domingo, 10 de dezembro de 2017

FIEL… ACOLHEDOR!

Fiel e acolhedor foi sempre e sempre é e será o Senhor Jesus para todos nós!
Contudo, a Igreja chama-nos a ser fiéis e acolhedores… mas de quem?
A quem será que deveremos ser fiéis e acolher?
Tratando-se do Advento, espera e preparação para o Natal, pode dar a impressão que devemos preparar-nos para acolher Jesus!
Claro que também! Jesus é e será sempre o nº 1 no nosso acolhimento. Mas… à medida em que nos vamos familiarizando com Ele, vamo-nos apercebendo que o Jesus vagueia por aí connosco pelas estradas e caminhos da vida em todas as pessoas que connosco se cruzam, às quais devemos todo o nosso bem-querer e acolhimento. É isso que Jesus quer de nós, que O acolhamos na pessoa de todos os nossos irmãos.
Certinhos… ou tortinhos… devemos acolher amorosamente a todos, porque, lá bem no fundo de todos eles… ou elas… habita Jesus.
Fomos habituados a um Jesus/Deus que só proibia e castigava… mas aos pouquinhos os olhos e o coração foram-se abrindo e foi-nos surgindo um Jesus/Deus que não nos quer parados nem indiferentes, que perdoa e envia, que compreende e ajuda, que está ao nosso lado na caminhada para nos dar força e coragem nas aflições e determinações.
Jesus Palavra de Deus não exige nada, ou melhor, exige muito, exige Amor Verdadeiro.
Diz o Apolonio:
«»
No nosso imaginário, fazer a vontade de Deus, às vezes, está associado a uma lista de proibições, ou de regras a seguir, ou ainda, de resignação diante de situações de dor e sofrimento. 
Na verdade, a vontade de Deus se pode resumir em uma só coisa: amar. Dessa forma ela pode ser incorporada em todas as situações, a vontade de Deus pode tornar-se vida.
Ele quer que eu ame na condição de filho, de pai, de mãe,  de esposo ou esposa, de amigo, de cidadão. Amar que significa fazer o bem, servir o outro, perdoar, "fazer-se um" com todos.
Posso ter limitações em tudo: na saúde, no físico, na formação, na condição econômica. Só não posso ter limitações no amor.
Devo amar sempre. E como o amor é luz, aprenderei sempre mais a viver a vontade de Deus.
«»
Uma boa forma de viver o Advento!… treinar o Amor.
Não é fácil, mas é possível!
E muda a vida do avesso, dando uma leveza enorme e uma enorme satisfação e paz!
Mas… ainda no dizer do Apolonio -
«»
Viver pelos outros não é uma ação que tem início e fim. É uma orientação de vida com base no amor ao próximo. 
"Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida pelos seus amigos." (Jo 15,13)
Quando ouvimos alguém dizer: "Tenho um grande amor por você" ou "Eu te amo", na maior parte das vezes, a pessoa está apenas querendo expressar um sentimento. Ter amor pelo outro não é somente isso. Ter amor pelos outros é oferecer gratuitamente a minha disponibilidade em servir, em escutar ou em assistir nas dificuldades. É fazer-me presente na vida do irmão,  vivendo-a junto com ele. Nos momentos bons, de alegria. E nos momentos ruins, de dor e sofrimento.
Viver pelos outros é partilhar os próprios talentos, os bens materiais e, sobretudo, os bens espirituais.
Tudo o que sou e tudo o que tenho deve ser partilhado com todos. Isso é viver pelos outros.
«»
Será que já aprendemos a viver pelos outros… ou ainda andamos agarrados ao nosso ‘umbigo’?
Espero que não!!!
Boa semana, amando como Jesus amor, amando bem ao jeito de Jesus… assim como a MÃE Maria, Fiel e Acolhedora.

HN

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

SALVÉ, Ó VIRGEM MARIA!

Dezembro… dia 8!
Salve! Virgem Maria! Mãe de Jesus e nossa Mãe!
Por seres a nossa muito querida Mãe do Céu, foi neste Teu dia que se começou a celebrar o ‘Dia da Mãe’ da terra!
Um dia muito especial. Para todas as mães e todos os filhos e filhas.
Actualmente, Mãe, só as pessoas mais idosas associam este Teu dia ao Dia das Mães, celebrado em Maio, um dos meses Teus predilectos.
No dia de hoje celebra-se a maior festa do Advento, o tempo da preparação e espera do Teu Jesus, nascido Homem faz tempo, mas que sempre quer nascer cada vez mais e melhor em todos os corações.
Não sei, Mãe Querida, que pensar! Se Jesus quer nascer em todos os corações… ou se, por já estar em todos os corações escondido no meio de confusões e desatinos, deseja, sim, que as pessoas tomem cada vez mais consciência desta realidade e O queiram sentir bem lá no fundo, viver do Seu jeito e de O mostrar ao mundo tal como Ele é e deseja que sejamos!
Sim! Mostrar Jesus na vida com as atitudes da vida! Este… é o verdadeiro Natal que desejamos agora, na Festa do Natal de Jesus, Amor, Misericórdia e Perdão.
Sem estas três dimensões de Jesus levadas bem a sério, nunca O poderemos mostrar ao mundo como convém.
Amor recíproco, AMOR Verdadeiro que se dá sem nada esperar em troca… como diz o Apolonio:
 «»
O amor recíproco colocado acima de todas as outras coisas torna-se um distintivo. As pessoas o percebem, pois ao amor ninguém fica indiferente.
O amor não é um conceito ou um princípio, é um estilo de vida.
Presente na família torna-se mais forte que os laços sanguíneos; entre os membros de uma equipe de trabalho torna-se sinônimo de eficiência e sucesso; vivido na comunidade torna-se um testemunho mais forte que as palavras. Enfim, em qualquer ambiente onde é colocado em prática reina a harmonia, a paz, a alegria, a luz e a plenitude da vida.
No amor mútuo não há troca, há comunhão; não há domínio nem submissão, pois é o ápice da igualdade; não há divisões, há somente fraternidade.
«»
AMOR! O Teu Querido Filho, Mãe Santíssima, e Filho do Deus Amor e Amor como o Pai, nada mais nos pede além de Amor!
Salvé ó Virgem Maria!
Ensina-nos a dizer sim ao que Deus nos vai sugerindo, tal como tão decididamente deste; ensina-nos a desprender-nos das coisas materiais… a partilhar… a ser solidários e atentos e quem de nós necessite; ensina-nos a Amar do Teu jeito e do jeito de Jesus, Amém!

HN

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

ESTILOS DE VIDA

Já falei muitas vezes de estilos de vida, mas desta forma, não!
Vamos ver:
«»
"O AMOR RECÍPROCO ACIMA DE TUDO"
O amor recíproco colocado acima de todas as outras coisas torna-se um distintivo. As pessoas o percebem, pois ao amor ninguém fica indiferente.
O amor não é um conceito ou um princípio, é um estilo de vida.
Presente na família torna-se mais forte que os laços sanguíneos; entre os membros de uma equipe de trabalho torna-se sinônimo de eficiência e sucesso; vivido na comunidade torna-se um testemunho mais forte que as palavras. Enfim, em qualquer ambiente onde é colocado em prática reina a harmonia, a paz, a alegria, a luz e a plenitude da vida.
No amor mútuo não há troca, há comunhão; não há domínio nem submissão, pois é o ápice da igualdade; não há divisões, há somente fraternidade.
Abraços
Apolonio
«»
A vida é uma caminhada… com momentos bons e menos bons! E é com os momentos ou acontecimentos mais desagradáveis que aprendemos mais.
Ninguém tem necessidade de mudar se tudo estiver bem, mas se algo está errado e necessita de ser corrigido.
Ao longo da vida, os meus avanços e recuos atitudes memoráveis e para esquecer, têm-me ensinado inúmeras coisas… ao ponto de poder dizer que este pequeno texto é, de facto, muito verdadeiro… sinto-o na minha vida, nas atitudes que vou tomando, nas minha quedas e ressurgimentos.
Advento, espera, mudança!
Que dera que conseguíssemos compreender o que será melhor mudar nas nossas lides quotidianas!
Como tudo seria diferente!
Meus amores!
O amor, para se aprender, tem que se viver; ou melhor ainda: o amor não se aprende, vive-se… ou não se vive! Treina-se… ou deixa-se que se esgote.
Deus é amor… e a única forma de caminhar para Ele é AMAR!
No Advento, aprendamos a AMAR a Palavra do AMOR que é Jesus!
Chega, por agora… de contrário, se o coração começa a dizer o que sente não saímos mais destes belíssimos estilos de vida!...
Boa noite! Bom dia!

HN

domingo, 3 de dezembro de 2017

'ESTAI VIGILANTES!'

Claro que devemos estar vigilantes em todos os momentos da vida, e ainda assim, sob vigilância apertada, só Deus sabe o que vai por aí, quantas asneiras escusadas, quantos fracassos desnecessários, quantas faltas de fé e esperança, de presença e de amor…
Uma boa forma de nos podermos manter humildes e cuidadosos com ‘a caminhada’ que não é nada fácil.
E então, o Pai, que nos conhece melhor do que nós próprios e quer que o tempo escolhido para festejar o Aniversário do nascimento de Filho Jesus sirva para fazer nascer para uma vida nova, mais humana e consequentemente mais cristã, o maior número de irmãos.
Há frases excelentes saídas da boca do Papa Francisco, mas que de momento me não vêem à memória, tenho de as interiorizar melhor.
Mas… vejam-me se esta não é uma maravilhosa forma de viver a vida para fazer o que Deus quer de nós neste tempo de Advento, vigiando:
«»
Bom dia !
03 de dezembro de 2017
"VIVER A PALAVRA DE DEUS COM DOCILIDADE"
Docilidade pode ser sinônimo de aceitação e de obediência. Pode ser uma adesão total e concordância plena.
Viver a Palavra de Deus é sinônimo de prática quotidiana, de testemunho verdadeiro, de esforço e perseverança.
A Palavra de Deus é vida nova, é transformação. Cada um de nós é uma Palavra pronunciada por Deus desde sempre. Ele espera de nós uma resposta na liberdade, sem opressão e sem imposição.
A Palavra de Deus é a Sua presença entre nós. Ela é luz, força e alimento para a alma.
Viver a Palavra de Deus com humildade liberta-nos do mal e nos faz vitoriosos nas tentações.
Coloquemos a vida da Palavra em primeiro lugar e veremos que não nos faltará o pão de cada dia.
"Não só de pão vive o homem, mas de toda Palavra que procede da boca de Deus." (Mt 4,4 e Dt 8,3)
Abraços
Apolonio
«»
Viver da Palavra é viver segundo o que Jesus Cristo disse e exemplificou, o Menino do Presépio, que quer nascer de uma vez por todas em todos os corações.
Ui! Eu disse nascer em todos os corações… mas Jesus já está em todos os corações porque Jesus é Deus e todos nós somos obra de Deus e casa de Deus… o que é preciso é que todos os homens e mulheres consigam descobrir esta verdade e procurem Deus dentro de si mesmos, lá bem no fundo, debaixo de tudo o que Deus não gosta e nós fazemos.
Que descobrir Jesus no coração seja cada vez mais a tarefa de todos nós no nosso Advento… e depois de O descobrir… ficar bem vigilantes para nunca mais O perdermos de vista.

HN

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

CUIDAR DA HUMILDADE!

Quando oiço, leio ou medito sobre a humildade, normalmente, vejo-me humilde! Mas há momentos em que a forma como me comporto me deixa muito a desejar.
Será que, de facto, sou humilde como desejo? Sinceramente, não sei!
Há situações que sim… mas ainda há situações dúbias que duvido mesmo que chegam negativas!...
Falar de humildade é simples, viver na humildade não é tanto assim!
Não é que me julgue mais do que ninguém! Não é que me falte a disposição, vontade, ânimo para estar perto de quem necessita! Nada disso. Mas… às vezes… as contradições são tão visíveis e sensíveis que me atrevo a tentar desfazê-las com quem de direito, fico chocada e tento ausentar-me ou ausento-me mesmo, com vontade de estar perto.
Dói-me… mas aguento a dor na vontade de conseguir alguma correcção.
Meu Deus! Será que estou a fazer o que desejas?
O Apolonio diz:
«»

"COLOCAR A HUMILDADE COMO BASE DE TODAS AS NOSSAS AÇÕES"
Quanto mais somos qualificados, mais podemos servir.
Ser humilde é deixar que Deus faça em mim maravilhas de modo que eu seja um instrumento do bem para as pessoas que encontro.
As minhas capacidades têm um valor maior se colocadas a serviço do outro, pois ser humilde não é negar a si mesmo, mas é, mesmo sendo "grande", ser o servo de todos.
O verdadeiro mestre compartilha todos os seus conhecimentos e se alegra ao ver um discípulo seu fazer coisas maiores e melhores que ele.
Se colocarmos amor em tudo o que fizermos, faremos coisas grandes, tendo como base a humildade.
"Quem crê em mim fará as obras que eu faço e fará ainda maiores do que estas. Pois eu vou para o Pai." (Jo 14,12)

«»
Eu não quero obras grandes… mas a maior perfeição nas pequenas atitudes.
Como estou atrasada na minha caminhada para o Senhor!
Humildade… e sabedoria!
Eu necessito muito!  Dá-me, Senhor! Ajuda-me a encontrar o caminho certo para fazer o que necessito e tu desejas!
Obrigada!

HN

terça-feira, 28 de novembro de 2017

BELÍSSIMO!...

Não sei começar! Talvez… pelo que me encheu o coração por demais.
Vamos ver! É de São Paciano de Barcelona, de um sermão sobre o Baptismo:
 «»
Viver é Cristo
Assim, irmãos caríssimos, nunca mais morreremos. Ainda que este nosso corpo se dissolva, viveremos em Cristo, como Ele próprio diz: «Aquele que acredita em Mim, ainda que morra, viverá» (Jo 11,25). Temos a certeza, fundada no testemunho do Senhor, de que Abraão, Isaac e Jacob e todos os santos de Deus estão vivos. É o próprio Senhor que diz a respeito deles: «para Ele todos estão vivos, porque [Deus ] não é um Deus de mortos, mas de vivos»; e, falando de si próprio, o próprio Apóstolo afirma: «para mim, viver é Cristo e morrer, um lucro. [...] Tenho o desejo de partir e estar com Cristo» (Fil 1,21-23). [...]
É esta a nossa fé, irmãos caríssimos. De resto, «se nós temos esperança em Cristo apenas para esta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens» (1Cor 15,19). A nossa vida terrena, como vós mesmos podeis observar, é semelhante à dos animais, das feras e das aves. O que é próprio do homem, o que Cristo nos deu pelo seu Espírito, é a vida eterna, desde que deixemos de pecar. Porque, assim como a morte vem por causa do pecado, assim nos livramos dela por meio da santidade; portanto, a vida perde-se com o pecado e salva-se com a santidade. «É que o salário do pecado é a morte; ao passo que o dom gratuito que vem de Deus é a vida eterna, em Cristo Jesus, Senhor nosso» (Rom 6,23).
«»
Se dúvidas houver… esta pequenina meditação pode desfazê-las… a partir das Palavras de Jesus Palavra de Deus!
Então… mas o que é a vida?
Sinceramente… não sei! A vida é assim como uma aventura iniciada no ventre materno… e continuada neste mundo lindo… sem sabermos ao certo quando irá continuar numa  outra etapa a que chamamos eternidade.
Então… e a morte… o que é a morte?
Como posso saber o que é a morte… se chamamos de morte à entrada naquela etapa que Jesus diz ser a verdadeira vida? E choramos, lamentamos, ficamos desfeitos com a partida dos nossos queridos?
O melhor é partir para uma outra questão referente ao pecado! O que é o pecado… se o salário do pecado é a morte?
O pecado… é a coisa mais horrível que nos pode acontecer… e não a tal morte que nos leva deste mundo!…
A coisa mais horrenda que nos pode acontecer é a morte com que o pecado nos mata… donde se conclui que o pecado é, de facto uma coisa horrível!...
O que chamamos de pecado é sempre des(amor), ou seja não amor, uma negação do amor, uma negação de Deus porque Deus é AMOR!
Meu Deus! Tanta coisa dita… e tudo por dizer!
Que sempre sejas louvado!

HN

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

DAR… OU DAR-SE!

Sim! Dar ou dar-se, tudo é dádiva, entrega de algo a alguém. Mas, com uma grande diferença. Quando damos, é algo que está fora de nós, material; quando nos damos, tem a ver com algo que faz parte de nós, imaterial. Podemos não ter dinheiro ou outros bens ao jeito de nos podermos desfazer deles por nos fazerem falta… mas… carinho, dedicação, ternura, atenção, experiência, oração, amor… se forem parte integrante de nós… estarão sempre prontos a ser partilhados, em abundância.
E assim, evidenciaremos um velho ditado: ‘ninguém é tão pobre que não tenha nada para dar’.
Por muitos haveres materiais que tenhamos poderá haver algo que possamos desejar ainda… mas por muito pouco imaterial que possuamos sempre teremos um pouquinho à disposição de partilhar, e quanto mais partilharmos, mais nos será dado.
Para chegarmos, realmente, a sentir esta conclusão presente na vida de todos os dias, precisamos de muito treino, de muitos avanços e recuos, de muitas tempestades e bonanças, de muita, muita oração e meditação.
Achei deveras importante o comentário retirado de São João Crisóstomo pela equipa do Evangelho Quotidiano referente à passagem evangélica do dia de hoje, Lc 21, 1-4, a viúva que,  ofertando uma moeda, deu todo o que tinha:
 «»
«Na sua penúria, ofereceu tudo o que possuía para viver».
Dou-te a conhecer os cinco caminhos da conversão: o primeiro é o arrependimento pelos nossos pecados; depois, o perdão concedido às ofensas do próximo; o terceiro consiste na oração; o quarto, na esmola; o quinto, na humildade. Não fiques, pois, inativo, mas toma cada dia todos estes caminhos. São caminhos fáceis e não podes apresentar como pretexto a tua miséria.
Pois, mesmo que vivas na maior pobreza, podes abandonar a cólera, praticar a humildade, rezar assiduamente e arrepender-te dos teus pecados [...]. Uma vez que estejas no caminho da conversão, dá o que possuis. Nem a pobreza nos impede de cumprir este mandamento: vemo-lo na viúva que deu as duas moedas que tinha.
Esta é a maneira de curarmos as nossas feridas: apliquemos, pois, estes remédios. Tendo retomado a saúde da alma, aproximar-nos-emos da mesa santa e, com muita glória, iremos ao encontro do Rei da glória, Cristo. Ganhemos os bens eternos pela graça, a misericórdia e a bondade de Jesus Cristo Nosso Senhor.
«»
São deveras maravilhosos estes caminhos que não necessitam de dinheiro, terras, estudos, grandezas nem belezas que se vejam com os olhos e se palpem com as mãos, mas nos ajudam a ser muito ricos, daquela riqueza que quanto mais a partilharmos maior se tornará sem acabar nunca mais.
Dar é muito gratificante… mas dar-se… é o melhor que pudemos fazer na vida.
Boa semana, dando-nos, bem ao jeito de nosso Senhor Jesus Cristo Rei de Amor e Misericórdia!

HN

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

QUE É, DE FACTO, A JERUSALÉM DE JESUS?

QUE É, DE FACTO, A JERUSALÉM DE JESUS?
Orígenes diz, acerca do Evangelho de Lc 19, 41-44:
«»
«Ao ver a cidade, [Jesus] chorou sobre ela»
Quando se aproximou de Jerusalém e a viu, o nosso Senhor e Salvador chorou sobre ela: «Se ao menos hoje conhecesses o que te pode dar a paz! Mas não. Está escondido a teus olhos. Dias virão para ti, em que os teus inimigos te rodearão de trincheiras» [...]. Alguém poderá dizer: «O sentido destas palavras é claro; com efeito, elas realizaram-se a propósito de Jerusalém: o exército romano cercou-a e devastou-a até à exterminação e virá o tempo em que dela não restará pedra sobre pedra.»
Não o nego, Jerusalém foi destruída por causa da sua cegueira, mas pergunto: aquele choro não diria respeito à nossa própria Jerusalém? Porque nós somos a Jerusalém sobre a qual Jesus chorou, nós que estamos convencidos de ter um olhar tão penetrante. Se, depois de ter sido instruído nos mistérios da verdade, depois de ter recebido a palavra do Evangelho e o ensinamento da Igreja [...], um de nós peca, esse provocará lamentações e choros; e não se chora sobre um pagão, mas sobre aquele que, depois de ter feito parte de Jerusalém, dela saíu.      
Sobre a nossa Jerusalém derramam-se lágrimas porque, em razão dos seus pecados, os inimigos vão rodeá-la, quer dizer, as forças adversas, os espíritos maus elevarão à sua volta uma barricada, sitiá-la-ão e «não deixarão [...] pedra sobre pedra». [...]. Eis pois a Jerusalém sobre a qual se derramam lágrimas.
«»
Tanta verdade junta, Senhor!
Claro que quando Jesus chorou sobre Jerusalém… não tinha nada a ver com a cidade mas com as pessoas que nela habitavam.
Que nós… cada um ou uma de nós… é a Jerusalém de Jesus, por quem Jesus chorou e continua a chorar, é um facto.
Então… para que chore um pouco menos… tenhamos a coragem de estar mais atentos ao que nos vai dizendo no decorrer dos segundos… de modo a ouvir e interiorizar de tal forma a Sua Palavra que a nossa vida passe a ser cada vez mais Palavra de Deus… pois com avanços e recuos quedas e ressurgimentos, mas vivida o mais possível de acordo com a Sua vontade.
Que Deus seja louvado!
Bom fim de semana!

HN

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

SERVOS INÚTEIS!...

Isto de dizer que somos ‘servos inúteis’ dá muito que pensar. Até porque, neste contexto, o servo só é inútil depois de ter realizado a actividade que lhe foi apresentada.
Sim! É um facto! Depois de fazer o que devemos, nada mais nos será pedido e passaremos mesmo a ser servos inúteis!!
Inúteis… porque fizemos o que devíamos fazer!
Esta… é uma boa forma de nos mantermos humildes nas nossas actividades de todos os dias… é uma forma de não andarmos por aí a dizer o que fazemos ou deixamos de fazer.
A vida é da pessoa e de Deus, e é a Deus que deve prestar contas… da sua interioridade… da sua presença aos irmãos, da sua fraternidade e solidariedade com os demais.
Cada um deve fazer tudo o que estiver ao seu alcance sem atropelos… mas fazer!
Palavras… leva-as o vento! Haja obras, atitudes! E essas atitudes falarão por nós!
Santa Teresa de Calcutá diz:
«»
«Somos inúteis servos»
Não vos inquieteis à procura da causa dos grandes problemas da humanidade; contentai-vos em fazer o que puderdes pela sua resolução, ajudando aqueles que precisam. Há quem me diga que, praticando a caridade com os outros, libertamos o Estado das suas responsabilidades para com os pobres e os necessitados. É coisa que não me preocupa porque, em geral, os Estados não dão amor. Por mim, faço tudo o que posso; o resto não me compete.
Deus foi tão bom connosco! Trabalhar no amor é sempre uma maneira de nos aproximarmos dele. Reparai no que Cristo fez durante a sua vida na terra: passou fazendo o bem (At 10,38). Eu recordo às minhas irmãs que Ele passou os três anos da sua vida pública a cuidar dos doentes, dos leprosos, das crianças e de muitos outros. É exatamente isso que nós fazemos, pregando o Evangelho com as obras.
Consideramos que servir os outros é um privilégio e procuramos fazê-lo, a cada instante, com todo o nosso coração. Sabemos perfeitamente que os nossos atos são uma gota de água no oceano, mas sem eles faltaria essa gota.
«»
Sem as nossas boas obras, sem dúvida, o mundo ficaria mais pobre de Amor!
Há momentos para tudo, momentos para nos preocuparmos por demais e por demais nos esforçarmos por ajudar… e um momento em que, verificando que nada mais podemos fazer, colocar tudo nas mãos de Deus e manter-nos unidos a Ele orando e pensando de forma positiva sobre o problema que ambos queremos ver resolvido.
Sós, nada poderemos! Mas com Deus… o caso mudará de figura, se o que Lhe pedirmos for, de facto, o melhor para a situação ou pessoa em causa.
Não podemos esquecer que Deus sabe muito bem o que é melhor para as pessoas, enquanto que nós, de facto, muitas vezes apenas pensamos que sabemos!
Que bom seria se, depois de fazermos a vontade do Senhor, pudéssemos afirmar:
‘Somos servos inúteis, pois fizemos o que devíamos fazer.’
A continuação de uma boa semana… fazendo!...

HN

terça-feira, 21 de novembro de 2017

PARA QUE FOMOS CRIADOS?

Fomos criados para amar, e temos como prémio viver no Amor.
A nossa caminhada nesta vida é preparar-nos para esta união com Deus, para viver para sempre com Ele, na eternidade.
É difícil porque temos de ultrapassar e vencer todos os desafios das nossas más tendências naturais e do mundo que nos rodeia e tantas vezes nos desvia do caminho que vamos traçando para nós.
O ponto e partida não é o que s outros querem que façamos, mas o que eu quero fazer, o que eu quero dar sem qualquer exigência, dever, obrigação.
O dever tem de nascer da consciência, do próprio ‘ser’ da pessoa que deve fazer tudo com prazer e liberdade.
Eu não posso deixar-me dominar por coisas exteriores a mim, mas íntimas, minhas, só minhas e de Deus, que cuidem de mim e de todos os eu comigo convivem, de longe ou de perto, de tudo o que Deus coloca e vai colocando na nossa vida.
Esta maneira de agir leva-nos a ir conectando a nossa vida com a verdadeira humildade ou conhecimento do que somos e podemos… sempre com Deus… evitando a hipocrisia mas sendo coerente, pondo as atitudes de acordo com as palavras.
Isto só é possível com uma grande dose de Amor.
Mais uma muito boa para todos nós:
«»

"ACENDER AO NOSSO REDOR A CENTELHA DO AMOR"
O amor deve queimar em nosso peito como​ chama que não se apaga.
De fato, onde há amor​, há calor humano que aquece os corações, alivia as dores, sara as feridas das separações e​ anula as distâncias.
Jesus comparou seu amor ao fogo: "Eu vim trazer fogo sobre a terra e como gostaria que já estivesse em chamas." (Lc 12,49)
Acendamos a centelha do amor em nosso coração para que se alastre ao nosso redor levando a todos entusiasmo e esperança.
De uma centelha nasce um incêndio, assim é o fogo do amor que dá vida nova e traz consigo a paz.
Amor se alimenta de amor. Quanto mais o doamos, mais temos para doar; ​
​quanto mais arde em nosso peito, mais abrasa os corações daqueles que estão ao nosso lado.
Abraços
Apolonio
«»
Uma maravilhosa meditação para acabar a minha reflexão
A continuação de uma boa semana, bem recheadinha de amor!

HN

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

DIA MUNDIAL DOS POBRES!

Foi celebrado ontem o primeiro DIA MUNDIAL DOS POBRES, instituído pelo Papa Francisco.
Tocou por demais!
Temos a tendência a pensar que os pobres são os que não têm comida, roupa ou habitação, mas não!
Na Mensagem para este dia, o Papa alerta-mos para um sem número de pobrezas muito maiores do que estas.
Salvo situações de catástrofes ou países difíceis na política ou zonas agrestes, quem não tem os bens de primeira necessidade com pouco se ajeita, vai lutando por eles, e como são necessidades visíveis, mais ou menos, surgirá alguém que ajude um pouquinho e a vida vai correndo. Mas quando o problema é do coração e mente, dinheiro a mais e desejos de mais dinheiro e bens, o que fazer?
Muitas vezes, nestas circunstâncias, a única coisa que está ao nosso alcance é rezar por essas pessoas.
Mas… no nosso metro quadrado, prestemos muita atenção ao que se passar, porque é aí que temos de exercer a nossa acção, a influência das nossas palavras, gestos, atitudes, presença, sei lá que mais, cada um ou uma verá o que poderá fazer.
Recordando do Evangelho de ontem a Parábola dos Talentos, cada um porá a render as qualidades e dons de que Deus o vai dotando, e como atleta do Reino de Deus…
 «»
"RECOMEÇAR SEM TITUBEAR"
Um atleta é capaz de treinar até à exaustão para chegar o mais perto possível do máximo resultado; uma criança repete inúmeras vezes uma palavra até chegar à pronúncia correta; o amor, para se tornar perfeito segue o mesmo princípio: recomeça sempre.
O amor verdadeiro não tem fim, tem recomeço e segue assim até alcançar a eternidade.
Recomeçar a fazer tudo com mais amor, recomeçar a partir das quedas e dos fracassos, recomeçar na fé e na confiança, recomeçar a viver, recomeçar sem titubear.
Não é vergonhoso recomeçar, é vergonhoso desistir e não alcançar a meta.
«»
Depois disto que nos diz o Apolonio… mais palavras para quê?
Uma boa semana para todos.

HN

sábado, 18 de novembro de 2017

UMA LOUCURA…

Uma loucura?…
Sim! Ler este texto… é uma loucura!
Loucura de AMOR!
É de São João Clímaco  (c. 575-c. 650), monge do Monte Sinai. 
Leiam-me isto:
«»
«A Escada Santa» 
Deus, único mestre de oração
A oração é, quanto à sua natureza, a conversa e a união da alma com Deus; quanto à sua eficácia, é a conservação do mundo e a sua reconciliação com Deus, um ponto elevado acima das tentações, uma muralha contra as tribulações, a extinção das guerras, a alegria futura, a atividade que não cessa, a fonte das graças, a dadora dos carismas, um progresso invisível, o alimento da alma, a iluminação do espírito, o machado que corta o desespero, a expulsão da tristeza, a redução da ira, o espelho do progresso, a manifestação da nossa medida, o teste ao estado da nossa alma, a revelação das coisas futuras, o anúncio seguro da glória.
Tem coragem e terás o próprio Deus como mestre de oração. É impossível aprender a ver por meio de palavras, porque ver é um efeito da natureza. Assim também é impossível aprender a beleza da oração através dos ensinamentos de outros. A oração só se aprende na oração e o seu mestre é Deus, que ensina ao homem a ciência [...], que concede o dom da oração àquele que ora, que abençoa os anos dos justos.
«»
De facto… a experiência diz-me que este texto meditativo é de todo verdadeiro!
Nunca me tinha surgido pela frente tanta verdade acerca da oração!
Tantas vezes, orando, ficamos sem jeito por não saber o que dizer, o que pedir, agradecer… sei lá!
Então… muito simplesmente… surge o “faça-se, Senhor, a Tua vontade!”
Mas… de imediato… ou em simultâneo… vem o “mas, Senhor, vai-me mostrando, qual é, realmente, a Tua vontade, e que eu a siga sempre, Senhor!”
Então… os problemas mundiais, estatais, de entidades, de famílias, instituições, pessoas, mais as conhecidas e amigas, é natural, qual flechas ardentes, como que saltam da cabeça ao coração onde Deus habita… e não sabendo nada de nada nem tendo a certeza de nada acreditamos em tudo porque Deus está connosco, reza connosco!
Nunca imaginei que a vida algum dia chegasse a ser tão bela!
Os talentos… falados no Evangelho deste domingo… são todas estas graças que ao longo da nossa vida Deus vai repartindo connosco, qual escultor cavando na rocha dura, até, se nos predispusermos a seguir o melhor que podermos as intuições que nos faz sentir, fazer de nós o que deseja que sejamos.
Obrigada, Senhor, por tanto teres feito em mim e comigo!
Que sempre seja louvado!
HN


sexta-feira, 17 de novembro de 2017

QUEM PERDER A SUA VIDA… HÁ-DE SALVÁ-LA!


Estas palavras estão no final do Evangelho de hoje!
Isto de perder a vida… é mau de perceber.
Para mim foi mesmo muito, muito mau!
Agora… parece que já percebo… ou vou percebendo.
A vida é para aproveitar a cada segundo.
Quando se fala em perder a vida, referimo-nos a perder os nossos estranhos desejos que não nos levem ao amor para que fomos criados. Isso é que é perder a vida! Aquela parte má que nos  interioriza  e leva a maus procedimentos.
Lutar contra o mal que nos escraviza, ou seja, lutar por abandonar er o que nos pode parecer vida mas não nos leva à vida verdadeira,
é aproveitar a vida, vivendo bem ao jeito do que Deus nos pede e Jesus nos exemplificou, viver na fraternidade e paz focado no bem-estar comum, viver no Amor e para o Amor/Deus.
Ao olhar as leituras do Evangelho Quotidiano de hoje dei com o seguinte comentário retirado da Santa Faustina kowalska, que demonstra bem, perante a morte física que todos teremos num qualquer dia, o estado de alma de quem ‘despreza a vida’… essa tal forma de viver em des(amor) o que temos, a todo o custo, de evitar:
«»
«Quem perder a sua vida há de salvá-la»
Ó dia eterno, dia desejado,  
Espero-te com nostalgia e impaciência
E em breve o amor rasgará os véus,
E Tu serás a minha salvação.

Ó mais lindo dia, momento incomparável
Em que pela primeira vez o meu Deus contemplarei,
Esposo da minha alma e Senhor dos senhores
Em que o medo não dominará a minha alma.

Dia soleníssimo, dia luminoso
Em que a alma verá a Deus em seu poder
Mergulhando inteira no seu amor
E saberá que já passaram as misérias do exílio.

Dia feliz, dia abençoado,
Em que o meu coração arderá num eterno amor
Pois já agora te pressinto, embora velado.
Na vida, na morte, Jesus sois meu encanto.

Dia com que toda a minha vida sonhei
Por Ti espero impaciente, ó meu Deus,
Pois que Tu és tudo o que eu desejo,
Tu és o Único no meu coração: tudo o resto nada vale.

Dia de delícias, de doçura infinita
Esposo meu e Deus de grande majestade
Sabereis que mais nada sacia um coração virginal
E sobre o teu doce coração reclino a cabeça.
«»
Fiquei maravilhada com o texto todo… com tudo quanto nos vai dizendo… e com a alegria de viver, de facto, neste encanto!
Não tenho mais palavras!
QUEM PERDER A SUA VIDA… HÁ-DE SALVÁ-LA!

HN

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

AGRADECER… DAR GLÓRIA A DEUS!

O Evangelho de hoje, Lc 17, 11-19, fala na cura dos dez leprosos dos quais só um, estrangeiro, voltou para agradecer.
Belíssimo… com tantas aprendizagens para cada um de nós, tantas chamadas de atenção a sermos agradecidos a todas as maravilhas com que Deus nos vai acariciando.
Achei deveras delicioso o comentário do Evangelho Quotidiano extraído da chamada ‘Colectânea de Perugia’ a partir da vida de São Francisco de Assis:
«»
«Dar glória a Deus»
Dois anos antes da sua morte, o bem-aventurado Francisco estava já muito doente, sofrendo especialmente dos olhos. [...] Esteve mais de cinquenta dias sem poder suportar a luz do sol durante o dia, nem a claridade do lume durante a noite. Permanecia na obscuridade dentro de casa, na sua cela. [...] Certa noite, refletindo acerca das tribulações que sofria, teve pena de si mesmo e disse: «Senhor, socorre-me nas minhas enfermidades, para que eu tenha força para suportá-las com paciência!» E, de repente, ouviu em espírito uma voz: «Diz-me, irmão: se, como compensação dos teus sofrimentos e tribulações, te dessem um tesouro imenso e precioso, [...] não te alegrarias? [...] Compraz-te e vive na alegria, no meio das tuas enfermidades e tribulações: a partir de agora, vive em paz como se participasses já do meu Reino».
No dia seguinte, disse aos seus companheiros [...]: «Deus deu-me uma tal graça e bênção que, na sua misericórdia, Se dignou assegurar-me, a mim, seu indigno servo que ainda vivo aqui em baixo, que participarei do seu Reino. Assim, para sua glória, para minha consolação e edificação do próximo, quero compor um novo louvor ao Senhor pelas suas criaturas. Todos os dias estas atendem às nossas necessidades, sem elas não poderíamos viver, e por elas o género humano ofende muito o Criador. E todos os dias nós ignoramos tão grande bem, não louvando como deveríamos o Criador e dispensador de todos este dons». [...]
A esse louvor ao Senhor, que começa por: «Altíssimo, omnipotente e bom Senhor», chamou-lhe Cântico do irmão Sol. Com efeito, essa é a mais bela das criaturas, que podemos, mais que qualquer outra, comparar a Deus. E ele dizia: «Ao nascer do Sol, todo o homem deveria louvar a Deus por ter criado esse astro que durante o dia dá aos olhos a sua luz; à tardinha, quando cai a noite, todo o homem deveria louvar a Deus por esta outra criatura, o nosso irmão fogo, que, nas trevas, permite que os nossos olhos vejam claro. Somos todos como cegos, e é por estas duas criaturas que Deus nos dá a luz. Por isso, por estas criaturas e pelas outras que nos servem diariamente, devemos louvar muito particularmente o seu glorioso Criador».
Ele próprio o fazia de todo o coração, estivesse doente ou são, e incitava os outros a cantarem a glória do Senhor. Já doente, entoava muitas vezes este cântico e pedia aos seus companheiros que o prosseguissem; esquecia, deste modo, considerando a glória do Senhor, a violência das suas dores e dos seus males. Procedeu assim até ao dia da sua morte.
«»
O Cântico do irmão Sol… a partir de impossibilidade de poder desfrutar da luz!...
Quando Deus está na vida… tudo é beleza, mesmo as coisas mais difíceis!
Depois destas palavras… dizer mais… o quê?
Urge dar glória a Deus… interiorizar… meditar… pensar… actuar… para ser melhor e melhor viver!
Bom dia!

HN