domingo, 22 de junho de 2014
IR AO ENCONTRO
Sim! Ir ao encontro!
O dia de ontem foi de aprendizagem do encontro!
Na Eucaristia Vespertina, endereçada a crianças e jovens, o Sacerdote na Homilia foi buscar o Mundial de Futebol para o comparar ao que deve ser a Eucaristia para nós.
Começou pela alusão à grande festa do Mundial de Futebol cheia de alegria, entusiasmo, boa disposição, um encontro entre gerações e povos - tal como a Eucaristia dever ser, local de festa e encontro;
a Equipa de Futebol tem um treinador e necessita de muito treino para ter sucesso nos jogos - na Eucaristia o treinador é Jesus e nós temos que treinar, ou seja, ir muitas vezes à Eucaristia onde Jesus nos vai orientando como devemos viver nos minutos de todos os dias, em doação e amor;
e concluiu que o Futebol é um jogo de equipa em que se um jogador se agarra à bola o jogo está perdido - tal como na Eucaristia em que temos de ser equipa, com Jesus e com os irmãos, pondo ao serviço da comunidade na vida os dons que tivermos recebido!
O entusiasmo e certeza como falou convenceu e encantou. Oxalá tenha chegado ao coração dos jovens e crianças como chegou ao meu.
Este tipo de comportamento chama-se ir ao encontro! Assim como ir ao encontro foi o que encontrei no Plenário da Conferência de São Vicente de Paulo, de que estava ausente há quase um ano.
Foi bom demais. Uma das representantes das conferências, ao explicar a forma simples como conseguem quase sem dinheiro ir junto das pessoas necessitadas seja do que for, levando-lhes o consolo, carinho e apoio espiritual que passa despercebido às Instituições de Solidariedade Social, explicou claramente como ir ao encontro, ao que se seguiram outras intervenções que nos levaram a prender melhor a ir ao encontro
. Ir ao encontro foi o tema da reunião.
Hoje, dia que em Portugal se comemora o Corpo de Deus, que ir ao encontro de Jesus e dos irmãos por Jesus, seja o nosso lema!
Que Jesus e Maria Santíssima nos protejam e o Espírito Santo nos fortifique!
Jesus Eucarístico, vive connosco e vela por nós! Que sempre sejas louvado!
sexta-feira, 20 de junho de 2014
NO SACRÁRIO
Falar do Corpo de Deus é falar de Jesus escondido no Sacrário, prisioneiro por amor dos homens, para os alimentar e fortalecer!
Gostar do Sacrário é gostar de Jesus! E gostar de Jesus é gostar do Deus AMOR misericordioso e bom, amigo, que não nos deixa um momento sequer, qualquer que seja o nosso procedimento!
Para Deus não há exceções de pessoas, porque Deus é AMOR e muito simplesmente, AMA!
E que bom termos a certeza que somos amados por Deus, que nos perdoa sempre e esquece o mal que fazemos ao contrário de nós que nos custa tanto a esmorecer e o esquecer é tremendamente difícil!
Quanto mais estivermos dispostos a receber Jesus e a viver do Seu jeito, mais capacidade temos de compreender e perdoar e viver em união e concórdia com toda a gente.
Senhor Jesus vivo e presente em todos os sacrários, a Tua casinha pequenina! Faz que toas as pessoas Te conheçam e amem, e que a Tua paz reine em todos os corações!
quinta-feira, 19 de junho de 2014
CORPO DE DEUS
Hoje é um dia muito importante, o dia do Corpo de Deus, atualmente transferido para o domingo seguinte.
Sabemos que todos os dias são dias do Corpo de Deus, presente em todos os Sacrários da terra, prisioneiro de amor pelos homens e para o seu alimento espiritual, e corporal, uma vez que se nos apresenta ali sob a espécie de pão...
Pão Divino, Aquela Hóstia Sagrada que em tantos locais da terra tem apresentado marcas indeléveis do Corpo do Senhor Jesus, para que todos os homens e mulheres possam acreditar n'Ele e procurá-Lo avidamente para a regeneração das suas vidas!
Ele, o Senhor Jesus vivo está no sacrário à nossa espera, pronto para nos ajudar a ser melhores homens e mulheres, mais puros, amigos, doados a Deus e aos irmãos.
Que seria do mundo sem o Jesus do Sacrário... não sei... mas para mim seria muito diferente, menos atraente e mais desumano.
Senhor Jesus, presente em todos os Sacrários da terra, protege a humanidade inteira. Sê o nosso guia e protector.
terça-feira, 17 de junho de 2014
«Anuncio-vos uma grande alegria, que o será para todo o povo»
Uma maravilhosa meditação que me não canso de rever, acerca de Lucas 2,8-14. Para quê tentar escrever…
se há tanta coisa belíssima escrita? Então… basta partilhar! Aqui vai:
“Está muito frio na terra. Os céus estão bordados de estrelas, que
mal se conseguem adivinhar sobre o azul-escuro da abóbada celeste inundada de
trevas. Na Terra, uma das estrelas mais pequenas do imenso sistema planetário,
estão em vias de acontecer esta noite prodígios que espantam os anjos […]: um
Deus que, por amor ao homem, desce humildemente à carne mortal e nasce duma
mulher numa das estrelas mais pequenas e mais frias, na Terra. […]
Também os homens têm gelo no coração. Ninguém acorre a assistir ao milagre do nascimento de Deus. O mundo inteiro reduz-se a uma mulher chamada Maria, a um homem de olhos azuis que se chama José, e a um bebé recém-nascido que, envolvido em panos, abre os olhos pela primeira vez sob o hálito quente de um burro e uma vaca, repousando sobre a palha que a pobreza de José e a solicitude e o amor de Maria Lhe arranjaram. O mundo dorme, inconsciente, o pesado sono da carne. Está muito frio nessa noite na terra de Judá. As estrelas bordadas no céu são olhos de anjos que cantam «Glória a Deus nas alturas!», um cântico entoado para Deus e escutado por alguns pastores que guardam os seus rebanhos e que acorrem a adorar, com a sua alma de meninos, a Jesus que acaba de nascer. É a primeira lição do amor de Deus. […]
Embora a minha alma não seja casta como a de José nem tenha o amor de Maria, ofereci ao Senhor a minha absoluta pobreza de tudo, a minha alma vazia. Se não Lhe cantei hinos como os anjos, tentei cantar-Lhe alguns refrães dos pastores, a canção do pobre, daquele que nada tem; a canção daquele que só pode oferecer a Deus misérias e fraquezas. Mas que importa, porque as misérias e as fraquezas oferecidas a Jesus com um coração verdadeiramente amoroso são aceites por Ele como se de virtudes se tratasse. Grande, imensa é a misericórdia de Deus! A minha carne mortal não ouve os louvores do céu, mas a minha alma adivinha que hoje, tal como outrora, os anjos olham espantados para a Terra e entoam «Glória a Deus nas alturas e paz na Terra aos homens de boa vontade!»”
Também os homens têm gelo no coração. Ninguém acorre a assistir ao milagre do nascimento de Deus. O mundo inteiro reduz-se a uma mulher chamada Maria, a um homem de olhos azuis que se chama José, e a um bebé recém-nascido que, envolvido em panos, abre os olhos pela primeira vez sob o hálito quente de um burro e uma vaca, repousando sobre a palha que a pobreza de José e a solicitude e o amor de Maria Lhe arranjaram. O mundo dorme, inconsciente, o pesado sono da carne. Está muito frio nessa noite na terra de Judá. As estrelas bordadas no céu são olhos de anjos que cantam «Glória a Deus nas alturas!», um cântico entoado para Deus e escutado por alguns pastores que guardam os seus rebanhos e que acorrem a adorar, com a sua alma de meninos, a Jesus que acaba de nascer. É a primeira lição do amor de Deus. […]
Embora a minha alma não seja casta como a de José nem tenha o amor de Maria, ofereci ao Senhor a minha absoluta pobreza de tudo, a minha alma vazia. Se não Lhe cantei hinos como os anjos, tentei cantar-Lhe alguns refrães dos pastores, a canção do pobre, daquele que nada tem; a canção daquele que só pode oferecer a Deus misérias e fraquezas. Mas que importa, porque as misérias e as fraquezas oferecidas a Jesus com um coração verdadeiramente amoroso são aceites por Ele como se de virtudes se tratasse. Grande, imensa é a misericórdia de Deus! A minha carne mortal não ouve os louvores do céu, mas a minha alma adivinha que hoje, tal como outrora, os anjos olham espantados para a Terra e entoam «Glória a Deus nas alturas e paz na Terra aos homens de boa vontade!»”
São Rafael Arnaiz Barón (1911-1938), monge trapista espanhol
in ‘Evangelho Quotidiano’
in ‘Evangelho Quotidiano’
segunda-feira, 16 de junho de 2014
«TU AMAS-ME?»
Esta meditação
impressionou-me por demais! A difusão do Evangelho é obra de todos os
batizados, de todos nós, e o viver bem unidos ao mesmo Pastor é de todos nós!
Tive um director
espiritual que me dizia que tudo estava escrito, nós é que muitas vezes não
conseguimos encontrar o que precisamos. Por isso mesmo, para que a meditação
possa servir a outras pessoas como servir a mim… não resisti a partilhar:
“Aqui vejo todos os bons
pastores identificados com o único Pastor (Jo 10,14). Não faltam bons pastores,
mas estão num só. Se não estivessem num só, estariam divididos. (…) Mas na
própria pessoa de Pedro Ele recomendou a unidade. Eram muitos os Apóstolos, mas
a um só foi dito: «Apascenta as minhas ovelhas» (Jo 21,16.17). […] Quando
confiou as suas ovelhas a Pedro, como quem as entrega a outra pessoa diferente
de Si mesmo, quis fazer dele uma só coisa consigo. Cristo, a Cabeça, confiou as
ovelhas a Pedro como símbolo do seu Corpo que é a Igreja (Col 1,18). […] Por
isso, ao confiar-lhe as suas ovelhas, para não parecer que as entregava a um
pastor distinto de Si mesmo, o Senhor perguntou-lhe: «Pedro, amas-Me?» Ele
respondeu-Lhe: «Sim, amo». E perguntou outra vez: «Tu amas-Me?» Ele respondeu:
«Sim, amo». Perguntou-lhe ainda pela terceira vez: «Tu amas-Me?» E ele
respondeu-Lhe novamente: «Sim, amo». Deste modo o quis fortalecer no amor para
o confirmar na unidade.
Portanto, é Ele só que apascenta nos pastores e é só nele que os pastores apascentam. […] Não foi por falta de pastores— como anunciou o Profeta para os tempos da desgraça que estavam para vir— que o Senhor disse: «Eu mesmo apascentarei as minhas ovelhas» (Ez 34,15), como se dissesse: Não tenho a quem as confiar. Na verdade, quando o próprio Pedro e os outros Apóstolos viviam ainda neste mundo, Aquele que é o único Pastor e no qual todos os outros são um só, disse: «Tenho outras ovelhas que não são deste redil; e é preciso que Eu as traga, para que haja um só rebanho e um só pastor» (Jo 10,16). Portanto, estejam todos os pastores no único Pastor; oiçam as ovelhas esta voz e sigam o seu Pastor: não este ou aquele, mas o único Pastor. Apregoem todos com Ele a uma só voz e não haja vozes diversas. «Suplico-vos, irmãos, que tenhais todos uma só voz e que não haja entre vós divisões» (1Cor 1,10). Oiçam as ovelhas esta voz, purificada de toda a divisão, livre de toda a heresia, e sigam o seu Pastor que diz: «As minhas ovelhas ouvem a minha voz e seguem-Me» (Jo 10,27).”
‘Santo Agostinho (354-430), bispo de Hipona (Norte de
África), doutor da Igreja In Evangelho Quotiddiano’Portanto, é Ele só que apascenta nos pastores e é só nele que os pastores apascentam. […] Não foi por falta de pastores— como anunciou o Profeta para os tempos da desgraça que estavam para vir— que o Senhor disse: «Eu mesmo apascentarei as minhas ovelhas» (Ez 34,15), como se dissesse: Não tenho a quem as confiar. Na verdade, quando o próprio Pedro e os outros Apóstolos viviam ainda neste mundo, Aquele que é o único Pastor e no qual todos os outros são um só, disse: «Tenho outras ovelhas que não são deste redil; e é preciso que Eu as traga, para que haja um só rebanho e um só pastor» (Jo 10,16). Portanto, estejam todos os pastores no único Pastor; oiçam as ovelhas esta voz e sigam o seu Pastor: não este ou aquele, mas o único Pastor. Apregoem todos com Ele a uma só voz e não haja vozes diversas. «Suplico-vos, irmãos, que tenhais todos uma só voz e que não haja entre vós divisões» (1Cor 1,10). Oiçam as ovelhas esta voz, purificada de toda a divisão, livre de toda a heresia, e sigam o seu Pastor que diz: «As minhas ovelhas ouvem a minha voz e seguem-Me» (Jo 10,27).”
domingo, 15 de junho de 2014
HOJE… DOMINGO DA SANTÍSSIMA TRINDADE
Falar da Santíssima Trindade é
lembrar Maria, nossa Senhora, a Mãe, sem a qual nunca poderíamos ver o Filho de
Deus homem como nós, e nada para nós poderia ser igual.
Eu não tenho capacidade de compreender estes mistérios insondáveis, mas também não interessa, eu creio no Senhor que não engana nunca e cada vez me surpreende mais. Vou descrever o que
retirei de uma das meditações de um sacerdote na rubrica “Um Minuto
com Maria” e que me tocou imenso:
“Enquanto eu me entretinha com o Espírito Santo antes
da Missa, parecia-me ver e sentir algo brilhante, da cor do fogo e com uma
aparência estranha.
Enquanto eu me preparava para subir ao altar e em
seguida, após ter colocado os paramentos sacerdotais, e já celebrando o Santo
Sacrifício, eu sentia uma violenta comoção interior acompanhada por abundantes
lágrimas, soluços e, com intervalos, a perda da fala.
Em seguida eu senti e vi a Santíssima Virgem exercer sua influência em meu favor junto ao Pai, de modo que durante a Missa e a Consagração, eu não conseguia ver nada, nem nada sentir, senão Ela, que é, por assim dizer, uma parte desta imensa graça e a porta pela qual nós lá chegaremos.
E com a ajuda de uma percepção espiritual, compreendi que Ela mostrava no ato de Consagração, a existência de sua própria carne na carne do seu Filho, e o sentimento do que me foi revelado foi tão íntimo, que eu não conseguiria descrevê-lo.”
Em seguida eu senti e vi a Santíssima Virgem exercer sua influência em meu favor junto ao Pai, de modo que durante a Missa e a Consagração, eu não conseguia ver nada, nem nada sentir, senão Ela, que é, por assim dizer, uma parte desta imensa graça e a porta pela qual nós lá chegaremos.
E com a ajuda de uma percepção espiritual, compreendi que Ela mostrava no ato de Consagração, a existência de sua própria carne na carne do seu Filho, e o sentimento do que me foi revelado foi tão íntimo, que eu não conseguiria descrevê-lo.”
Esta meditação chamou-me à atenção para o que eu nunca tinha
pensado… que Jesus, como Filho de Maria, é carne da carne de Maria e sangue do
sangue de Maria, por isso onde estiver Jesus está Maria e receber Jesus é
receber uma parte integrante de Maria.
A Santíssima Trindade é um mistério de AMOR, e Nossa Senhora
está nesse mistério.
Quanto mais procura mais encontro, quanto mais aprofundo mais
descubro, quantas mais coisas aprendo mais sei que nada sei!
Maria Santíssima, ajuda-me(nos) a conseguir um pouquinho da Tua
Sabedoria! Trindade Santíssima, inunda-me(nos) com o fogo do Teu profundo e
imenso AMOR… amém!
sábado, 14 de junho de 2014
«PAI, QUERO QUE ONDE EU ESTIVER ESTEJAM TAMBÉM COMIGO AQUELES QUE TU ME CONFIASTE»
Hoje… de tantas coisas
me vejo rodeada, que de tantas e tão díspares ideias estou sem jeito para nada.
Aqui vai um escrito muito importante:
“Gostaria de poder
dizer-Vos, ó meu Deus: «Glorifiquei-Vos sobre a terra; cumpri a obra que me
confiastes; dei a conhecer o vosso nome àqueles que me destes. Eles eram vossos
e Vós mos destes. […] Meu Pai, desejo que onde eu estiver, aí estejam comigo
aqueles que me destes, e que o mundo conheça que os amastes como Me amastes a
Mim mesmo» (Jo 17, 4ss). Sim, Senhor, eis o que gostaria de repetir convosco,
antes de voar para os vossos braços. Será temeridade? Ah, não! Há muito tempo
que me permitistes ser audaciosa convosco. Como o pai do filho pródigo, falando
ao filho mais velho, Vós dissestes-me: «Tudo o que é meu é teu» (Lc 15,31). As
vossas palavras, ó Jesus, são portanto minhas e posso servir-me delas para
atrair sobre as almas que estão unidas a mim os favores do Pai celeste. […]
O vosso amor precedeu-me desde a minha infância, cresceu comigo, e agora é um abismo, cuja profundidade não consigo sondar. O amor atrai o amor; por isso, meu Jesus, o meu lança-se para Vós e quereria encher o abismo que o atrai mas, pobre de mim!, nem chega a ser uma gota de orvalho perdida no oceano!… Para Vos amar como Vós me amais, preciso de me servir do vosso próprio amor; só então encontro repouso. Ó meu Jesus, é talvez uma ilusão, mas parece-me que não podeis cumular nenhuma alma com mais amor do que cumulastes a minha. É por isso que ouso pedir-Vos que ameis aqueles que me destes como me amastes a mim. Um dia, no céu, se descobrir que os amais mais do que a mim, alegrar-me-ei com isso, reconhecendo desde já que essas almas merecem o vosso amor muito mais do que a minha. Mas cá na terra, não posso conceber maior imensidade de amor do que a que Vos dignastes prodigar-me gratuitamente, sem nenhum mérito da minha parte.”
O vosso amor precedeu-me desde a minha infância, cresceu comigo, e agora é um abismo, cuja profundidade não consigo sondar. O amor atrai o amor; por isso, meu Jesus, o meu lança-se para Vós e quereria encher o abismo que o atrai mas, pobre de mim!, nem chega a ser uma gota de orvalho perdida no oceano!… Para Vos amar como Vós me amais, preciso de me servir do vosso próprio amor; só então encontro repouso. Ó meu Jesus, é talvez uma ilusão, mas parece-me que não podeis cumular nenhuma alma com mais amor do que cumulastes a minha. É por isso que ouso pedir-Vos que ameis aqueles que me destes como me amastes a mim. Um dia, no céu, se descobrir que os amais mais do que a mim, alegrar-me-ei com isso, reconhecendo desde já que essas almas merecem o vosso amor muito mais do que a minha. Mas cá na terra, não posso conceber maior imensidade de amor do que a que Vos dignastes prodigar-me gratuitamente, sem nenhum mérito da minha parte.”
“Santa Teresinha do
Menino Jesus (1873-1897), carmelita, doutora da Igreja 'in Evangelho Quotidiano'”
sexta-feira, 13 de junho de 2014
“AS DEZ PRINCIPAIS VIRTUDES DA SANTÍSSIMA VIRGEM"
A Santíssima Virgem foi desde todo o sempre o SER mais dócil ao Espírito
Santo! Todos os Seus minutos foram de Pentecostes. E continuam a ser. A
Santíssima Virgem ajuda a evitar o pecado e a praticar as virtudes. Por isso,
“a Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem é “santa”. A Santíssima Virgem
praticava todas as virtudes no mais alto grau, “particularmente a sua profunda humildade, sua fé viva, sua obediência
cega, sua oração contínua, sua mortificação ininterrupta, sua pureza divina,
sua caridade ardente, sua paciência heróica, sua doçura angelical e sua
sabedoria divina.
Estas são as dez principais virtudes da Santíssima Virgem.”
Estas são as dez principais virtudes da Santíssima Virgem.”
Quem dera, que
conseguíssemos imitar minimamente as virtudes da Mãe do Céu, Mãe do Filho de
Deus, Esposa do Espírito Santo, e Mãe, Amparo e Guia de todos nós!
Virgem
Santíssima, Rogai por nós!
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