quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

MAS… O QUE É SER LUZ? E QUEM É SAL?




Não sei! Não sei o que é ser luz ou quem é sal! E mesmo atenta o mais possível a tudo o que se vai passando à minha volta… cada vez sei menos! Eu não sei que é a luz nem quem é sal, pois muitas vezes o sal e a luz chegam-me de onde eu nunca tinha imaginado!
Fui criada num meio em que a Igreja cotava as pessoas pelo que aparentavam ser, e as pessoas que frequentavam o templo a que vulgarmente chamamos igreja eram vistas como o sal e a luz! Não há regra sem exceção, mas, aos poucos, as coisas foram mudando, e cada vez se torna menos verdade que sejam essas pessoas as detentores de maior luz e do maior sabor ao verdadeiro Jesus Cristo! E não poucas vezes é mesmo o contrário, pois é dessas pessoas que sai menos sal e maior escuridão!
Digo isto porque… eu sempre andei pelas igrejas… mas sei como andei, e como ando… cada vez mais convicta que não posso andar pelas igrejas para dar nas vistas, para ter nome de boazinha, ou para poder dizer ”se eu não fizer quem fará”, até porque isso não é verdade! Se eu não fizer haverá quem faça, pois o trabalho não é meu, mas de Deus nosso Senhor, e assim sendo, não sou única a poder fazer esse trabalho, quando muito posso ser, muito simplesmente uma entre tantas que podem fazer o mesmo trabalho!
O Sacramento do Batismo tornou-nos a todos cristãos membros do Corpo Místico de Jesus Cristo e irmãos uns dos outros. E assim sendo, os membros de um corpo, muito embora tenham atribuições diferentes, todos são importantes. E os mais importantes de todos os membros de um corpo, o coração, os pulmões, o estômago, o sangue, as veias… nem sequer se podem ver, estão escondidos dos nossos olhos. Assim… é caso para questionarmos quem serão os membros do Corpo Místico de Cristo mais indispensáveis ao Seu crescimento! Serão os sacerdotes, os missionários, o santo padre, os diáconos, os catequistas, os doentes, os inseridos em movimentos de leigos, os marginalizados?!…  
A olho nu serão o santo padre, os bispos e os sacerdotes, os diáconos e por aí abaixo… ou acima… pois o que está na frente de qualquer serviço é o que melhor deve servir e nada mais. Estar à frente seja do que for não nos faz mais ou menos importantes que os demais, muito simplesmente nos obriga a estarmos mais ao serviço dos outros, isso sim! E quando estamos ao serviço dos outros temos que pensar muito bem em que tipo de serviço estamos a prestar, que exemplo podem ver em nós, e acima de tudo qual é o amor com que nos entregamos à tarefa que nos foi confiada!
Senhor, que sempre sejas louvado! E neste mundo de inquietações e canseiras, faz-nos muito humildes no Teu serviço para Tua maior glória e para o bem-estar dos nossos irmãos, para que assim possamos ser pelo menos um pouquinho de luz e sal, como Tu nos ordenastes e muito carinhosamente nos vais lembrando todos os dias! Obrigada, Senhor!

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

SAL E LUZ!



Para sermos “sal e luz”, dizia-nos o Evangelho de ontem!
No nosso tempo sente-se por demais a falta da luz, pois além do escuro em que se fica e nos não deixa dar um passo, sem ela não temos televisão, computador, fornos, placas, telefones… um sem número de eletrodomésticos  a que nos habituamos e tornam mais eficiente e agradável a nossa vida diária. O mau tempo de ontem tirou-nos a luz elétrica bastante tempo, o que nos fez pensar muito na falta de luz. Com o sal, o problema já não é o mesmo. Antigamente, sem os eletrodomésticos que temos hoje, a conservação dos alimentos era feita através da salga, refiro-me nomeadamente às carnes de porco e alguns peixes que eram guardados no sal. Hoje, temos de ter muito cuidado com o sal para não estragarmos a saúde.
As palavras do Evangelho foram ditas e escritas num tempo em que tanto o sal como a luz no seu todo eram imprescindíveis à vida quotidiana  de cada pessoa.
Sabemos que comer comida salgada faz mal, mas sem sal não tem sabor. Então, o sal é o sabor da comida!
Temos consciência de que os cristãos convictos da sua vivência e convivência profunda com Jesus Cristo nunca serão a grande maioria, mas é a esses que Jesus diz “sede sal e luz!” Sal para dar gosto às vidas e luz para as iluminar!
Que sal somos e teremos sido nós? A nossa vida terá o sabor da doação, carinho, ternura, compaixão, misericórdia e atenção para com quem necessita como Jesus fazia? As atitudes que temos na vida serão transparência da luz que Jesus nos vai dando a cada instante para irmos transformando os nossos comportamentos menos bons em melhores?
Cada um de nós poderá responder… e pensar a sério na medida em que obedece às ordens do Mestre quando nos diz: “sede sal e luz!”
Que o Espírito Santo nos oriente e fortaleça pois bem precisamos!

sábado, 8 de fevereiro de 2014

NÃO À CONFUSÃO!



 
Não à confusão, mais do que nunca, é o que tenho de meter, a cada segundo, na minha pobre e dorida cabeça!
Ao longo da vida a minha maior preocupação foi sempre a de aprender, e para isso fui descobrindo aos pouquinhos que nada melhor do que meter de imediato a aprendizagem na vida, razão por que a minha vida tem estado sempre numa constante transformação, que ainda assim não considero o bastante. E muito embora tenha consciência de que vivo rodeada de algum negativismo… tenho tido também a sorte de me ir cruzando sempre com pessoas mais positivas do que negativas que me têm ajudado a tocar o barco para a frente, em águas mais ou menos amenas e mais ou menos sujas com maior ou menor velocidade, o que acho ser muito bom!
Mas... quando a gente se pensa com a mentalidade mais ou menos encaminhada por caminho que parece seguro… leva cada pancada… que só não cai porque não está sozinha, pois se estivesse partia-se toda!
Imaginem-se com tudo calmo… a passar o tempo em casa e sem nada que seja urgente fazer…  com a cabeça tão desocupada que começa a dar voltas e a sentir-se tão mal que não sabe o que fazer, pois não tem vontade, não tem querer, não tem sensibilidade, não tem humor, não tem fome, não tem nada… nada!?
Isto… é do mais horrível que se pode sentir… se não o mais horrível mesmo! Nunca me tinha acontecido antes… mas aconteceu agora! E oxalá que não volte mais a acontecer!
Enfim! Dizer não à confusão…  sempre é  possível, mas fácil… ai não é não, pois a cabeça, quando não tem nenhuma confusão, arranja-a ela mesma!...  
Agora compreendo melhor tantas pessoas doentes de doença nenhuma... coitadinhas!... Não à confusão, é o que temos de gritar sem parar para nós mesmos!
Livrai-nos a todos, Senhor, destas confusões e aflições, que são as piores que se possam imaginar!

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

EM DEFESA DA FAMÍLIA NATURAL



Que a Natureza tem suas aberrações não é novo! Recordo que, quando criança, havia na minha terra um homem que vestia saia. E um certo colega de escola foi castigado por andar às escondidas com um sujeito a quem chamavam “maricas”. De senhoras não tenho qualquer ideia antiga, mas também deveria haver. Ao tempo, “defeitos de fabrico” ou outras causas que provocassem homossexualidade era tabu, andavam às escondidas e não tinham aceitação social, eram escarnecidos por toda a gente.
Na atualidade, passamos do oito ao oitocentos! Nem tanto ao mar… nem tanto à terra! Cada vez compreendemos melhor que cada pessoa tem o direito de ser respeitada e aceite como é… mas o que não se pode aceitar é que todos tenham de ser iguais, pois o direito à diferença existe, não o podemos ignorar. Às coisas incompreensíveis, porque anormais, ainda há quem tenha a coragem de se lhes opor. Um bem haja a todos quantos se unem aos movimentos que exercem o direito democrático de se manifestar nas ruas contra as novas legislações favoráveis ao casamento homossexual e à adoção de crianças por casais do mesmo sexo.
Jean-Pier Delaume-Myard, é porta-voz da associação francesa Homovox, os “homossexuais fora da caixa”, ou seja, aqueles que não aderem à chamada “cultura gay”. É homossexual declarado e tido como traidor pelo lobby gay, por se pronunciar em defesa da família natural e achar que o casamento é prerrogativa exclusiva do casal formado por um homem e uma mulher. E, principalmente, por defender o direito das crianças a serem criadas por pai e mãe.
Jean-Pier assume-se homossexual, mas não se diz orgulhoso mas “um pouco envergonhado” dessa inclinação.
Vejamos algumas das suas declarações: "Eu luto em consciência e com todas as minhas forças para que cada criança tenha mãe e pai. Se eu fosse heterossexual, teria esse mesmo objetivo, ou seja, a racionalidade".
"O meu compromisso não tem nada a ver com a minha orientação sexual. Eu me comprometi porque qualquer um que tem um pouco de compaixão pelos seres humanos não tem como aceitar que uma criança cresça sem pontos de referência sociais".
“Uma criança não pode ser privada do afeto materno nem ser obrigada a perguntar um dia quem era a sua mãe. Uma criança "não é moeda de troca, é um ser humano que tem o direito de saber a origem cultural, geográfica, social e religiosa dos seus pais". “
"Por que eles querem uma lei a favor do casamento entre pessoas do mesmo sexo? Para as pessoas homossexuais ou para as centenas de gays que vivem nas áreas chiques de Paris?".
Essas leis farão com que "os homossexuais paguem o preço, porque são essas leis que estão a criar homofobia".
“Os governos que favorecem essas mudanças têm o único propósito de destruir a família".
E acha urgente que para salvar o continente europeu os candidatos aos governos assinem uma carta “declarando proteger a família e respeitar as pessoas”, porque a família, além de ser “o melhor lugar para crescer e ser educado”, é “a célula fundamental da sociedade” e “garante o futuro e o progresso do país”.