segunda-feira, 11 de junho de 2018

A VERDADEIRA PAZ... PROMOVE-SE NA FAMÍLIA!

Família!
Um grupo de pessoas unidas pelo amor!
Amor mútuo entre o casal; amor paternal de pais para filhos; amor filial de filhos para pais; amor familiar ente os mais membros da família a que chamamos família alargada!
Para que uma família possa ser realmente unida e manter-se unida necessita de ter Jesus como elo de união entre os cônjuges,  entre estres e os filhos, entre os filhos, e entre toda a família alargada.
Onde não está Jesus, o mal começa a criar raízes e os desentendimentos e desaconchegos começam a acontecer! E tal como uma trovoada cria mal-estar em toda a ente que a ouve... os problemas familiares afligem, não só a família, mas também quem está por perto, ou seja, o seu meio ambiente circundante.
Onde entram as desconfianças, os egoísmos, os mal entendidos, os orgulhos, os egocentrismos, ou seja, o julgar-se melhor do que qualquer outro e querer ter toda a gente voltada para si.
Isto é um desarranjo total! Uma desordem sem tamanho!
E sem necessidade de ‘armas’... uma guerra permanente!
A verdadeira paz tem que começar na família e promover-se na família!
Na compreensão tolerância aceitação e aconchego entre os pais, no acolhimento e dedicação igual a todos os filhos, na ajuda mútua entre todos, no uso habitual do ‘obrigada, desculpa, com licença’, no moderar a voz e os gestos, na valorização e exaltação das qualidade não admitindo o mal-dizer seja de quem for, no olhar os idosos com carinho... tantos... tantos comportamentos promotores de paz!
E se na família há paz... no encontro de famílias, impreterivelmente, tem que haver paz!
Mas...
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"O PRIMEIRO PASSO PARA A PAZ É TÊ-LA DENTRO DE NÓS"
A paz que alcançamos dentro de nós não a perdemos quando à nossa volta ela não existe.
A paz interior é um estado de espírito que revela a nossa relação com o ambiente e com o transcendente. Ela vai além do conceito de paz enquanto ausência de conflitos. É muito mais que isso. É uma postura espiritual constante e coerente diante de qualquer situação, porque a nossa verdadeira paz está em Deus.
Buscar a união com Deus dentro de nós é o primeiro passo para tê-la também com os irmãos.
Quem está unido a Deus está unido também a todas as pessoas sem excluir nenhuma delas, pois essa união está estabelecida, antes de tudo, dentro do coração como fruto da união com Deus.
Portanto, a paz dentro e à nossa volta, a paz com todos, sem exceção.
"QUEM PROMOVE A PAZ DÁ O PRIMEIRO PASSO"
Quem está em paz consigo mesmo e com Deus exprime essa paz em todos os seus gestos e palavras; dá o primeiro passo para a reconciliação se o relacionamento estiver rompido; perdoa as ofensas recebidas.
"Se estás, portanto, para fazer a tua oferta diante do altar e te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa lá a tua oferta diante do altar e vai primeiro reconciliar-te com teu irmão; só então vem fazer a tua oferta." (Mt 5,​ ​23-24)
Prestemos atenção: Jesus não diz "Se tens algo contra teu irmão", mas "Se teu irmão tem algo contra ti".​ Isso, para mostrar que devemos dar o primeiro passo, não somente quando fomos nós que ofendemos o outro, mas mesmo quando foi o outro que nos ofendeu.
​Quem promove a paz segue a lógica da justiça de Deus e ama em primeiro lugar, dá o primeiro passo.
Abraços
Apolonio
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Então... para que haja paz nas famílias... urge que cada membro dessa mesma família se sinta bem consigo mesmo, por não estar a proceder mal consigo mesmo nem com ninguém!
Uma família que viva na paz e em paz... espalha paz, é pacífica e grande promotora de PAZ.
O que só se consegue, em união com Deus/Amor, e amando como a Sua Face n terra, Jesus, o exemplificou com as Suas obras e no-lo disse com as Suas Palavras!
Mãe de Jesus, Senhora da Paz, ajudai-nos a viver em Paz!
Senhor! Dai-nos a PAZ!
HN

domingo, 10 de junho de 2018

FAMÍLIA... DE FAMÍLIAS!


Família de famílias... é do que falam a maior parte das homilias deste 10º Domingo do Tempo Comum, Ano B. 
Para chegar à ‘Família de famílias’ teremos de começar por pensar na família humana, formada por um homem e uma mulher, unidos pelo amor mútuo, com vida comum, que atualmente se concretiza pela união de facto, Casamento Civil, ou Casamento/Sacramento do Matrimónio para os cristãos católicos!
Nessa família humana, habitualmente, aparecem os frutos do amor, os filhos. E como em tudo o que é humano, há bons e maus comportamentos e boas e más maneiras de ser a agir!...
Para conservar a união entre os dois e com os filhos e demais familiares... terá de haver... antes de mais, um enorme desejo de manter a união que passará por uma constante compreensão e aceitação pessoal  cada qual de si mesmo... e do cônjuge... numa constante e progressiva adaptação mútua comum entre os dois.
Entre o casal tem que haver respeito mútuo, compreensão mútua, aceitação mútua, ajuda mútua, auto correção mútua, hétero-correção mútua, passos imprescindíveis para o crescimento do amor mútuo e continuação da família formada pelos dois, homem/mulher.
Com os restantes familiares deve manter-se uma relação de muita amizade, mas de tal forma que não  lhe seja dado interferir nas decisões pessoais ou de cada membro do casal... na educação dos filhos... no encaminhamento das decisões tomadas ou a tomar.
Que se mantenham presentes, sim, mas porque gostam de estar juntos e para ajudar se solicitados... sem interferir na organização ou reorganização da vida do casal, de cada um, ou dos dois.
Muitas vezes, principalmente os pais, de um ou de outro, com a pretensão de ajudar, interferem na vida dos filhos e só estragam!
O casal tem de sentir-se responsável por si mesmo, sem ninguém no comando das suas decisões, que certas ou menos certas, os levarão a assumir responsabilidades e a aprender com os próprios erros, corrigindo-os juntos e crescendo juntos!
Claro que, para se conseguir ser casal como convém, a união entre os esposos tem que assentar em Jesus Cristo/Deus!
É a falta de Jesus Cristo assumido pelos casais nas suas vidas que leva a que haja tantos divórcios!
Sem a ajuda de Jesus no casal, não é possível continuar juntos!
Não há nenhum ser humano que consiga uma aventura destas, sozinho! Porque isto é uma aventura, sem tamanho à vista, pois só acabará com a morte de um dos dois! E depois... ainda fica a saudade... para estragar tudo.
Assim sendo, e atendendo à estruturação que configura os espaços neste mundo lindo onde nos movemos e vivemos... muitas famílias formam uma paróquia... a mais pequena ‘família de famílias!’
Depois vem a Diocese com o Bispo e conjunto de paróquias, depois o País com o Patriarcado, depois o conjunto de países... e Roma... a sede geral de todos os países, liderada pelo Papa... agora... o Francisco, que tanta abertura tem dado à Igreja Católica ou Universal de Jesus Cristo... a grande ‘Família de famílias!’
Como membros ativos deste enormíssima ‘Família de famílias’... que contributo teremos dado para o bem estar geral de todas as famílias, da Igreja Católica e não só, pois Deus é Pai de todos e só quer que todos tenham, de facto,  entre si, tudo quanto o verdadeiro Amor nos pode dar?
Será que estamos inseridos reunidos e unidos pela LUZ de CRISTO para sermos Família de Jesus?
Com Jesus, ainda há  tanto que pensar e aprender sobre ‘família’... que o tema não se esgotará com facilidade!
Que Maria e José nos liguem cada vez mais a Jesus e nos ensinem a ser, cada vez mais, a FAMÍLIA que Ele quer que sejamos!
Que sempre seja louvado!
Bom final de Domingo... e boa semana... em ‘família!’
HN

sábado, 9 de junho de 2018

A FAMÍLIA DE JESUS!

‘Nasce-se a aprender... e morre-se sem saber!’
Este provérbio popular é algo extraordinário, é a verdade pura, nua... e crua!
Quando olho para trás, para a minha meninice, adolescência, juventude e mesmo princípio de adultez, em que sempre fui pessoa interessada por aprender e conseguia fazê-lo com esforço mas muito bem... em que meus pais, avós e tios me conduziram o melhor que sabiam... e eram realmente sábios... quanto desenvolvimento se foi operando em mim!
Na minha profissão docente... o quanto aprendi para ensinar e ao ensinar... ou melhor dito... a ajudar a aprender!  
A vida, de facto, é uma escola constante que devemos aproveitar sempre, porque as situações propícias à aprendizagem, se estivermos atentos, sucedem-se em todos os segundos.
Hoje penso na Família de Jesus... que me foi apresentada como Maria e José! Mais tarde surgiu a Avó Ana e o Avô Joaquim, Pais de Maria!
Dos Pais de José, ninguém falou, uma vez que Jesus era Filho de Deus de Quem José era apenas Pai Adoptivo!
E quanto a isto... não quero de forma alguma entrar nas construções familiares dos nossos tempos em que se fala de pais biológicos, pais de coração...
O que interessa é que para mim, até há muito poucos anos, a Família de Jesus era a Sagrada Família de Nazaré!
E ainda é... foi ali que Ele nasceu, cresceu, aprendeu... Se fez Homem entre os homens... mas tão cheio de Amor e Sabedoria que ultrapassou todas as barreiras humanas e nos colocou como  que numa vida incompreensível aos nossos olhos e apenas sensível ao nossos corações. É só pensar um pouquinho na parte final do Evangelho deste Domingo:
«Quem é minha Mãe e meus irmãos?». E, olhando para aqueles que estavam à sua volta, disse: «Eis minha Mãe e meus irmãos. Quem fizer a vontade de Deus esse é meu irmão, minha irmã e minha Mãe». 
Que palavras maravilhosas! Que grandeza tão dignificante Jesus dá às pessoas que tentam viver a amar do jeito que Ele amou, ama, e amará eternamente!
Então, o melhor que podemos fazer, é aprender a amar sempre e cada vez mais, porque só o Amor dignifica a vida e faz a vida eterna, porque o Amor verdadeiro não acaba nunca!
É por isso que Jesus diz que a Sua Família é quem faz a vontade de Deus... que é AMOR e só quer de nós... Amor!
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"FAZER AUMENTAR O AMOR"
Devemos nos espelhar no amor de uma mãe por seu filho se quisermos aumentar o amor.
Se o filho está doente, ela redobra o amor em dedicação; se o filho se desvia dos bons princípios, ela multiplica seu amor quase ao infinito a fim de resgatá-lo; se percebe que o filho corre algum risco, oferece a sua vida para livrá-lo do mal; a todo instante, ora por ele, cuida dele, sem pedir nada em troca.
Se o amor materno, que é de natureza humana, é capaz de qualquer sacrifício para amar o filho, imaginemos o amor de um Deus que é Pai e Mãe.
Aumentemos o amor até à medida máxima, até o sacrifício do próprio eu, que é dar a vida por amor aos seus amigos.
Abraços
Apolonio
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Muito bem, Apolonio!
Se o amor materno, humano, faz tanto a favor dos seus filhos, quanto mais o fará Deus pela Humanidade, homens e mulheres de quem é  Pai/Mãe!
Boa noite... Família de Jesus! E bom Domingo, recheadinho de Amor!
HN

sexta-feira, 8 de junho de 2018

SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS!



Hoje foi um dia muito importante!
Nas andanças da vida, acabam por nos passar despercebidas as enormes grandezas dos dias... mas muitas vezes há algo que nos desperta!
Hoje, foi a Missa transmitida da Basílica da Santíssima Trindade pela Canção Nova. Quando verifiquei que a Eucaristia não estava a ser a habitual dos dias de semana... é que me lembrou da Festa do Sagrado Coração de Jesus. E trouxe-me imensas aprendizagens que me encheram por dentro e por fora!
O Sagrado Coração de Jesus, Milagre de Amor para nós, as Suas mensagens dirigidas a Santa Margarida Maria, a tantos outros corações... e a nós mesmos!
Foi uma homilia maravilhosa, tocante.
Agora, no ‘Evangelizo,’ o que me chegou sobre o Sagrado Coração de Jesus:
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São Boaventura (1221-1274) franciscano, doutor da Igreja
A vinha mística, nº 2
Os soldados não trespassaram apenas as mãos de Jesus, mas também os seus pés; e a lança do seu furor trespassou ainda o lado e, até ao fundo, o sagrado coração, já trespassado pela lança do amor.
«Feriste-me o coração, minha ir­mã e minha noiva, feriste-me o coração!» (Cant 4,9) Ó Jesus amantíssimo, tendo-Vos a vossa esposa, vossa irmã, vossa amiga ferido o coração, era também necessário que os vossos inimigos vo-lo ferissem? E vós, seus inimigos, que fazeis? Se o coração dulcíssimo de Jesus já está ferido - ou antes, porque está ferido -, porque lhe infligis segunda ferida? Ignorais pois que, à primeira ferida, o coração se extingue e se torna, de certa maneira, insensível?
O coração do meu dulcíssimo Jesus morreu porque foi ferido; uma ferida de amor invadiu o coração de Jesus nosso Esposo, invadiu-o uma morte de amor. Para quê segunda morte? Mas «forte como a morte é o amor» (Cant 8,6); mais ainda, ele é na verdade mais forte que a própria morte. [...] Vede como o amor, que habita o coração e o mata com uma ferida de amor, é forte; e não o é apenas o do Senhor Jesus, mas também o dos seus discípulos.
Foi assim que foi ferido e que morreu o coração do Senhor Jesus, exposto à morte todo o dia, tratado como ovelha para o matadouro (Sl 43, 23). Entretanto, sobreveio-Lhe a morte corporal, que triunfou durante algum tempo, mas a fim de ser vencida para toda a eternidade.
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Diz-nos muitas coisas esta meditação!
Mas, acerca de meditações, não me queria ficar por aqui... porque... quando os mestres falam... devemos dar-lhes ouvidos!
Vejamos esta, também, do ‘Evangelizo:’
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São Gregório Magno (c. 540-604) papa, doutor da Igreja
Homilias sobre o Evangelho, n.º 30; PL 76, 1220
Não se pode amar verdadeiramente a Deus sem amar o próximo, nem amar verdadeiramente o próximo sem amar a Deus. Foi por isto [...] que o Espírito foi dado aos apóstolos por duas vezes: primeiro, pelo Senhor enquanto vivia na Terra, e depois, pelo Senhor quando reinava no Céu (Jo 20,22; At 2). Foi-nos dado na Terra para amarmos o próximo, foi-nos dado do Céu para amarmos a Deus. Mas porque foi primeiro na Terra e depois no Céu? Para que compreendêssemos claramente estas palavras de João: «Quem não ama o seu irmão, que vê, não pode amar a Deus, que não vê» (1Jo 4,20).
Assim, meus irmãos, cuidemos bem do nosso próximo; amemos aquele que está próximo de nós, para que nos seja possível amar Aquele que está acima de nós. Que o nosso espírito se exercite a dar ao próximo aquilo que deve a Deus, a fim de merecer gozar em Deus, com este mesmo próximo, de uma alegria perfeita. Alcançaremos então a alegria própria dos habitantes do Céu, cujo penhor recebemos já pelo dom do Espírito Santo. Tendamos com todo o nosso amor para este fim, onde rejubilaremos sem fim. Aí se encontra a assembleia santa dos cidadãos do Céu; aí se vive uma festa segura; aí está o repouso permanente; aí há uma paz verdadeira, que já não nos será apenas deixada, mas dada por Nosso Senhor Jesus Cristo (Jo 14,27).
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Para mim... no dia festivo da Solenidade do Sagrado Coração de Jesus... estas duas meditações deram mais vida ao meu dia e estão a deixar a minha noite mais cheia da Luz do verdadeiro Caminho que continuará a ajudar-me a conseguir levar uma vida cada vez de mais e maior
Amor!
Que o Sagrado Coração de Jesus nos anime a todos!
Que sempre seja louvado, querido, amado, seguido!
Bom fim de semana, com... e no... Sagrado Coração de Jesus!
HN

PRIMEIROS... PASSOS!


Os primeiros passos são sempre os mais difíceis de dar.
Vemo-lo numa criança que começa a caminhar... e precisa de muito apoio... e para o conseguir... cai inúmeras vezes! E chaga a magoar-se!
Na vida de todos nós acontece o mesmo, em tudo o que nos propomos fazer!
É preciso calcular muito bem as coisas, perder o medo e ganhar muita confiança!
Seja no que for. Os princípios são sempre difíceis! Aos pouquinhos... vamo-nos habituando e as dificuldades vão  desaparecendo... até que tudo se vai tornando cada vez mais fácil.
Mas há coisas... de que andamos muitos anos à procura... sem sabermos muito bem por onde começar!
E não sabemos ir às raízes dos nossos comportamentos para os podermos começar a alinhar!
Então... temos de prestar atenção às partilhas que nos vão chegando... e aprender mais um pouco com elas!
«»
"SER OS PRIMEIROS A CONSTRUIR A PAZ"
Quando não estamos bem com outra pessoa e achamos que temos razão, nunca pensamos em dar o primeiro passo para recompor o relacionamento e restabelecer a paz.
Achar que estamos com a razão não nos traz nenhum benefício porque não nos faz felizes. Sempre que falamos no assunto, sofremos. Sempre que pensamos no fato, sofremos. Fazemos sofrer também as pessoas que querem bem tanto a nós quanto à outra pessoa.
Façamos uma revolução de amor: demos o primeiro passo. Busquemos recompor a paz com aquele amigo ou amiga que nos decepcionou; com aquele parente que não está de acordo com nossas ideias; com aquele colega que nos parece indiferente.
Sejamos os primeiros a construir a paz. Não só seremos realmente felizes, mas seremos chamados filhos de Deus. (Cf. Mt 5,9)
Abraços
Apolonio
«»
Muito pertinentes estes conselhos! Não encontro palavras para os definir! São muito reais e elucidativos!
Uma das coisas que mais me custa é quando, em conversas, deparo com pessoas que se não conseguem entender umas com as outras... e ambas minhas amigas! É duro demais! Até porque... além de ouvir, tentar compreender, enaltecer o bom de cada uma e calar o restante ou alinhavar uma ideia ou palavra... pouco mais posso fazer... do que dizer ao Senhor que aquelas pessoas precisam de ajuda!
Claro que eu sei que o Senhor está com elas... assim como eu quero estar... mas Ele conhece cada pessoa intimamente... coisa que  eu não conseguirei nunca... razão porque Ele tem muito mais possibilidades do que eu para ajudar!
Mas... Ele precisa de mim, de ti, do outro ou outra, para se tornar presente a quem necessita!
E como eu não sei que fazer, vou-Lhe pondo o problema e tentando escutá-Lo no mais íntimo de mim onde, aos pouquinhos... me vai sugerindo o que fazer!
Bom... é uma forma de oração... que enche por completo o coração e a vida!
Boa sexta... que a Quinta já se foi!
São mais que horas de dormir!
Bons sonhos!
HN

quinta-feira, 7 de junho de 2018

A VINHA DO SENHOR!


Ao olhar para trás... nem tempo tive para colocar um postezinho no meu blog, porque o dia foi muito longo...
Longo... mas agradável!
Ter bastante que fazer pode cansar-nos um pouco, mas dá-nos mais vida, mais consolo, mais força, mais vontade de trabalhar!
E quando deparei com esta meditação... e vi o quanto ela me toca... não me contive! Aqui vai:
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São (Padre) Pio de Pietrelcina (1887-1968), capuchinho 
Carta 3 
«Vai trabalhar hoje para a minha vinha» (Mt 21,28)
Bendigo a Deus de todo o meu coração, porque me fez conhecer almas verdadeiramente boas. Pude anunciar-lhes que também elas são a vinha do Senhor: a cisterna é a sua fé; a torre, a sua esperança; o lagar, a sua caridade; a sebe é a lei de Deus, que as separa dos filhos das trevas.
Vou ficar por aqui, porque o sino chama por mim; vou ao lagar da igreja, que é o altar. É de lá que brota continuamente o vinho sagrado desta uva deliciosa e única com que tão poucos têm a graça de poder inebriar-se. Ali, como sabeis, pois não posso agir de outra forma, apresentar-vos-ei ao Pai dos Céus, unido ao seu Filho; é nele e com Ele que sou inteiramente vosso, no Senhor.
Senhor Jesus, salva-os a todos! Ofereço-me como vítima por todos eles. Torna-me mais forte; toma este coração, enche-o do teu amor, e depois pede-me tudo o que quiseres.
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Vinha do Senhor! Trabalhar na vinha do Senhor... é amar e espalhar Amor! Todas as vezes que o fizermos... estamos a trabalhar na Vinha do Senhor!
Mas... vamos pensar numa outra verdade que Jesus afirmou: “Eu sou a videira... e vós os ramos!”
Assim sendo... se Jesus é a videira e nós os ramos... todos somos Vinha do Senhor!
E somos... porque Jesus morreu por todos nós e o Senhor ama-nos a todos, a todos, sem qualquer exceção!
Agora... cá para nós... interiorizando muito bem o que nos diz o tão conhecido e Santo autor do texto... será que somos, de facto, vinha do Senhor?
Como serão  as nossas atitudes, serão de cachos com bagos comestíveis... ou não passarão de agraços?
É que a diferença pode estar aí... em nós... nas nossas atitudes de todos os momentos... que podem mesmo não ser as melhores!
Mesmo certos de que Deus nos perdoa, tenhamos temor de Deus, ou seja, não O queiramos desgostar... falando assim ao nosso modo bem humano!
E Boa Quinta Feira... que a Quarta já lá vai!
HN

terça-feira, 5 de junho de 2018

AUTÊNTICAS... MARAVILHAS!...


!Há maravilhas que nos chegam como que por milagre
O milagre das partilhas de vida, do que pensamos e fazemos, das nossas conversas mais íntimas, do nosso verdadeiro ser e querer, compreender e viver!
Das partilhas... e das pessoas que se dedicam a procurar sábia e pacientemente os textos para os colocar adequadamente onde mais convém.
Faz parte do meu dia pensar um pouquinho nas Leituras da Liturgia Diária que estão no Secretariado Nacional da Liturgia, que alguns amigos vão partilhando no Facebook, e me chegam através do Evangelho Quotidiano agora chamado de Evangelizo.
Hoje...vejamos o que aí nos diz...
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Santa Catarina de Sena
Amor eterno [...], peço-To em graça, tem misericórdia do teu povo, em nome da caridade eterna que Te levou a criar o homem à tua imagem e semelhança (Gn1,26). [...] Só o fizeste, ó Trindade eterna, porque querias levar o homem a participar de Ti. Foi por isso que lhe deste a memória, para que se lembre das tuas mercês, e para que participe assim no teu poder, ó Pai eterno. Foi por isso que lhe deste a inteligência, para que possa compreender a tua bondade e participe assim da sabedoria do teu Filho único. Foi por isso que lhe deste a vontade, para que possa amar o que vê e o que conhece da tua verdade, e assim participe no amor do teu Espírito Santo. O que Te levou a dar uma tão grande dignidade ao homem? O amor inesgotável com que olhas a tua criatura em Ti mesmo.
[Mas,] por causa do pecado, ela perdeu a sua dignidade. [...] Então Tu, levado por esse mesmo fogo com que nos criaste [...], deste-nos o Verbo, o teu Filho único. [...] Ele cumpriu a tua vontade, Pai eterno, quando O revestiste da nossa humanidade, à imagem e semelhança da nossa natureza. Ó abismo de caridade! Que coração poderá deixar de ceder ao teu amor, vendo o Altíssimo juntar-Se à baixeza da nossa humanidade? Nós somos a tua imagem, e tu és a nossa, pela união que consumaste no homem ocultando a tua divindade no barro de Adão (Gn 2,7). [...] O que te levou a fazê-lo? O amor! Tu, que és Deus, fizeste-Te homem, e o homem tornou-se Deus. Por esse amor indizível, rogo-Te, tem misericórdia das tuas criaturas.
«»
Uma meditação maravilhosíssima que não resisti a partilhar aqui... e que... se dependesse de mim... chegaria a todas as partes do mundo... a todas as pessoas... para que pudessem sentir-se mais felizes e com muito mais vontade de espalhar amor por todas as criaturas!
Espalhar amor... na positividade, aceitação, compreensão, sorriso, gestos e atitudes, olhar atento, partilhas, na união e fraternidade de uma vida verdadeiramente solidária!
No meio de tanta pequenez e fraquezas inumeráveis... sentir-se um com Deus como diz Santa Catarina de Sena... é algo de extraordinário!
Mas que no dia-a-dia, muitas vezes, parece mesmo que sentimos a companhia de Deus a falar-nos de coisas inimagináveis até ali... e porque sentimos que é o Senhor que nos fala... tentamos logo pô-las em prática e vemos então que o que nos parecia tão difícil se torna perfeitamente normal, é um facto real!
Tantas coisas temos ainda que aprender!... Aprender... é de sempre!
Continuemos... ‘crianças’ como Jesus nos sugeriu, pois só assim poderemos continuar a aprender, como devemos... e com muito entusiasmo!
HN

segunda-feira, 4 de junho de 2018

DIAS... E DIAS!


Há dias em que nos parece estarmos vestidos por fora... e despidos por dentro.
Assim como uma espécie de nevoeiro a embaraçar o pensamento incapacitado de discernir algo que mereça registo... e muito menos partilha!
São momentos raros... mas que acontecem... penso que a todos nós!
Não sei muito bem o que pensar de tudo isto... mas talvez sejam brechas na caminhada para nos chamar à atenção de que temos de nos aceitar como somos... e mais ainda os momentos que temos... para tirar deles o melhor que soubermos para a nossa vida e a de quem connosco vai convivendo em todos os segundos.
O tempo passa veloz, temos de aproveitar muito bem o tempo e as possibilidades que temos de crescer nele e com ele.
«»
"SER SOLIDÁRIO"
Ser solidário com cada pessoa é fazer o papel do bom samaritano, é ser sensível ao sofrimento do outro sem fazer distinções. De fato, o samaritano socorreu um homem ferido que historicamente pertencia a um povo inimigo. (Cf. Lc 10,25-37)
Ser solidário é amar intencionalmente a Deus, fazer-se instrumento seu para chegar a todos, é deixar-se conduzir pela sua lógica, pelo seu amor imenso e imbatível, sendo seus braços que sustentam e erguem o decaído, suas mãos que afagam o angustiado, sua voz que acalma a dor e dá consolo ao desesperado.
Fazer-se próximo de cada pessoa que encontramos é ser justo, solidário, amigo, irmão. É ser portador de paz e construtor de um mundo unido.
O amor de Deus enxuga nossas lágrimas, transforma tristeza em alegria e traz o céu à terra. Sejamos seus instrumentos neste dia, sendo solidários com todos.
Abraços
Apolonio
«»
Ser solidário, sim! E sempre!
Já pensei no que fazer de bom a alguém nestes estados de espírito... e concluí que  se poderá fazer muita coisa!
Se ninguém pode dar do que não tem... teremos de fazer tudo para reaver o nosso equilíbrio, a nossa normalidade, e acima de tudo, mesmo despidos... poderemos partilhar a roupa... ou seja, tentar esconder o nosso mal-estar ou apresentar a plena e normal aceitação dele, procurando ser agradável para as pessoas, olhá-las com  boa disposição, compreensão, ajuda, bom acolhimento!...
Que é difícil... é! Mas é possível... e a nossa única solução... que surte bom efeito!!
É só experimentar... para ter a certeza!
Continuação de boa semana!
HN

domingo, 3 de junho de 2018

DESEJAR A PAZ.. COMO AS CRANÇAS!


Este título parece descabido... pois é um princípio que se não compreende muito bem... até porque as crianças se zangam entre si com uma facilidade imensa, zangam-se por tudo... e zangam-se por nada!
É um comportamento natural para elas, devido ao seu egocentrismo, ao cada uma se julgar o centro de tudo e a mais importante de todas as outras crianças!
Mas... ainda assim... as crianças continuam a ser um belíssimo e grande  exemplo para muitos de nós, eu diria mesmo para todos nós, pois uma vez ultrapassada a situação com choro, birrinhas, queixinhas... ou mesmo um soco ou um pontapé... e não sei que mais... não passará daí!
O acontecido acabará por ser ultrapassado e lhes sair da mente, pois passados poucos instantes... estarão novamente juntas a partilhar brincadeiras, brinquedos, saberes, aprendizagens, sorrisos, tudo!...
E nós... o que fazemos em situações semelhantes? Tentamos apaziguar-nos e apaziguar os outros... e ir ao encontro deles... ou ficamos presos è nossa razão e importância?
«»
"​TESTEMUNHAR QUE A PAZ É POSSÍVEL"
É lógico que a paz não se inventa
​. Ela é conquistada e construída, mas nós podemos usar a nossa criatividade para levá-la aos corações de todos​
 e para mantê-la no nosso.
A paz é fruto do amor que leva à compreensão recíproca, 
​à​ aceitação das diferenças e à convivência harmoniosa mesmo entre opostos.
A criança brincará com a serpente, o lobo conviverá com o cordeiro, a vaca e o urso pastarão juntos. Essa imagem de convivência narrada por Isaías  no capitulo 11, retrata a paz que se alcança através do amor mútuo.
O que parece impossível aos olhos humanos, o amor realiza com as suas "invenções”​;​ ​ parece um sonho​, mas é o sonho de Deus, portanto, possível
.Que sejamos todos ​testemunhas de que a​  paz ​ é possível.
Abraços
Apolonio
«»
Desejar a paz... como as crianças... deve ser o nosso lema!
A resolução dos conflitos parte de nós, da compreensão e aceitação das nossas fraquezas e debilidades e das fraquezas e debilidades dos outros... de aceitar e compreender a opinião dos outros sem prescindir da nossa própria opinião... mas do aceitar viver cada um do seu jeito sem se deixar influenciar por nada nem por ninguém nem desprezar a opinião dos outros!...
Do querer, realmente,  ser geradores de bem-estar, fraternidade e paz, e de tudo fazer para que a paz fraternidade e bem-estar seja um bem possível entre todos!
Senhor Jesus! Muito obrigada pelas palavras que nos deixastes. Ajuda-nos a ser sempre ávidas e ávidos de aprender a bem viver e a crescer vivendo bem... como crianças.... a escutar como as crianças... e quando necessário a deixar-nos conduzir como crianças... como tu mesmo disseste!
Boa semana... na busca de um verdadeiro “ser criança” promotores de crescimento na paz fraterna e Amor Mútuo e Solidário

sábado, 2 de junho de 2018

AINDA... O ‘SER CRIANÇAS!’


Continuo pensando em como ser criança, em tudo de bom  que a criança tem e nos ensina a cada instante!
Temos por hábito falar na dificuldade de lidar com as crianças, nas suas birrinhas de todos os dias, nos seus desacertos, teimosias, maus humores, egoísmos...
Muito bem! Claro  que é difícil, mas é a ajudá-las a lidar dom esses obstáculos com o maior carinho que nos seja possível que estamos a propor-lhes o crescimento total que elas necessitam para serem pessoas realizadas e felizes e, consequentemente, tornarem o mundo mais Racional e Humano!
Agora... gente linda, amorosa, de uma sabedoria e beleza única irrepetível e sem par... se nos olharmos concreta e correctamente... acabamos por verificar que  também nós, mutas vezes inadvertidamente, alimentamos  birrinhas, criamos desacertos, temos egoísmos e maus humores... e com este tamanhão todo... com estas longas e inexplicáveis experiências de vida, com  estes anos todos a pesar sobre nós... quem terá coragem e paciência para nos ajudar a crescer no bom comportamento, nos bons sentimentos  e nas boas atitudes como a todos convém?
Não podemos esquecer que foi para nos comportarmos bem uns com os outros e para os ajudar mutuamente em tudo quanto estiver ao nosso alcance que fomos criados!...
Isto quer dizer, muito simplesmente, que temos de tentar ver o bem que os outros praticam para aprender com eles... olhar o mal muito compreensivamente como situações que acontecem a todos... pois defeitos todos temos... nós e os outros! Defeitos que temos de aprender constantemente a compreender, aceitar e tentar corrigir, em nós e nos outros, antes e acima de tudo, pelo nosso exemplo de humildade,  solidariedade, compreensão, paciência, entrega, doação,  atenção, assistência...
Ora vamos lá a ver se não são estas... as atitudes que devemos ter com as crianças!!!...
Então... podemos ou não dizer-nos e pensar-nos eternamente crianças!
É que, se o não fizermos, se o não conseguirmos fazer, estamos muito longe de ser aquelas pessoas eternamente jovens que espalham alegria satisfação e confiança por onde passam... ainda que dentro das quatro tábuas que a irão esconder destes nossos olhos para sempre!
‘Se não vos fizerdes como crianças...’ ai que Jesus tinha muita razão... lá isso tinha... tem... e terá para todo o sempre!
Que sempre seja louvado!
Bom Domingo!
HN

sexta-feira, 1 de junho de 2018

NUNCA ESQUEÇAS... A CRIANÇA...


Sim! Nunca esqueças a criança/bebé que nasceste e cresceste... a criança que sempre foste... a criança que és... a criança que sempre serás!!!
‘Se não vos fizerdes como crianças...’
Quando Jesus valorizou tanto as crianças... não nos quis enganar... mas chamar à atenção do que é, na realidade, ser criança!
A criança/bebé surge do Amor de alguém... e se surge do Amor é Amor, não tenhamos dúvidas!
Cresce amando... do seu jeito... mas amando!
Pode ser no meio de travessuras e traquinices... mas é mesmo assim, o crescimento é uma constante descoberta de ser e amar, ou melhor, de aprender a ser, amando!
As crianças são o encanto, a beleza, a alegria e a esperança da vida!
Onde encontraremos ternura maior do que aquela boquinha pequenina à procura de alimento, a sugar a mama da mãe ou o biberão, o sorriso no rosto, as carícias que lhe saem daquelas mãozinhas pequeninas, do mexer dos pezinhos, do começar a comer... a andar... a balbuciar algumas palavras... a mostrar os seus querer no choro que muitas vezes não quer acabar?!...
Sinceramente... não sei!
Se nos olharmos bem nas crianças que connosco se vão cruzando todos os dias... os filhos... os netos... bisnetos... sobrinhos... primos... vizinhos... amigos... talvez consigamos descobrir um pouquinho de nós, do nosso ‘ser criança!’
Porque... ou... de certo modo... somos crianças... ou a nossa vida estagna, arrefece, perde o sentido!
Mesmo depois de ‘muito’ estudar... continuamos sem ‘nada’ saber!
E quem se pensar muito sábio... é o maior dos ignorantes.
A criança, conforme vai crescendo, vai tomando conhecimento da vida... do que pode ou não pode fazer... do que deve ou não deve fazer ou dizer, vai descobrindo o valor dos gestos e palavras, vai desenvolvendo sentimentos... sempre ávida de aprender cada vez mais.
E quando junto de outras crianças... aprende com elas, fala, ajuda, troca brinquedos, sorrisos, une-se nos jogos!
Daí o imenso valor de podermos colocar as crianças nas creches e infantários, é uma forma de as socializar o mais cedo possível, de fazer com que se respeitem e amem mutuamente e cresçam juntas!
Todos sabemos que a família é o centro e suporte da sociedade, e tanto as mães como as avós fazem tudo por ter as crianças com elas, ou faziam... num passado muito próximo ainda.
Actualmente... cada vez mais se está a constatar que uma criança sozinha nunca aprenderá a ser sociável como convém a uma sociedade que se quer unida no bom e no mau, disponível para ajudar, para acolher, para partilhar, para aceitar partilhas, para aprender a crescer na unidade e responsabilidade, fazendo, cada qual, o que estiver ao seu alcance para o seu próprio bem e para o bem da comunidade em geral!
Agora... pensando em mim... em nós... bem vistas as coisas... não são estas as nossas obrigações de todos os dias? Ou deveriam ser???
Se não são... é porque algo esta mal! É porque deixamos de ser crianças... e isso é muito mau!
Aprende-se... até morrer... depois de de  nascer a aprender!
E segundo alguns especialistas na matéria, antes de nascer já se aprende com o que se consegue descobrir e viver na barriga da mãe... ou do que dos descendentes nos foi legado pela nossa parte genética!        
Vou-me ficar por aqui... pois o leque é tão vasto que até mete medo de o encarar mais de frente!
Para todas as crianças, de ambos os géneros e de todas as idades... um maravilhoso e feliz dia!
Maravilhosos e felizes dias!
HN