segunda-feira, 25 de maio de 2015

TEMPO... COMUM!


Depois de um tempo de fortes emoções surge um tempo normal ou comum!
Depois de uma longa Caminhada Quaresmal e de Tempo Pascal voltamos ao tempo de pôr em prática todas as vivências e aprendizagens conseguidas. Sim, vivências e aprendizagens, pois todas as aprendizagens supõem vivências! Uma vida de fé em Deus nunca será possível sem uma mudança radical de atitudes, mudança que, não sendo feita de uma só vez, tem de ser querida e assumida para ser conseguida aos pouquinhos conforme a insistência no estudo e meditação da Palavra e a nossa força de vontade assente numa ajuda sistematizada do Espírito Santo de Deus! Não seremos capazes de seguir Jesus Cristo sem sentir profundamente Jesus Cristo nas nossas vidas! Sem olharmos para nós mesmos a vislumbrar o que fazemos de certo ou errado de modo a querermos e nos esforçarmos por evitar as situações erradas! Sem que o nosso interior nos mostre vontade de sair do peito e ir ao encontro de quem de nós necessitar!
O caminho faz-se caminhando! E a vida é uma caminhada para com ela podermos fazer-nos ao caminho, fazer caminho!
Que a luz de Deus ilumine as nossas trevas de modo que possa passar a toda a gente que deseja ser feliz, amando, pois só amando poderemos ser felizes!
Que o Espírito Santo esteja sempre connosco e nos ajude!

domingo, 24 de maio de 2015

PENTECOSTES!...



O dia vai chegando ao fim! É hora de olhar para trás para ver o que realmente nos legou!
Uma Eucaristia com uma animação linda, uma homilia simples e concisa, muita alegria na comunidade!
Sol risonho a abrilhantar a Natureza! Encanto para a vista e ouvidos e calor para o coração!
Obra do Espírito Santo, que nos leva a ver tudo com um pouquinho dos olhos bondosos e doces de Jesus!
O Tempo Pascal termina deixando-nos na hora sempre solene de viver eternamente em Páscoa, com o coração a transbordar de dor e amor, assim, interligados como sempre num terno e afectuoso temor de Deus que tanto nos ama! Temor de Deus é muito amor a Deus, é o receio de magoar o Deus Amor infinitamente misericordioso e bom!
Poderá parecer que a dor afasta o amor, mas não! Dor e amor, de mãos dadas, vão-nos aconchegando constantemente a vida! E quando, em amor, até mesmo a dor física é bem melhor de suportar!
Dor e amor, numa união puramente singular! A dor existe porque existe o amor! Se assim não fosse, que me doeria saber das doenças ou infelicidades de outrem?!
Nada, com toda a certeza! Mas... a dor provém do amor, do amor a nós mesmos a Deus e aos irmãos!
Amor! Se faz tanto tempo que o amor me comanda a vida, porque será que hoje o Amor me ronda tanto?!...
Coisas do Pentecostes! Do Espírito Santo de Deus que é Amor!
Cansada da luta, e com o coração a transbordar de dor, de tantas vezes não conseguir fazer o que devo, por amor!
Por hoje... na dor de amor, quero ficar em paz tranquila! Basta de confusão!
Que o Espírito Santo proteja a humanidade para que todos os homens e mulheres possam conseguir a felicidade de sentir bem fundo a doce e misteriosa dor de amor, de modo a fazer da vida um Pentecostes constante!

sábado, 23 de maio de 2015

O OLHAR DE JESUS!



Gostei imenso da homilia que o Papa Francisco pronunciou ontem, em que, tendo em conta o diálogo entre Jesus e Pedro, falou acerca do olhar de Jesus! Aliás, referiu três olhares: olhar da chamada vocação ou eleição, olhar da compaixão arrependimento e perdão, e olhar da missão! E deixa-nos com uma questão muito importante: Como Jesus olha para mim?
“Jesus ressuscitado prepara a comida para seus discípulos e, depois da refeição, tem início um diálogo intenso com Pedro. E a partir daí, o Papa refletiu sobre os três olhares do Senhor sobre o Apóstolo: o olhar da eleição, do arrependimento e da missão.
No início do Evangelho de João, André vai até seu irmão e lhe diz: “Encontramos o Messias!”, há um olhar de entusiasmo. Jesus fixa o seu olhar sobre ele diz: “Tu és Simão, o filho de João. Chamar-te-ás Cefas”: “É o primeiro olhar, da missão”. Há, portanto, o “primeiro olhar: a vocação e um primeiro anúncio da missão”. “E como está a alma de Pedro neste primeiro olhar? – Entusiasta. A primeira etapa de partir com o Senhor”.
Depois, na noite dramática da Quinta-feira Santa, quando Pedro renega Jesus três vezes: "Perdeu tudo, perdeu o seu amor e quando o Senhor cruza o seu olhar, chora". Assim, “o Evangelho de Lucas diz: ‘E Pedro chorou amargamente’. Aquele entusiasmo de seguir Jesus se tornou choro, porque ele pecou: ele renegou Jesus. Aquele olhar muda o coração de Pedro, mais do que antes. A primeira mudança é a troca de nome e também de vocação. Este segundo olhar é um olhar que transforma o coração e é uma mudança de conversão ao amor”.
O terceiro olhar, é do encontro depois da Ressurreição. "Sabemos que Jesus encontrou Pedro, diz o Evangelho, mas não sabemos o que foi dito".
O olhar do Evangelho de hoje, “é um terceiro olhar: o olhar é a confirmação da missão, mas também o olhar no qual Jesus” pede confirmação sobre o amor de Pedro. E três vezes o Senhor pede a Pedro a "manifestação do seu amor" e exorta-o a apascentar suas ovelhas.
Na terceira pergunta Pedro “ficou triste, quase chora”. Entristeceu-se porque pela terceira vez lhe perguntava "Você me ama?” E ele responde: ‘Mas, Senhor, tu sabes tudo o que você sabe que eu te amo. E Jesus diz: ‘Apascenta as minhas ovelhas’. Este terceiro aspecto é o olhar da missão.
“O primeiro, o olhar da eleição, com o entusiasmo de seguir Jesus; o segundo, o olhar de arrependimento no momento daquele pecado tão grave de ter negado Jesus; o terceiro olhar é o olhar da missão: ‘Apascenta as minhas ovelhas’; 'Cuide das minhas ovelhas'; ‘Apascenta as minhas ovelhas’”. Mas "não termina aí". “Jesus vai mais além e diz a Pedro: “Você faz tudo isso por amor, e depois? Você vai ser coroado rei? Não”. Jesus diz a Pedro que também ele deverá segui-lo no caminho da Cruz.
E, para concluir, qual é hoje o olhar de Jesus sobre mim? Como Jesus olha para mim? Com uma chamada? Com um perdão? Com uma missão?
“No caminho que Ele fez todos nós estamos sob o olhar de Jesus. Ele sempre olha para nós com amor. Ele nos pede algo, nos perdoa e dá uma missão. Por isso, convido a pensar no momento em que Jesus está sobre o altar, na Eucaristia: 'Senhor, Tu estás aqui, entre nós. Fixa o Teu olhar em mim e me diga o que devo fazer; como devo chorar os meus erros, os meus pecados; com qual coragem devo continuar no caminho que Tu fizeste por primeiro”. E “nos fará bem reler este diálogo com o Senhor e pensar “no olhar de Jesus sobre mim”.
Nesta noite de Vigília de Pentecostes, de espera e invocação do Espírito Santo, nada melhor do que entregar-se a Jesus e perguntar o que quer de nós neste preciso momento, em todos os nossos momentos, pois todos os nossos momentos são momentos de Deus e para Deus!
Que o Divino Espírito Santo nos proteja!

sexta-feira, 22 de maio de 2015

NA VIDA... A ESPERA!



Sim! Queiramos ou não, a nossa vida é de espera!
Em pequeninos esperamos ser crescidos! Depois adolescentes... jovens... adultos...
Desde que começa até ao seu final, a nossa vida é de uma espera constante, sempre na ânsia da felicidade!
E procuramos a felicidade por todos os lados, por todas as formas, por todas as situações que nos possam surgir!
E até encontramos momentos de felicidade! Momentos, sim! Porque, por mais que nos esforcemos, a felicidade neste mundo não será nunca uma constante! Se o fosse, a vida perderia o seu principal sentido que é a busca da felicidade!
Se o sentido da vida é a busca da felicidade, parece não fazer sentido tantos momentos de preocupações e anseios! Mas... se não tivéssemos todas essas aflições, como conseguiríamos valorizar os momentos de felicidade? E como seria possível procurá-los tão avidamente? Como poderíamos ter conhecimento e preocupação com o sofrimento dos outros, no sentido de o minimizar?
Quanto mais medito e valorizo a vida e quanto mais me esforço por aproveitar tudo quanto a vida me vai dando, menos compreendo o que a vida é... na espera do cumprimento da promessa da verdadeira vida que encontraremos depois desta... desta vida terrena que todos tentamos viver o melhor que podemos e sabemos e prolongar ao máximo, para, com a ajuda do Espírito Santo de Deus, conseguirmos um maior crescimento pessoal e social ara que todos os homens e mulheres possas ser o mais felizes possível!
Senhor! Ajuda-nos a crescer, a crescer sempre... na harmonia fraterna e solidariedade humana assentes na felicidade da Tua infinita compaixão e misericórdia, do Teu Perdão, do Teu Amor e da Tua Paz!

quarta-feira, 20 de maio de 2015

UMA HISTÓRIA DE AMOR!



A relação Deus/homem é a mais linda e maravilhosa história de Amor! Uma história que só se poderá compreender minimamente na vivência do Amor em Deus e com Deus, pois foi para isso que fomos criados, para viver com Deus e em Deus!
Que me perdoe o Padre Rui Santiago, mas não resisto ao que publicou do Padre Calmeiro Matias em 1 de Fevereiro de 2015 que passo a descrever! É longo... mas de tão profundo e elucidativo vale bem a pena! Eu não me canso de meditar este texto!
“Evangelizar é contar uma história de amor cheia de sentido para a vida humana. Esta história é fecunda, pois assenta na verdade de Deus e do Homem. Por outras palavras, a acção evangelizadora tem uma enorme força libertadora por ser a narração da verdade de Deus e do Homem: Podemos dizer que Jesus Cristo é o ponto de encontro da verdade de Deus com a verdade do Homem. É esta a razão pela qual Jesus disse aos discípulos que ele é o Caminho, a Verdade e a Vida (Jo 14, 6).
Ao ressuscitar, Jesus enviou-nos o Espírito Santo o qual, como diz Jesus no evangelho de São João, nos conduz de modo gradual e progressivo para a verdade total (Jo 16, 13). Através das suas palavras e do seu jeito de actuar, Jesus foi o grande narrador da história do amor incondicional de Deus por nós. Depois, ao ressuscitar, comunicou-nos a força e a sabedoria do Espírito Santo, a fim de nos capacitar para evangelizarmos o nosso mundo. Segundo o evangelho de São João, Jesus vivia de tal modo unido ao Pai que um dia afirmou: “Quem me vê, vê o Pai” (Jo 14, 9). O evangelho de São Lucas diz que o conhecimento de Jesus sobre a verdade de Deus e do Homem era perfeito.
Um dia, Jesus exultou de alegria pela força do Espírito Santo, pois deu-se conta de que alguns dos seus ouvintes estavam a acolher a verdade de Deus no seu coração. Este relato de São Lucas é um excelente exemplo da alegria que invade o coração do evangelizador, ao verificar que a sua palavra está a ser acolhida.
Eis as palavras de Jesus no evangelho de São Lucas: “Naquele momento, Jesus estremeceu de alegria sob a acção do Espírito Santo e disse: “Bendigo-te ó Pai, Senhor do Céu e da Terra, porque escondestes estas coisas aos sábios e aos inteligentes e as revelastes aos pequeninos. Sim, Pai, porque assim foi do teu agrado. Tudo me foi entregue por meu Pai e ninguém conhece quem é o Filho, a não ser o Pai, como ninguém conhece quem é o Pai senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar.
Depois, voltando-se para os discípulos, disse-lhes em particular: “Felizes os olhos que vêem o que estais a ver. Porque eu vos digo que muitos profetas e reis quiseram ver o que vedes e o não o viram, ouvir o que ouvis e não o ouviram!” (Lc 10, 21.24).
Jesus ensinou-nos que Deus Pai, nos ama de modo incondicional. Na verdade, Deus não esteve à espera de que fôssemos bons para gostar de nós. Na parábola do Filho Pródigo, Jesus ensina-nos que Deus Pai tem um coração cheio de bondade para connosco. Todas as tardes dizia Jesus, o Pai vinha ao alto da colina, a fim de ver se o filho que tinha fugido estava de regresso. Num dia de sol, mesmo à tardinha, o Pai avista ao longe o filho que regressa. Com os braços abertos corre ao encontro do filho. Cheio de ternura beija-o e leva-o para casa, vestindo-lhe o fato da festa (cf. Lc 15, 25-32).
Com esta parábola, Jesus quis ensinar-nos que o Pai nos ama sempre, apesar de sermos pecadores. O Espírito Santo, no nosso íntimo, ajuda-nos a fazer a experiência deste teu amor por nós. É também o Espírito Santo que nos dá a sabedoria necessária para anunciarmos aos nossos irmãos este teu amor infinito por todas as pessoas.
Na verdade, evangelizar é anunciar aos homens uma história de amor incondicional que diz respeito a todos os homens. Com efeito, a Palavra Deus projecta uma luz sobre os acontecimentos, ao ponto de mesmo alguns acontecimentos que parecem tirar sentido à vida acabam por ter sentido quando olhados à luz da Vossa Palavra.
Podemos dizer que a Palavra potencia o sentido daquilo que já o tem e confere sentido àquilo que, à simples luz da razão, parece não o ter. É a revelação que faz emergir no coração e na mente dos crentes a vida teologal, distinguindo-o dos demais crentes pelo modo novo de ver e ajuizar acerca dos acontecimentos. À medida em que o crente vai cresce nesta vida teologal, torna-se sal, luz e fermento no mundo.
A vida teologal é a sabedoria que emerge no coração dos crentes à medida em que o Espírito Santo nos vai confidenciando os mistérios de Deus. Pouco a pouco, a revelação de Deus vai respondendo a questões deste tipo: Quem somos? Qual o nosso lugar no plano salvador de Deus? Como é o Deus que nos está criando e salvando em Cristo?
No coração da revelação está, pois, o mistério da Encarnação e o sentido que ele tem para a salvação da Humanidade. Pela revelação nós compreendemos que o divino se enxertou no humano para que este seja divinizado. Se assim não fosse, a Encarnação seria apenas uma visita que Deus nos fez através da segunda pessoa da Santíssima Trindade.
À luz da fé, a nossa meta é incorporação na Família Divina como filhos em relação a Deus Pai e como irmãos em relação a Deus Filho. O sentido máximo da vida humana é, naturalmente, Jesus de Nazaré, um homem em tudo igual a nós excepto no pecado. Se é homem perfeito quer dizer que faz um todo orgânico connosco. Um homem só é perfeito na medida em que está interligado com toda a Humanidade. Se além de ser um homem perfeito, Jesus é ainda o ponto de união do humano com o divino, então a Humanidade está organicamente unida à Divindade.
A plenitude do humano, portanto, é a divinização mediante a assunção e incorporação orgânica na comunhão familiar da Santíssima Trindade. É este o sentido profundo que a revelação confere à vida humana. No entanto, não devemos pensar que Deus nos substitui, fazendo aquilo que nos compete a nós fazer.
Na verdade, Deus apenas diviniza aquilo que o homem humaniza. A humanização é uma tarefa que compete a cada ser humano e que ninguém pode realizar por nós. É verdade que começámos por ser aquilo que os outros fizeram de nós. Dos outros recebemos as possibilidades de humanização ou os talentos. Mas o mais importante não são os talentos que recebemos, mas a maneira como os fazemos render. A lei da humanização é: Emergência pessoal mediante relações de amor e convergência para a Comunhão Universal.
A pessoa é, portanto, um ser em construção. Quanto mais emerge em densidade espiritual e capacidade de interagir amorosamente com os outros, mais converge para o todo orgânico que é a Humanidade. Esta constitui-se como um entretecido orgânico universal onde a riqueza de cada pessoa circula pela totalidade humana.
Entramos de modo activo na Comunhão Universal na medida em que emergimos mediante atitudes, escolhas e opções de amor. Quem não teve oportunidade de fazer tais opções faz parte desta orgânica mas de modo passivo, isto é, atingindo a sua plenitude humano-divina recebendo mais que dando. Jesus ensinou aos seus discípulos que é melhor dar que receber (Act 20, 35). Estas pessoas encontram-se plenamente realizadas na plenitude da comunhão humano-divina, mas recebendo mais do que dando.
A grande tarefa da pessoa, portanto, é a sua humanização, respondendo fielmente aos apelos do Amor. O poder de Deus é, afinal, o poder do Amor. Se Deus é Amor, então os atributos divinos são apenas os atributos do Amor. Deus é só Amor porque é plenitude de pessoas em comunhão.
A Humanidade, apesar de não ser ainda uma comunhão perfeita, está em processo de amorização. Ainda não é uma plenitude amorosa, mas está a caminhar para lá. Eis a razão pela qual o Amor é a dinâmica que está a fazer avançar o processo da humanização. As pessoas vão emergindo como seres livres, conscientes, responsáveis e capazes de comunhão amorosa.
É por este motivo que podes dizer que a plenitude da pessoa é a comunhão universal do Reino de Deus. Nesta comunhão universal ninguém está a mais, pois cada pessoa emerge de modo único, original, e irrepetível. Quanto mais emergirmos como pessoas na História, mais capazes seremos de participar na plenitude da Comunhão Universal, cujo coração é a Santíssima Trindade. Com efeito, será eternamente mais divino quem mais se humanizar agora.
Eis a grande síntese da história de amor que o evangelizador tem para contar. Trata-se de uma história que confere sentido pleno à vida do Homem. Trata-se de umas história que temos de contar, a fim de ajudar os seres humanos a encontrar razão para viver, gastando a vida pelas causas do amor. À medida em que o cristão evangeliza está a possibilitar aos seres humanos o conhecimento e a experiência da ternura de Deus por eles.
Ao contar às pessoas esta história do amor de Deus, o evangelizador procura motivar as pessoas a acolher a salvação, permitindo ao Espírito Santo que as conduza para a Comunhão da Família Divina. Mas devemos saber que a salvação é um dom que a pessoa pode aceitar ou não. O evangelizador deve motivar as pessoas no sentido de as levar a aceitar com alegria e gratidão a salvação que Deus nos oferece em Cristo.”

NO PRIMEIRO DIA DA SEMANA
Em Comunhão Convosco,
Calmeiro Matias

In http://derrotarmontanhas.blogspot.pt

 Esquecia-me de dizer 
que vão muitas vezes a este blogue 
pois não se irão arrepender!
Desejo a todos, ali, as melhores meditações!...