multidões, não com palavras mas com a simplicidade
dos gestos, dos mais pequenos gestos que muitas vezes passam despercebidos
publicamente mas tocam bem fundo os corações onde se vão gerando os desejos de
mudança para todos sermos melhores pessoas, mais amáveis, carinhosos e
prestáveis para toda a gente!
Misericórdia Senhor! Neste
Ano da Misericórdia, vem até nós com a Tua infinita Misericórdia! E ajuda-nos a
compreender que és sempre misericordioso com tudo e com todos, nós é que temos de estar de coração aberto
para aceitar-Te!
Que o nosso coração se
abra ao Teu Amor e à Tua Misericórdia! Amém!
domingo, 11 de outubro de 2015
FAMÍLIA... QUE DEUS TE PROTEJA!
Quando
pedimos a Deus que proteja a família, também deveremos pedir à família que faça
tudo para se proteger a si mesma... o que vai dar ao mesmo, pois ninguém será
capaz de se auto-proteger sem uma ajuda especial de Deus!
O
Sínodo sobre a família é um evento que nos deve levar a uma oração muito persistente
e profunda, pois há demasiadas expectativas acerca dos seus resultados que
espero não venham a desapontar ninguém, até porque a Igreja está ali reunida
sob a orientação do Espírito Santo a quem pedimos insistentemente a ajuda e protecção,
e como só Ele conhece o que mais falta à felicidade e harmonia familiar e
pessoal, só Ele poderá sugerir aos Padres Sinodais o que será melhor fazer a
bem da família, das pessoas e da sociedade em geral.
Quem
está com problemas espera soluções! Mas... as soluções provindas podem não ser bem
as esperadas. De qualquer forma temos de nos manter atentos e abertos a todas as
possíveis novidades, certos de que o que Jesus disse nunca poderá mudar, mas ser
mais razoavelmente aplicado às dificuldades que vão surgindo através dos
tempos.
Por
mais que me esforce, a minha caminhada na vida faz-me pensar que o maior problema
das famílias está na preparação dos jovens para a vida a dois, que é uma vida muito
linda, mas não há dúvidas de que é muitíssimo exigente!
Se
já temos imensa dificuldade em gerir-nos a nós próprios em todas as nossas
actividades cheias de desejos e ambições muitas vezes frustradas, é de prever
que conjugar toda a nossa vida com a vida de outro ou outra aumentará
enormemente as nossas dificuldades em nos mantermos minimamente acertados em
todas as situações!
Terá
que haver muita compreensão e cedência de ambas as partes, muita dedicação e
entrega, muita aceitação e desejo fenomenal de fazer o outro ou outra feliz no perdão
e amor que se torna presente a cada instante numa permanente doação e entrega
mútua de ambos os corações unidos pela Graça de Deus com Jesus a uni-los um ao
outro.
Costumo
dizer que se o Matrimónio não for celebrado a três, ou seja, o homem e a mulher
com Jesus, o Verdadeiro Amor, no elo da sua união, não terá possibilidade de
sobreviver, porque somente o amor humano é muito pouco para se poder manter uma
relação estável.
Se
a união de duas pessoas, homem e mulher, não for bem alicerçada no verdadeiro
amor que a exemplo do Amor de Jesus tudo dá sem esperar nada em troca, nunca
poderá haver verdadeira felicidade, porque esta, não vem propriamente do que o cônjuge
faz por nós, mas muito mais do que nós vamos fazendo por ele. É no tentar, a
todo o custo, fazer o outro feliz, que vamos encontrando a nossa felicidade...
sempre momentânea, porque a felicidade plena nunca poderá ser deste mundo.
Na
constituição de uma família não pode haver egoísmos nem resentimentos, mas o altruísmo
em relação um ao outro e de ambos pelos filhos tem de ser uma constante.
Quando
se diz que está tudo muito mal com as famílias... não sei se será tanto assim! Não
sei se está tudo assim tão mau... ou se anda tudo à espera de encontrar alguma
solução capaz para os próprios problemas e para os problemas alheios.
Nas
minhas relações com as pessoas, salvo raras excepções, tenho sentido que há
cada vez mais preocupação pelo bem-estar do outro. Ora esta maneira de ser e
estar tem de provir do ambiente familiar e de se repercutir também na família.
E
que ninguém pense que constituir família é tarefa fácil, porque tam muito que
se lhe diga!
Recordo
algumas palavras do Papa Francisco no passado domingo:
“A liturgia
deste domingo propõe o texto fundamental de Gênesis sobre a complementaridade e
reciprocidade entre homem e mulher (cf. Gen 2,18-24). Por isso – diz a Bíblia -
o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher e os dois se tornarão uma só
carne, isto é, uma só vida, uma só existência (cf. v 24). Desta unidade, os
cônjuges transmitem a vida a novos seres humanos e se tornam pais. Participam
do poder criador do próprio Deus. Mas atenção! Deus é amor, e se participa da
sua obra quando se ama com Ele e como Ele. Porquanto – diz São Paulo - o amor
de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado
(cf. Rom 5, 5). E este é também o amor dado aos cônjuges no sacramento do
matrimônio. É o amor que alimenta a relação, através das alegrias e das dores,
momentos serenos e difíceis. É o amor que desperta o desejo de criar filhos,
esperar por eles, acolhe-los, criá-los, educá-los. É o mesmo amor que, no
Evangelho de hoje, Jesus manifesta às crianças: “Deixai vir a mim as crianças.
Não as proibais, porque o Reino de Deus é dos que são como elas” (Mc 10:14).
Hoje
pedimos ao Senhor que todos os pais e educadores do mundo, bem como toda a
sociedade, sejam instrumentos do acolhimento e do amor com que Jesus abraça os
pequeninos. Ele olha seus corações com a ternura e a solicitude de um pai e ao
mesmo tempo de uma mãe. Penso nas muitas crianças famintas, abandonadas,
exploradas, obrigadas à guerra, rejeitadas. É doloroso ver as imagens de
crianças infelizes, com o olhar perdido, que fogem da pobreza e dos conflitos,
batem às nossas portas e aos nossos corações implorando ajuda. O Senhor nos
ajude a não sermos uma sociedade-fortaleza, mas uma sociedade-família, capaz de
acolher, com regras adequadas, mas acolher. Acolher sempre, com amor.”
E pela família... mais palavras
para quê?!...
Um santo e feliz
domingo!
segunda-feira, 29 de dezembro de 2014
SAGRADA FAMÍLIA!
Ontem, a Sagrada Família
de Nazaré foi-nos apresentada para nos servir de modelo no decorrer da vida!
Tanta simplicidade, fé,
delicadeza, tudo quanto precisamos de pôr em prática para nos sentirmos mais
realizados e felizes, que, afinal, é o que Jesus quer de nós!
Jesus quer-nos
realizados e felizes!
Das muitas e
maravilhosas leituras que me têm surgido nesta época do ano acrescidas da minha
experiência pessoal fazem-me desejar dar mais relevo a algumas atitudes muito
importantes!
Ser alegre! O cristão,
conhecedor do imenso amor e compaixão de Deus por nós, tem de ser mesmo muito
alegre! Achei muito pertinente o Padre Riviero Cantalamessa numa das pregações
deste Natal dizer que Deus connosco é
assim como um GPS, pois quando fugimos do verdadeiro caminho, tal como faz um
GPS, vem logo ao nosso encontro para nos mostrar o novo caminho por onde
devemos ir! Saber disto, tem de nos dar muita alegria!
Deixar-se surpreender!
Assim como Deus nos surpreendeu apresentando-nos o Seu Filho Jesus nas
palhinhas de um presépio, surpreende-nos a cada instante nos pequenos nadas da
vida! É só deixar-nos surpreender, estar atentos a um encontro a que não
podemos ir e é substituído por outro
mais importante que teríamos perdido; é um esquecimento de algo que, que nos
poderia ter levado a algo muito mau!... Sei lá!... Para partilhar as inúmeras
surpresas que Deus me tem feito, um grande livro era pouco!
Aprender a fazer silêncio!
Maria guardava tudo em silêncio no coração, para encontrar o verdadeiro sentido
do que lhe ia acontecendo! O cristão precisa de silêncio interior para se
descobrir a si mesmo e para orar ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo, para
discernir o melhor a fazer na vida.
Procurar a Luz para
poder ser retransmissor da Luz! Quando Jesus nasceu diz o Evangelho que
apareceu no céu uma grande Luz! Jesus é, continua a ser, e sempre será a Luz do
mundo a iluminar as trevas em que a humanidade continua a afundar-se, para que
se levante e siga por outro caminho, o caminho da fé assente na esperança! O
cristão sabe que os homens nunca são abandonados por Deus, muito pelo
contrário, Deus está presente a todos os homens, todos, sem distinção! Pena que
a enorme maioria das pessoas ainda o não saiba.
Amar a pobreza! Não a
pobreza de bens, mas até isso mesmo se for o caso! Os primeiros a saber da
notícia do nascimento de Jesus foram os pastores na simplicidade da sua vida de
vigia pelos rebanhos! O cristão não pode procura ser importante nem que o
julguem importante, mas simfazer tudo quanto puder para estar junto dos que
mais necessitam seja do que for, á imitação de Jesus Cristo, de Maria e de
José, a Sagrada Família de Nazaré!
No decorrer desta quadra tão importante de interiorização
e preparação de mudança, urge planificar seriamente por onde começar a crescer
um pouco mais para nós, para Deus e para o mundo!
Que o Jesus Menino nos
ajude!
domingo, 4 de maio de 2014
MÃE
Apenas três
letrinhas... para designarem um dos maiores, se não o maior dom da humanidade.
Mãe, no pleno sentido
da palavra, é aquela mulher em que no seu corpo floresceu a vida para plantar
no jardim do mundo e através dele voar nas asas do amor até às glórias da
eternidade.
É aquela mulher que se entrega segundo a segundo ao filho(a)
querido(a), que aquece, alimenta, acarinha, adormece, sorri, escuta, encaminha,
aconselha, é amiga, companheira, se entrega de alma e coração sem reservas, se
aflige nas doenças ou na infelicidade, que está sempre presente em toda e
qualquer alegria ou tristeza vigiando constante e docemente todos os seus
passos, vivendo e sentindo o seu sentir e sofrendo ao respeitar a liberdade do seu
crescimento global.
Sem sombra de dúvida, Mãe, é uma árvore de vida, é o mais
puro reflexo do amor de Deus.
No entanto, toda a
mulher tem em potencial o dom da maternidade. E se não é mãe fisicamente,
sê-lo-á de uma outra forma.
Quantas mulheres se dedicam a sobrinhos, a crianças
amigas, doentes, carentes ou abandonadas... no seu palmo de terra ou partindo à
aventura para terras distantes?
Quantas crianças, pelas mais variadas razões,
apenas conheceram este tipo de mães?
Ser mãe é a mais
nobre missão de uma mulher.
Mulheres, saibamos
ser mães, qualquer que seja a nossa situação familiar.
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
EM DEFESA DA FAMÍLIA NATURAL
Que a Natureza
tem suas aberrações não é novo! Recordo que, quando criança, havia na minha
terra um homem que vestia saia. E um certo colega de escola foi castigado por
andar às escondidas com um sujeito a quem chamavam “maricas”. De senhoras não
tenho qualquer ideia antiga, mas também deveria haver. Ao tempo, “defeitos de
fabrico” ou outras causas que provocassem homossexualidade era tabu, andavam às
escondidas e não tinham aceitação social, eram escarnecidos por toda a gente.
Na atualidade,
passamos do oito ao oitocentos! Nem tanto ao mar… nem tanto à terra! Cada vez
compreendemos melhor que cada pessoa tem o direito de ser respeitada e aceite
como é… mas o que não se pode aceitar é que todos tenham de ser iguais, pois o
direito à diferença existe, não o podemos ignorar. Às coisas incompreensíveis,
porque anormais, ainda há quem tenha a coragem de se lhes opor. Um bem haja a
todos quantos se unem aos movimentos que exercem o direito democrático de se
manifestar nas ruas contra as novas legislações favoráveis ao casamento
homossexual e à adoção de crianças por casais do mesmo sexo.
Jean-Pier Delaume-Myard,
é porta-voz da associação francesa Homovox, os “homossexuais fora da caixa”, ou
seja, aqueles que não aderem à chamada “cultura gay”. É homossexual declarado e
tido como traidor pelo lobby gay, por se pronunciar em defesa da família
natural e achar que o casamento é prerrogativa exclusiva do casal formado por um
homem e uma mulher. E, principalmente, por defender o direito das crianças a
serem criadas por pai e mãe.
Jean-Pier assume-se
homossexual, mas não se diz orgulhoso mas “um pouco envergonhado” dessa
inclinação.
Vejamos algumas das suas
declarações: "Eu luto em consciência e com todas as minhas forças para
que cada criança tenha mãe e pai. Se eu fosse heterossexual, teria esse mesmo
objetivo, ou seja, a racionalidade".
"O meu compromisso
não tem nada a ver com a minha orientação sexual. Eu me comprometi porque
qualquer um que tem um pouco de compaixão pelos seres humanos não tem como
aceitar que uma criança cresça sem pontos de referência sociais".
“Uma criança não pode
ser privada do afeto materno nem ser obrigada a perguntar um dia quem era a sua
mãe. Uma criança "não é moeda de troca, é um ser humano que tem o direito
de saber a origem cultural, geográfica, social e religiosa dos seus pais".
“
"Por que eles
querem uma lei a favor do casamento entre pessoas do mesmo sexo? Para as
pessoas homossexuais ou para as centenas de gays que vivem nas áreas chiques de
Paris?".
Essas leis farão com que
"os homossexuais paguem o preço, porque são essas leis que estão a criar
homofobia".
“Os governos que
favorecem essas mudanças têm o único propósito de destruir a família".
E acha urgente que para
salvar o continente europeu os candidatos aos governos assinem uma carta
“declarando proteger a família e respeitar as pessoas”, porque a família, além
de ser “o melhor lugar para crescer e ser educado”, é “a célula fundamental da
sociedade” e “garante o futuro e o progresso do país”.
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