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segunda-feira, 5 de junho de 2017
DONS DE DEUS SOMOS TODOS NÓS!
Dons de Deus
somos todos nós! Dons de Deus para nós mesmos, para quem nos rodeia e para o
mundo em geral.
Quantas aprendizagens
vamos fazendo a cada dia, com as pessoas e sítios mais improváveis!... É só
parar um pouquinho para pensar.
Por alguma
razão fomos criados para viver em sociedade! Pois a viver sozinhos… a vida perderia
o seu maior sentido.
Muitas vezes
nem sequer pensamos no bem que as outras pessoas nos fazem, ainda que esse bem
venha disfarçado de chatices e aborrecimentos.
Hoje… ao
olhar para traz… reconheço que fui ajudada pelas pessoas que sempre me apoiaram
e também pelas que não gostavam do que eu fazia ou queria.
Tudo me
ajudou a ser o que hoje sou!
Gostei muito
esta meditação do Apolonio que vem a propósito:
«»
"VER CADA IRMÃO COMO UM DOM"
Tudo
concorre para o bem daqueles que amam a Deus.(Rom 8,28)
É
fácil entender que o irmão é um dom quando ele nos faz o bem, quando ele nos
doa tudo o que tem de bom. Mas, quando ele nos faz um mal, como pode ser um
dom?
Se um
irmão te faz sofrer de alguma maneira, esse sofrimento é uma cruz e a cruz é
motivo de santificação, isso é um dom.
Isso
não nos impede de denunciar e de nos defender de injustiças, mas nos faz
aproveitar todos os momentos de nossa vida colhendo o positivo que existe em
tudo.
A
vida em si é sempre um dom, nos momentos alegres e nos momentos tristes e tudo
coopera para nosso bem se entendermos que o amor de Deus cobre tudo.
O amor de Deus sublima o martírio, a perseguição, a
incompreensão e a condenação injusta. Por esse ponto de vista o irmão é sempre
um dom para nós.
«»
Concordo plenamente
com tudo quanto diz o Apolonio, mas principalmente com as duas últimas frases
que sinto bem cravadas na pele.
Que Deus
seja sempre louvado por tanto que nos ajuda e protege.
HN
quarta-feira, 5 de abril de 2017
DESABAFO COM JESUS!
SENHOR!
A Deolinda
disse-me agora que houve problemas na loja do Fernando!
A Humanidade
anda muito baralhada com tantas e tantas asneiras um pouco por toda a parte! É certo
que, em relação ao número de pessoas que existem… não são tantas assim a fazer
asneiras. E o mais impressionante é a montanha enorme de bons comportamentos e
atitudes, ajudas, partilha de vida, solidariedade, empreendimentos caritativos…
que passam tão despercebidos.
O bem não
faz barulho nem consegue audiências.
Mas… quem
sabe… se fosse divulgado talvez levasse
outras pessoas à sua prática também… precisamos de bons exemplos, que existem,
mas não chegam ao grande público.
Deves
estar muito triste, Senhor!… Se é que sentes tristeza! Ou melhor dito, se é que
a tristeza Te abala a serenidade.
Tu sabes
que quando algo de transtornante me
surge… normalmente… fico de boca um tanto aberta e o pensamento foge-me logo
para Ti, para partilharemos a dor, e para Te pedir socorro para os feridos,
mortos, roubados, doentes… ladrões, assassinos, más línguas, preguiçosos,
mentirosos, aldrabões… e por aí adiante!...
É que
defeitos, Senhor, todos temos! E a coragem de os ir corrigindo… é obra Tua
connosco, pois és Tu que tomas a dianteira em todo o nosso processo de
conversão ou cura.
Não tens
boca, mãos nem pés! Ou melhor dito, tivestes para nos ensinar a viver, e tens, naquela
vida que nos prometestes e sonhamos conseguir. E aqui, neste mundo lindo onde nos
colocastes, queres precisar de nós, queres valorizar a nossa existência repartindo
connosco os Teus gostos e anseios de querer amar do Teu jeito e à Tua medida!
Então,
Senhor, perdoa os malfeitores, faz com que se encontrem intimamente contigo,
faz com que Te sintam no mais fundo do coração… é a única forma de mudar o
mundo.
O mundo,
não, o comportamento das pessoas que nele habitam ainda.
Confio em
Ti, Senhor!
Protege-nos
a todos, principalmente aos que mais precisarem de Ti!
HN
quarta-feira, 25 de maio de 2016
OLHAR... COM OS OLHOS DE DEUS!
Nunca
imaginei que a vida me diria a cada passo que cada vez me sinto mais ignorante.
Mas é um facto! À medida que o tempo avança… e quanto mais me esforço por
APRENDER, mais me convenço que nada sei. Nada… comparado com o que há para
aprender! Como a vida é feita aos segundos, cá vamos andando, sorrindo e chorando,
vendo, olhando… e procurando ser um pouco mais pessoa humana, assim como o Senhor
quer que sejamos.
Muitas
vezes ouvimos dizer que ‘devemos olhar com os olhos de Deus’, ou seja, com os
olhos do coração, que conseguem ver muito mais profundamente do que os olhos da
cara.
Para
vermos com os olhos de Deus temos que compreender pelo menos um pouquinho do
que Deus é, Pai amoroso, misericordioso e bom!
Vejamos
o que diz o Papa Francisco:
“Com a parábola do Pai
Misericordioso, Jesus nos dá a conhecer o coração de Deus, apresentando-nos a
figura de um pai, cuja misericórdia para com os seus dois filhos é
incondicional. No caso do filho mais novo, a misericórdia se manifesta no fato
de que o pai não se mostre ressentido pela ofensa grave mas, ao contrário,
tenha somente sentimentos de alegria por recuperar o filho perdido. Ensina-nos
assim que a nossa condição de filhos de Deus não depende dos nossos erros ou
acertos, mas é fruto do amor do coração do Pai. Já o filho mais velho nos
mostra como a lógica da recompensa pode nos fazer ignorar que se permanece na
casa do pai não para que se obtenha algum benefício, mas por termos a dignidade
de filhos que compartilham as responsabilidades do pai. Nesse sentido, a
parábola nos ensina que a grande alegria do Pai é ver seus filhos se
reconhecerem como irmãos, participando da grande festa da misericórdia e da
fraternidade, aprendendo a serem misericordiosos como o Pai”.
‘Misericordiosos
como o Pai’ é o lema deste Ano Santo da Misericórdia.
A
Parábola que durante muito tempo foi reconhecida como sendo do Filho Pródigo, Lc
15, 11-32, hoje é designada como Parábola
do Pai Misericordioso porque assim é muito mais elucidativa do imenso amor de Deus
para connosco, que umas vezes agimos como o Filho Pródigo, outras como o filho
que nunca abandonou o Pai e que, ressabiado e cheio de orgulho do seu bom comportamento
não aceita a atitude do Pai com o irmão.
Sinceramente…
eu já fui ressabiada… reconheço-o, mas não quero ser mais.
Fui
ressabiada porque ainda não tinha descoberto um pouquinho que fosse do infinito
amor de Deus pelos homens principalmente pelos mais carenciados de amor,
afecto, de sabedoria, de bons costumes, da caridade… sei lá de que mais!...
Estou
convicta de que a maior parte senão o todo das asneiras que se vão fazendo por
aí, algumas das quais bem asquerosas e repugnantes, se devem a alguma carência
ou deficiência educacional das pessoas que as fazem, e que por essa razão, por
muito mal que façam… terão de ser sempre dignas de dó, de pena, de compaixão.
E
como não temos o direito de julgar ninguém porque não conhecemos ninguém tão
profundamente que o possamos fazer, aprendamos a ter compaixão como Jesus nos
ensinou e exemplificou.
Vejamos
como fez com Judas… o amigo próximo que O traiu, e com Pedro, o amigo próximo
que O negou.
A
Judas chamou-o de amigo, e a Pedro entregou-lhe a direcção da Sua Igreja.
Jesus/Deus,
é, realmente… sem palavras para O definir!
Que
Ele seja sempre louvado!
quarta-feira, 8 de julho de 2015
PEDI AO SENHOR DA MESSE...
Senhor
da messe, o Senhor do mundo, Deus/Jesus!
De
facto, os operários são sempre poucos! E cada vez mais temos a certeza de que
todos nós somos, ou temos de ser, operários, cada um à sua maneira e com os defeitos
e qualidades de que é portador, no dia-a-dia da vida, espalhando amor,
dedicação, carinho, ternura, afecto, compreensão, agasalho, pão e paz!
Não
basta ser ‘bonzinho’ ou ‘boazinha’ é preciso fazer algo, ainda que poucochinho,
aproveitando tudo o que estiver ao nosso alcance!
Gostei
bastante desta meditação de São Vicente de Paulo:
“«Pedi ao senhor da
messe que envie trabalhadores para a sua messe»
Muitos são os que, por
terem o exterior bem cuidado e o interior cheio de grandes sentimentos de Deus,
se ficam por aí [...], contentando-se com as doces conversas que mantêm com
Deus na oração. [...] Não nos enganemos: é nosso dever passar aos actos. E isso
é de tal modo verdade, que o apóstolo São João nos declara que nada, além das
nossas obras, nos acompanha para a outra vida (Ap 14,13). Tenhamos pois atenção
a isto; tanto mais que, neste século, há muitos que parecem virtuosos, e que na
verdade o são, mas que pendem mais para uma via mole e adocicada do que para
uma devoção laboriosa e sólida.
A Igreja é comparada a uma grande ceifa que precisa de trabalhadores, mas de trabalhadores que trabalhem. Não há nada mais conforme com o Evangelho do que, por um lado, reunir luzes e forças na oração, na leitura e na solidão, e depois ir partilhar com os homens esse alimento espiritual. É fazer como fez Nosso Senhor, e depois dele, os apóstolos; é juntar a acção de Marta com a de Maria; é imitar a pomba que digere até meio a comida que apanhou, e depois a vai metendo no bico das crias para as alimentar. É assim que devemos fazer, é assim que devemos testemunhar a Deus, pelas nossas obras, quanto O amamos. É nosso dever passar aos actos.”
A Igreja é comparada a uma grande ceifa que precisa de trabalhadores, mas de trabalhadores que trabalhem. Não há nada mais conforme com o Evangelho do que, por um lado, reunir luzes e forças na oração, na leitura e na solidão, e depois ir partilhar com os homens esse alimento espiritual. É fazer como fez Nosso Senhor, e depois dele, os apóstolos; é juntar a acção de Marta com a de Maria; é imitar a pomba que digere até meio a comida que apanhou, e depois a vai metendo no bico das crias para as alimentar. É assim que devemos fazer, é assim que devemos testemunhar a Deus, pelas nossas obras, quanto O amamos. É nosso dever passar aos actos.”
“É nosso dever passar aos
actos.” Faço minhas as palavras
de São Vicente de Paulo. Sei que é difícil, e muitas vezes não sabemos muito
bem por onde começar nem como agir, mas pelo menos temos de fazer um pequeno
esforço!
Que
o Espírito Santo nos fortaleça!
Assim
creio, que Deus me(nos) ajude!
sábado, 7 de março de 2015
COMO DEUS NOS VÊ E NOS CUIDA
Hoje... perdida por aí,
galguei estradas, percorri montanhas, ladeei águas cristalinas, vi torrentes
tumultuosas, a serra invertida em reflexos belíssimos nas águas calmas do rio,
maravilhei-me de encantadoras paisagens!
O mundo é belo! Mais
belo quem o criou!
Quando o tempo me deu
espaço, debrucei-me sobre o Evangelho de hoje! O Pai Misericordioso perante o
regresso do Filho Pródigo e perante os ciúmes descabidos outro filho!
Esse Pai é Deus, que
espera docemente os desencaminhados para os encher da Sua compaixão,
misericórdia e perdão não deixando de acalentar os que vivem apegados às Suas
Leis, valorizando a todos com o maior aconchego, ternura e carinho, e sempre disposto a olhar as nossas boas atitudes e a desprezar mal que fazemos.
Como é bom sentir-se bem
junto deste Pai Misericordioso e bom, que nada mais nos pede do que a imitação das
Suas atitudes para com os irmãos que connosco convivem!
Poderá parecer difícil,
e é mesmo difícil, mas é a única forma de sermos minimamente felizes, digo minimamente
porque a felicidade deste mundo será sempre alternada com aflições e torturas. Neste
mundo em que ainda vivemos, na busca de Deus ao serviço dos homens, ninguém poderá
ser totalmente feliz, mas ter bons momentos de felicidade.
É muito bom sabermos um
pouquinho de como Deus nos cuida para nos enveredar pelos caminhos da
felicidade para que fomos criados!
Pela Sua infinita
Misericórdia, bondade e ternura, pela infinita beleza da natureza que nos
circunda, por tudo quanto nos dá, que Deus seja louvado!
quinta-feira, 5 de março de 2015
COMO DEUS VEIO... VEM, AO ENCONTRO DOS HOMENS!
O amor arruma o temor!
Retira-nos do medo!
Quando penso no amor de
Deus pelos homens, fico deliciada, sinto-me acarinhada, mimada, encorajada, na
certeza de que, faça eu o que fizer, Deus não se cansa de vir a mim, de vir a
todos nós, façamos o que fizermos!
Acerca da cura de um surdo-mudo,
Santo Efrém diz:
“«Jesus meteu-lhe os
dedos nos ouvidos […] e tocou-lhe a língua»
A força divina que o homem não pode tocar desceu e envolveu-Se num
corpo palpável, para que os pobres a toquem e para que, ao tocarem a humanidade
de Cristo, captem a sua divindade. Através de dedos de carne, o surdo-mudo
sentiu que lhe tocavam nos ouvidos e na língua: através de dedos palpáveis,
captou a divindade intocável naquele momento em que o nó da sua língua foi
rompido, naquele momento em que as portas fechadas dos seus ouvidos ficaram
abertas. Porque o arquitecto e o artesão do corpo veio até ele, e com palavras
suaves criou, sem dor, aberturas nos seus ouvidos surdos; então, também aquela
boca fechada, até ali incapaz de articular palavra, pôs no mundo o louvor
daquele que assim fazia a sua esterilidade dar fruto.
De igual modo, o Senhor fez uma lama com a sua saliva e estendeu-a sobre os olhos do cego de nascença (Jo 9,6) para nos fazer compreender que faltava alguma coisa a este, tal como ao surdo-mudo; uma imperfeição inata do nosso barro humano foi assim suprimida graças ao fermento que vem do seu corpo perfeito. […] Para compensar o que faltava a estes corpos humanos, Ele deu qualquer coisa de Si mesmo, tal como a Si mesmo Se dá como alimento [na eucaristia]. É este o meio pelo qual Ele anula os defeitos e ressuscita os mortos, para podermos reconhecer que, graças ao seu corpo «onde habita a plenitude da divindade» (Col 2,9), os defeitos da nossa humanidade são colmatados, e que a verdadeira vida é dada aos mortais por este corpo onde habita a verdadeira vida.”
Não tenho tempo
para mais! Fiquemos a pensar no sagrado Corpo de Jesus Cristo, a verdadeira
vida! De igual modo, o Senhor fez uma lama com a sua saliva e estendeu-a sobre os olhos do cego de nascença (Jo 9,6) para nos fazer compreender que faltava alguma coisa a este, tal como ao surdo-mudo; uma imperfeição inata do nosso barro humano foi assim suprimida graças ao fermento que vem do seu corpo perfeito. […] Para compensar o que faltava a estes corpos humanos, Ele deu qualquer coisa de Si mesmo, tal como a Si mesmo Se dá como alimento [na eucaristia]. É este o meio pelo qual Ele anula os defeitos e ressuscita os mortos, para podermos reconhecer que, graças ao seu corpo «onde habita a plenitude da divindade» (Col 2,9), os defeitos da nossa humanidade são colmatados, e que a verdadeira vida é dada aos mortais por este corpo onde habita a verdadeira vida.”
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015
O PERDÃO DE DEUS É A GRANDE NOVIDADE
Falar de Igreja Mãe é
muito importante para nós!
Falar de Deus Pai é
importantíssimo!
Falar de Deus Pai e Mãe
e da Sua suprema misericórdia ultrapassa todas as nossas expectativas!
Mas Deus é isso mesmo!
Deus é Amor infinito, ternura desmedida, misericórdia infinita, perdão, perdão,
perdão!
Deus ama e perdoa! Ama
sempre e perdoa sempre, assim a pessoa queira ir ao Seu encontro e ser
perdoada!
Deus não está preocupado
com o que tivermos feito, a Sua preocupação é o querermos encontrar-nos com Ele
e que Ele se encontre jubilosamente connosco!
Mas... dir-me-ão: Deus
não está connosco?
Claro que Deus está
sempre connosco, quer o saibamos ou não, quer o queiramos ou não, mas Deus quer
que O queiramos connosco. Deus quer que tenhamos consciência de que Ele está
sempre connosco e nos ama assim como somos.
Assim sendo, de que
estamos à espera?!...
Quando me lembro da primeira
forma como me apresentaram Deus fico horrorizada com a ideia de que ainda
haverá quem O apresente da mesma maneira!
Deus é Amor,
misericórdia, ternura, perdão!
Deus não castiga
ninguém! A justiça de Deus é o amor, a misericórdia e o perdão!
O sacramento ou sinal
sensível do perdão de Deus é o que vulgarmente chamamos de Penitência ou
Confissão, o que muita gente não conhece verdadeiramente.
Vejamos o que extraí de
Zenit de uma das homilias matinais do Papa Francisco em Santa Marta:
“O trabalho de Deus é belo: reconciliar.
Porque “nosso Deus perdoa” qualquer pecado, perdoa sempre, faz festa quando lhe
pedimos perdão e se esquece de todos os nossos pecados. Francisco refletiu
sobre a passagem da carta aos hebreus em que Paulo fala da “nova aliança”
estabelecida por Deus com o seu povo eleito.
Deus manda Jesus para estabelecer um novo
pacto com a humanidade, cuja base é fundamentalmente o perdão. “Deus perdoa
sempre! Ele não se cansa de perdoar. Somos nós que nos cansamos de pedir
perdão. Mas Ele não se cansa de perdoar. Se você viveu uma vida de muitos
pecados, de muitas coisas feias, e no final, arrependido, pede perdão, Ele
perdoa na hora! Ele perdoa sempre”.
O papa falou também do “quanto” Deus está
disposto a perdoar. “Basta arrepender-se e pedir perdão”; “não precisa pagar
nada”, porque “Cristo já pagou por nós”. Um exemplo é o filho pródigo, que,
arrependido, prepara um discurso para o seu pai, mas o pai nem sequer o deixa
falar: o abraça e o recebe consigo imediatamente.
“Não há pecado que Ele não perdoa. Ele
perdoa tudo. ‘Mas, padre, eu não vou me confessar porque fiz muitas coisas
feias, tantas que não vou ter perdão’. Não. Não é verdade. Ele perdoa tudo. Se
você vai arrependido, Ele perdoa tudo. E muitas vezes nem deixa você falar!
Você começa a pedir perdão e Ele faz você sentir a alegria do perdão antes
mesmo de terminar de dizer tudo”.
Francisco disse ainda que Deus “faz festa”
quando perdoa e depois “se esquece” dos nossos pecados, porque, para Ele, o que
importa é “encontrar-se conosco”.
O Santo Padre sugeriu neste momento um
exame de consciência para os sacerdotes dentro do confessionário. “Estou
disposto a perdoar tudo?”, “a me esquecer dos pecados dessa pessoa?”. Porque a
confissão não é um julgamento, disse o pontífice, e sim um encontro.
“Muitas vezes, as confissões parecem uma
formalidade. Tudo mecânico! Não! E o encontro, onde é que está? O encontro com
nosso Senhor que reconcilia! E este é o nosso Deus, tão bom! Nós também temos
que ensinar: que as nossas crianças, os nossos jovens, aprendam a se confessar
bem, porque se confessar não é ir a uma tinturaria para tirar uma mancha. Não!
É ir se encontrar com o Pai, que reconcilia, que perdoa e que faz festa”.
O que o
Santo Padre diz é a mais pura das realidades, posso atestá-lo!
O perdão
de Deus é a grande novidade do Evangelho de Jesus Cristo!
Se toda a
gente tivesse conhecimento exacto destas verdades… em qualquer circunstância
que vivesse ou tivesse vivido… quanta felicidade encontraria?!
Que o Espírito Santo nos
ajude a todos a encontrar o verdadeiro caminho da felicidade por que tanto
ansiamos!
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