segunda-feira, 8 de julho de 2013
OLHAR… E TENTAR VER FUNDO!...
Hoje, dei
comigo a pensar no mundo e em quem o governa, além da Natureza a que ninguém
consegue dominar! Esta obra magnífica de Deus, deveria ser governada por Deus,
mas na sua grande parte não é! Se o fosse, à boa maneira do Mestre Jesus
Cristo, os governantes poriam no primeiro lugar da sua preocupação de
governantes os problemas e preocupações dos mais desprotegidos dos governados,
o que na realidade não acontece!
Recuo no
tempo os dois mil e tal anos que passaram sobre a vida terrena de Jesus Cristo que,
por ser sincero e coerente na proteção dos pobres e abandonados tratando toda a
gente, igualmente, de forma sensata, caritativa, solidária e fraterna, morreu à
mão da insensatez dos governantes da época, e muito tristemente vejo que a essa
parte a evolução humana mundial foi muito pouca.
Não vivo
de saudosismos, e acho que o passado só é válido se visto de forma a ajudar-nos
a melhorar o futuro!
Quando a
Monarquia governava e se sofria horrivelmente às mãos de reis maníacos e
exageradamente egoístas, diz-nos a História Universal que a vida era dificílima.
Aos
poucos, com avanços e recuos, a sociedade foi evoluindo. Com o aparecimento de
novas ideias, pela grande maioria das nações surgiu o Governo de República conforme
o conhecemos!
Sem
sombra de dúvida, agora, há muito mais qualidade de vida! Mas se olharmos bem
mais fundo, verificaremos que cada época tem os seus problemas específicos e os
do nosso tempo não são nada meigos!...
Enquanto
nos fomos livrando das guerras tribais e religiosas, foram-se desenvolvendo os Transportes,
as Comunicações, a Medicina, a Saúde, a Educação, a Tecnologia… e no meio de toda
esta amalgamada e inquietante confusão quase podemos dizer que a eletricidade comanda
tudo… abaixo do dinheiro, claro está!
Agora… as
guerras tribais e religiosas que ainda subsistem tendem a desparecer, mas a guerra
do lucro desenfreado do dinheiro fácil e do chegar ao poder a todo o custo é
uma enormíssima pandemia que põe de rastos toda a gente principalmente as
pessoas mis sensatas e as menos favorecidas a todos os níveis: crianças e
jovens a perder a qualidade de educação… adolescentes e jovens cada vez com
menos postos de trabalho… pessoas adultas caídas no desemprego sem modos de
vida digna nem possibilidades de novo emprego… deficientes, doentes crónicos e
velhinhos cada vez com maior solidão e dificuldade!
Esse
ditado importantíssimo que nos diz que “em democracia manda a maioria”, pela vaga
imparável de cegueira, insensatez, incoerência e corruptibilidade, deixa muito
a desejar!
Hoje,
quero pensar apenas que Jesus Cristo viveu não em Seu próprio proveito mas a
defender os mais desfavorecidos da sociedade do Seu tempo! E também quero perguntar
a mim mesmo e à esmagadora maioria dos cristãos, seguidores de Jesus Cristo, o
que têm feito e o que pensam continuar a fazer pelo bem-estar social neste
mundo onde vivemos!
Nem todo
o que diz “Senhor, Senhor”… e ainda vai às igrejas rezar e receber os
Sacramentos, vive de acordo com a vontade do Senhor que traz constantemente na
boca, mas muitas vezes longe das atitudes e do coração!
Palavras…
leva-as o vento!
Necessitamos
de obras, de atitudes!
É hora de
cada um de nós, que se diz cristão, olhar para si mesmo e… pelo menos… tentar
ver mais fundo para poder agir com a coerência e dignidade que a sua condição de
cristão seguidor de Jesus Cristo exige!
Que o Espírito Santo me(nos) ajude!
domingo, 7 de julho de 2013
PARAR, REFLETIR, DESCOBRIR E RECOMEÇAR!
Não sei muito bem o que me tem passado pela cabeça… mas inúmeras coisas! Tantas, que não me tenho conseguido autocontrolar nem compreender com elas! E quando uma pessoa não se sente com capacidade de se compreender consigo mesma… algo está muito errado! Pode até, aos olhos de quem nos vê e observa, parecer que tudo está muito bem… mas não está!
E então acaba por se procurar medicamentos que nos acalentem o interior e nos ajudem a vencer os obstáculos que só nós próprios vemos e sentimos… e quando isso chega a acontecer… estamos a enganar-nos, num engano tal que não tem peso nem medida!
O curioso
é que normalmente acabamos por ter uma linguagem cortante com as pessoas que se
drogam… esquecidos de que muitos medicamentos que tomamos são autênticas drogas…
mas sem perigos de sermos castigados por as ingerir!
Sem
sombra de dúvida que os medicamentos para nos controlar as emoções quando os
acontecimentos nos ultrapassam por completo, são úteis, são necessários, são
imprescindíveis, mas só até certo ponto. Os medicamentos acabam por falhar se
não tentarmos cortar o mal pela raíz, conseguindo uma boa dose de hétero e autoconhecimento,
interioridade, humildade e aceitação das situações adversas, compreensão e
força de vontade para uma entrega mais sólida e capaz à resolução das
situações, a partir da sua raiz, nada
é possível!
Hoje…
estou a recordar o grande São Paulo quando diz: “Tudo posso n’Aquele que me
conforta!’
Eu sei
que n’Aquele que me conforta tudo posso… mas há momentos que até ESSE que está
sempre presente a confortar-nos me parece ausente!
Saudades…
das longas doçuras inefáveis que me punham a viver sonhos acordados e me transportavam
tão decididamente aos impossíveis, doçuras que agora são tão escassas e
curtinhas que quase me passam despercebidas!...
Hoje…
decidi sair de mim para me encontrar comigo a sós, para poder parar, refletir
descobrir e ganhar coragem para recomeçar… não como antes era, mas como devo ser
a partir de agora!
Não sei
como… mas vai acontecer… tem de acontecer!
É muito
difícil tentar subir a encosta de um monte… mas resvalar até ao sopé, ao mais
pequeno descuido ou deslize, acontece de um instante para o outro!
Isso não
pode acontecer comigo! Decididamente, eu não quero que aconteça! E como ando
com a coragem e força perdidas… que o Espírito Santo de Amor me ajude a recuperar
e ultrapassar o que já fui, porque, nas palavras de um digníssimo Diretor Espiritual que nunca por nunca vou esquecer,
pois faz anos que não me dirige e na enorme maioria das vezes ainda são as suas
palavras que me orientam a vida, o que foi… já passou; agora… tem de lutar por
ser melhor! Muito melhor!...
Quantas
pessoas… tal como eu… lutarão contra intempéries que parecem incontornáveis?!...
Que
tenhamos presente o “Tudo posso n’Aquele que me conforta!” Que o Senhor Jesus e
Sua Santíssima e Amabilíssima Mãe sejam a nossa companhia e nos aconcheguem nos
seus imaculados e sagrados corações, e que o Espírito Santo me(nos) encoraje e
encaminhe!
sábado, 6 de julho de 2013
FAMÍLIA… AMOR… TRABALHO E SOCIEDADE!
Deus é Amor!
A Família, fonte de vida
e a célula fundamental da Sociedade, tem como base fundamental o Amor!
O desenvolvimento social
só acontecerá se alicerçado no Amor, em Deus!
Assim, a Doutrina Social
da Igreja é importantíssima para o desenvolvimento da Família dentro da
Sociedade em que está inserida na implementação de uma maior justiça, bem-estar
e paz!
Mais do que nunca, tento
dar a maior atenção à Agência Zenit que notícia tudo quanto é mais importante
na vida da Igreja e, consequentemente, do Santo Padre, que tem aproveitado as
homilias da Eucaristia celebrada ou concelebrada na capela de Santa Marta para
ir catequizando os cristãos levando-os a trilhar cada vez com mais segurança os
caminhos de Deus, do Amor!
Já não me lembro a quem
o Papa Francisco se dirigia, mas mais uma vez passo a descrever parte de um
texto guardado e que considero muito importante para o trabalho dos leigos
extraído da intervenção do 25 de Maio:
“… gostaria de começar agradecendo a vocês pelos seus esforços em
aprofundar e difundir o conhecimento da doutrina social, com os seus cursos e
publicações. Acho que é muito bonito e importante este seu serviço ao
magistério social, como leigos que vivem na sociedade, no mundo da economia e
do trabalho.
É justamente a tratar do trabalho que se orienta esta sua
convenção, na perspectiva da solidariedade, que é um valor fundamental da
doutrina social, conforme fomos lembrados pelo beato João Paulo II.
Ele, em 1981, dez anos antes da Centesimus Annus, escreveu a
encíclica Laborem Exercens, inteiramente dedicada ao trabalho humano.
O que significa “repensar a solidariedade?”. Certamente, não
significa pôr em discussão o magistério recente, que, aliás, demonstra cada vez
mais a sua visão profunda e a sua atualidade. "Repensar" me parece,
antes, que significa duas coisas: em primeiro lugar, combinar o magistério com
o desenvolvimento sócio-econômico, que, por ser constante e rápido, apresenta
sempre novos aspectos; em segundo lugar, "repensar" significa
aprofundar, refletir mais, para fazer emergir toda a fecundidade de um valor
–que é a solidariedade, neste caso–enraizado no Evangelho, ou seja, em Jesus
Cristo, e que, como tal, contém potencialidades inesgotáveis.
A atual crise econômica e social aumenta a urgência desse
"repensar" e sublinha ainda mais a verdade e a atualidade de
afirmações do magistério social como a que lemos na Laborem Exercens: "Ao
voltarmos o olhar para toda a família humana [...] não pode deixar de
atingir-nos um fato desconcertante e de proporções imensas: enquanto, por um
lado, conspícuos recursos da natureza permanecem inutilizados, há, por outro,
legiões de desempregados e subempregados e multidões sem fim de famintos, fato
este que, sem dúvida, testemunha que [...]algo não está funcionando" (nº
18).
É um fenômeno, o do desemprego, o da falta e da perda de trabalho,
que vem se espalhando veloz por vastas áreas do ocidente e que estende de forma
alarmante os limites da pobreza. E não há pior pobreza material, urge
salientá-lo, que aquela que não permite ganhar o pão e que priva da dignidade
do trabalho.
Esse "algo que não está funcionando" já não diz respeito
apenas ao sul do mundo, mas ao planeta inteiro. Daí a necessidade de se
"repensar a solidariedade" não mais como simples assistência aos mais
pobres, mas como uma revisão global de todo o sistema, como busca de caminhos
para reformá-lo e corrigi-lo de modo coerente com os direitos fundamentais do
homem, de todos os homens.
Essa palavra, "solidariedade", que, como se fosse má
palavra, não é bem vista pelo mundo econômico, precisa ter restaurada a sua bem
merecida cidadania social. A solidariedade não é só mais uma atitude, não é uma
esmola social, mas um valor social. E nos pede cidadania.
A atual crise não é apenas econômica e financeira. Ela está
enraizada em uma crise ética e antropológica. Seguir os ídolos do poder, do
lucro, do dinheiro, com prioridade sobre o valor da pessoa humana, tornou-se
regra básica de funcionamento e critério decisivo de organização. Foi
esquecido, e ainda se esquece, que, acima dos negócios, da lógica e dos
parâmetros do mercado, está o ser humano e existe algo que é devido ao homem como
homem, em virtude da sua dignidade profunda: oferecer-lhe a possibilidade de
viver com dignidade e de participar ativamente do bem comum.
Bento XVI nos lembrou que toda atividade humana, inclusive a
econômica, precisamente porque é humana, deve ser estruturada e
institucionalizada de forma ética (cf. carta encíclica Caritas in veritate,
36). Nós devemos retornar à centralidade do homem, a uma visão mais ética das
atividades e das relações humanas, sem medo de perder alguma coisa.”
Penso que estas palavras
do Santo Padre seriam um boa reflexão familiar, pois é na Família que se forma
e transforma a sociedade!
Prestemos muita atenção
a Zenit e outras agências noticiosas que nos vão fazendo chegar as palavras e ensinamentos
do Santo Padre, que é a voz de Deus junto dos homens! Quanto mais atenção dou
às suas palavras, mais me olho interiormente e mais graças dou ao Senhor porque
o Papa Francisco é o nosso Papa!
sexta-feira, 5 de julho de 2013
DEUS, VOCÊ E QUEM VOCÊ AMA!
Deus, você e quem você ama! Esta
frase, que de onde a retirei se referia às boas vivências em casal, tocou-me
bem fundo, pois pode aplicar-se a qualquer vida! Qualquer que seja a circunstância
em que se desenrole, a boa relação de uma vida passa sempre por um trio: a própria
vida, Deus, e a vida que se ama; a própria vida, a vida que se ama, e Deus; Deus,
a própria vida, e a vida que se ama!
Não há sombra para dúvidas! Se Deus
é Amor, impreterivelmente, tem de estar presente em todas as relações, pois de
contrário, as relações nunca por nunca poderão ser de amor, porque sem Deus o verdadeiro
amor não existe! Pode existir egoísmo, amores variados sem sumo nem sentido de
vida plena, mas amor verdadeiro é impossível sem Deus!
Há muitos casais unidos pelo
Sacramento do Matrimónio Cristão, mas há muitos mais que vivem juntos em união
de facto, casados civilmente ou em qualquer religião! O Matrimónio cristão é um
sacramento ou sinal da bênção de Deus. O Sacerdote ou Diácono que assiste à
cerimónia é uma testemunha e o representante de Deus que abençoa o casal, mas o
Sacramento em si, é realizado pelos próprios noivos, pois o “SIM” à união são
os noivos que o dão!
Mas… não podemos ter dúvidas! O amor
de qualquer casal, unido em Matrimónio cristão ou não, pode ser verdadeiro, e
é-o com toda a certeza se o casal vive em pleno respeito, união e harmonia,
ajudando-se e compreendendo-se mutuamente! E Deus está com esses casais, porque
onde estiver o verdadeiro amor habita Deus!
Vou transcrever um texto que me
chegou do comentário a um Evangelho Quotidiano, extraído de ‘Tertuliano (c.
155-c. 220), teólogo!
“Onde dois estiverem reunidos, Cristo estará presente
Onde
encontrar palavras para exprimir toda a excelência e felicidade do matrimónio
cristão? A Igreja redige o contrato, a oferta eucarística
confirma-o, a bênção coloca-lhe o selo, os anjos que são dele testemunha registam-no, e o Pai dos céus ratifica-o. Que aliança doce e santa a de dois fiéis que carregam o mesmo jugo (cf Mt 11,29), reunidos na mesma esperança, no mesmo desejo, na mesma disciplina, no mesmo serviço!
Ambos são filhos do mesmo Pai, servos do mesmo Senhor […], formando uma só carne (cf Mt 19,5), um só espírito. Oram juntos, adoram juntos, jejuam juntos, ensinam-se um ao outro, encorajam-se um ao outro, apoiam-se um ao outro.
Encontramo-los juntos na igreja, juntos no banquete divino. Partilham por igual a pobreza e a abundância, as perseguições e as consolações. Não há segredos entre eles, nenhuma falsidade: confiança inviolável, solicitude recíproca, nenhum motivo de tristeza. Não têm de se esconder um do outro para visitar os doentes, para dar assistência aos indigentes; a sua esmola não é motivo de disputa, os seus sacrifícios não conhecem escrúpulos, a observância dos seus deveres quotidianos é sem entraves.
Entre eles não há sinais da cruz furtivos, nem saudações inquietas, nem ações de graças mudas. Da sua boca, livre como o seu coração,
elevam-se hinos e cânticos; a sua única rivalidade é a de ver quem
celebra melhor os louvores do Senhor. Cristo alegra-Se com tal união; a tais esposos Ele envia a sua paz. «Onde dois estiverem reunidos», Ele também está presente (cf Mt 18,20); e onde Ele está presente, o inimigo da nossa salvação não tem lugar.”
confirma-o, a bênção coloca-lhe o selo, os anjos que são dele testemunha registam-no, e o Pai dos céus ratifica-o. Que aliança doce e santa a de dois fiéis que carregam o mesmo jugo (cf Mt 11,29), reunidos na mesma esperança, no mesmo desejo, na mesma disciplina, no mesmo serviço!
Ambos são filhos do mesmo Pai, servos do mesmo Senhor […], formando uma só carne (cf Mt 19,5), um só espírito. Oram juntos, adoram juntos, jejuam juntos, ensinam-se um ao outro, encorajam-se um ao outro, apoiam-se um ao outro.
Encontramo-los juntos na igreja, juntos no banquete divino. Partilham por igual a pobreza e a abundância, as perseguições e as consolações. Não há segredos entre eles, nenhuma falsidade: confiança inviolável, solicitude recíproca, nenhum motivo de tristeza. Não têm de se esconder um do outro para visitar os doentes, para dar assistência aos indigentes; a sua esmola não é motivo de disputa, os seus sacrifícios não conhecem escrúpulos, a observância dos seus deveres quotidianos é sem entraves.
Entre eles não há sinais da cruz furtivos, nem saudações inquietas, nem ações de graças mudas. Da sua boca, livre como o seu coração,
elevam-se hinos e cânticos; a sua única rivalidade é a de ver quem
celebra melhor os louvores do Senhor. Cristo alegra-Se com tal união; a tais esposos Ele envia a sua paz. «Onde dois estiverem reunidos», Ele também está presente (cf Mt 18,20); e onde Ele está presente, o inimigo da nossa salvação não tem lugar.”
Este comentário apresentado como
meditação, como se pode verificar já tem muitos anos, mas mantém-se atual… atualíssimo!
O Matrimónio Cristão é isto mesmo! É um partilhar vida e caminhar juntos no
meio do mundo e a povoar o mundo, com Deus e rumo a Deus!
Mas… as verdadeiras vivências do Matrimónio
Cristão foram-se deteriorando e a maior parte dos exemplos não são os melhores!
E isso não foi nem é nada bom para as gentes jovens puderem enveredar por
verdadeiras vivências cristãs na formação das suas famílias!
Cada vez há menos jovens a procurar
o Matrimónio Cristão! Porque cada vez se compreende menos o que é o Matrimónio
Cristão! E cada vez se vive menos como deve o Matrimónio Cristão! E ainda mais:
fizeram do Matrimónio Cristão uma ocasião para juntar familiares e amigos para
festas dispendiosas assentes na grande maioria das vezes em promessas que não
saem do coração, ou seja, a celebração de um Matrimónio que não o chega a ser,
porque assente em pressupostos errados, interesses que nada têm a ver com o
verdadeiro amor!
Senhor! Que poderei fazer pelo
Matrimónio Cristão!
Que o Espírito santo me(nos) ajude!
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