segunda-feira, 18 de junho de 2018
PRECISAMOS DE SERENIDADE!
A serenidade é urgente para tranquilizarmos como devemos as
intempéries da vida.
Além de tentarmos ser o mais razoáveis possível, olhar a vida
atentamente e ouvir atentamente os que connosco convivem, para poder descobrir
formas de alterar comportamentos menos bons... pode ser uma boa forma de conseguir alguma serenidade!
Nas muitas vezes que parecemos nervosos e agitados não passa de
fracas maneiras de ser e estar, mas que incomodam quem connosco se cruza nos
momentos dos dias!
E muitas vezes nem nos damos conta de que somos assim! Precisamos
que alguém, delicadamente, no-lo diga, e de escutarmos alegre e
interessadamente esse alguém.
Depois... ver a melhor forma de agir convenientemente, ou seja, de
mudar de atitudes de vida.
Isto implica mudança interior, o que pressupõe uma vida interior bem
ativa no decorrer dos dias, prestando muita atenção ao tempo presente no dia
que vai passando.
Hoje retirei, da Aleteia, um escrito do Papa João XXIII intitulado
de ‘Decálogo da Serenidade’ que já tinha encontrado em tempos idos, mas que achei
importantíssimo nos meus momentos atuais... e sempre:
«»
1-Só por hoje
tratarei de viver exclusivamente este meu dia, sem querer resolver o problema
da minha vida, todo de uma vez.
2-Só por hoje
terei o máximo cuidado com o meu modo de tratar os outros: delicado nas minhas
maneiras; não criticar ninguém, não pretenderei melhorar ou disciplinar ninguém
senão a mim.
3-Só por hoje
me sentirei feliz com a certeza de ter sido criado para ser feliz não só no
outro mundo, mas também neste.
4-Só por hoje
me adaptarei às circunstâncias, sem pretender que as circunstâncias se adaptem
todas aos meus desejos.
5-Só por hoje
dedicarei dez minutos do meu tempo a uma boa leitura, lembrando-me que assim
como é preciso comer para sustentar o meu corpo, assim também a leitura é
necessária para alimentar a vida da minha alma.
6-Só por hoje
praticarei uma boa ação sem contá-la a ninguém.
7-Só por hoje
farei uma coisa de que não gosto e se for ofendido nos meus sentimentos procurarei
que ninguém o saiba.
8-Só por hoje
me farei um programa bem completo do meu dia. Talvez não o execute
perfeitamente, mas em todo o caso, vou fazê-lo. E me guardarei bem de duas
calamidades: a pressa e a indecisão.
9-Só por hoje
ficarei bem firme na fé de que a Divina Providência se ocupa de mim, mesmo se
existisse somente eu no mundo, ainda que as circunstâncias manifestem o
contrário.
10-Só por hoje
não terei medo de nada. Em particular, não terei medo de gozar do que é belo e
não terei medo de crer na bondade.
Durante doze horas de um dia
posso fazer bem o que me desanimaria se pensasse que teria que fazê-lo durante
toda a minha vida.
«»
Pois! Agora... há aqui alguns pontos que não consigo ainda dominar...
este é o momento exato de começar a trocar o errado pelo certo... aos
pouquinhos, consciente de que não estou só, comigo está a Igreja de que sou
parte integrante com Jesus o seu Chefe Supremo, com Deus Pai e o Santo Espírito
que os anima e nos anima por Eles.
É bela a vida! são maravilhosas as partilhas!
Que Deus nos ajude!
Boa semana... com muita serenidade!
HN
domingo, 17 de junho de 2018
A SEMENTE É A PALAVRA DE DEUS!
Face às Leituras Bíblicas, ‘A SEMENTE É A PALAVRA DE DEUS’ foi das frases mais proclamadas nas homilias
deste domingo, 11º do Tempo Comum B.
Algo de muito especial, pois se Jesus é a Palavra de Deus Encarnada...
é também o semeador dessa maravilhosa semente!
Maravilhosa ‘Semente’ que, lançada à terra, coração dos homens, há
mais de dois mil anos, continua a nascer, crescer e dar frutos abundantes em
todos os corações.
Ao falar em frutos saídos de todos os corações, e tendo em atenção
tanta maldade que existe no mundo, poderemos pensar que é uma afirmação errada,
mas não é errada.
Deus, é o Sumo Bem, o Amor, a Misericórdia, o Perdão, o Encontro,
a Fraternidade, a Solidariedade... e como estes predicados... numas pessoas
mais... noutras menos... existem em todos os corações, pois sem Deus o Bem não
pode existir... podemos afirmar que a ‘Semente’
do Bem, que Jesus veio semear, está em todos os homens e mulheres!
Jesus deu inicio ao Reino de Deus na terra com doze Apóstolos... ‘Semente’
pequenina retirada do meio de muitos homens e mulheres... que germinou, cresceu
e deu tanto fruto que irá reproduzir até ao fim dos tempos!
Jesus, os Apóstolos, semente plantada nos altos montes para ser
vista por toda a gente e abrigar toda a gente!
Semente que nos faz ‘cristãos’ em crescimento constante... pois é
a ‘eterna e permanente novidade!
A Palavra de Deus inspira-nos a vida interior, aquela que dá
alento aos nossos gestos e palavras, que nos dá tudo o que temos e faz de nós tudo
o que somos!
E não critiquemos ninguém! Não critiquemos os que enchem o mundo
de notícias de acontecimentos maus, trágicos, porque são pessoas como nós em
quem a ‘Semente’, de algum modo, foi semeada, mas como, por alguma razão, a
terra não estava bem preparada, não conseguiu crescer e dar fruto!
Estas pessoas não precisam dos nossas críticas, mas das nossas
orações, do nosso acolhimento, do nosso exemplo de vida!...
Ninguém muda de vida com caras voltadas, críticas e castigos, mas
com carinho, amor, compreensão, ternura, sorrisos, mãos dadas!
Somos seres sociais, pelo que ninguém cresce sozinho, ninguém
consegue caminhar isolado nos tortuosos caminhos da vida!
A ‘Árvore’ do alto do monte, a mostarda para abrigar as aves e
pessoas, é a Igreja de Jesus Cristo da Qual somos parte integrante!
Sejamos ‘Árvores’ da vida para quem ainda não conhece bem o Semeador
Jesus anunciado pelos ‘semeadores’ que nos deixou, Papa, Bispos, Sacerdotes,
Diáconos, Religiosos... e porque não, também os Leigos, pois no entender e
dizer do Papa Francisco, são os que têm mais possibilidade de sair para as
periferias, para os ambientes onde vivem, trabalham, brincam, se alimentam, e
com o seu exemplo e palavras, arrastá-los para o mais correto seguimento de
Jesus, onde aprenderão e ganharão forma de O seguir como a todos convém!
O texto seguinte vinha hoje no ‘Evangelizo:’
«»
São Cromácio de
Aquileia
O
Senhor comparou-Se a Si mesmo a um grão de mostarda. Sendo o Deus da glória e
da majestade eterna, tornou-Se muito pequeno, porque quis nascer de uma virgem
com um corpo de criança pequena. Foi lançado à terra quando o seu corpo foi
posto no túmulo; mas, depois de Se ter elevado de entre os mortos pela sua
gloriosa ressurreição, cresceu até Se tornar uma árvore em cujos ramos habitam
as aves do céu.
Esta
árvore significa a Igreja, que a morte de Cristo ressuscitou para a glória. Os
seus ramos devem ser entendidos como sendo os apóstolos porque, tal como os
ramos são o ornamento natural da árvore, assim os apóstolos são o ornamento da
Igreja de Cristo, pela beleza da graça que receberam. E sabemos que nestes
ramos habitam as aves do céu. Alegoricamente, as aves do céu designam-nos a
nós, que, tendo vindo à Igreja de Cristo, descansamos nos ensinamentos dos
apóstolos como as aves nos ramos.
«»
Os ensinamentos dos Apóstolos são os ensinamentos de Jesus... e agora
da Igreja... pelo que temos de respeitar a sua Hierarquia e prestar muita
atenção aos seus governantes terrenos, visíveis!
Palavra de Deus... eterna novidade!...
Sempre que meditamos num texto bíblico, num mesmo texto bíblico...
descobrimos atitudes a rever e renovar na nossa caminhada de vida, onde teremos
sempre dois caminhos: o do mal (demónio) ou da morte... e o do bem (Deus) ou da
vida!
E como não acaba o que dizer... que o Espírito Santo nos oriente e
fortaleça!
Boa semana!
HN
sábado, 16 de junho de 2018
O PORQUÊ... DESTAS PALAVRAS!
Sim... o porquê de algumas Palavras de Jesus!
“ ...mas quem blasfemar contra o Espírito Santo, nunca
mais terá perdão, pelo contrário é réu de um pecado eterno.» (Marcos 3,28-30):”
“Ao que disser alguma palavra contra o Filho do Homem, isso lhe será perdoado; porém
ao que falar contra o Espírito Santo, não lhe será perdoado, nem neste mundo,
nem no vindouro.» (Mateus 12, 31-32)”
“Todo aquele que proferir uma palavra contra o Filho do
Homem, isso lhe será perdoado; mas o que blasfemar contra o Espírito Santo, não
lhe será perdoado.» (Lucas 12, 8-10)”
Fui buscar frases dos Evangelistas sinópticos!
E o interessante é que encontrei um sem número de explicações para
elas. Mas... vou fixar-me no que me levou a este aprofundamento.
Jesus, a ‘Cara chapada do Pai’ junto de nós, deu-nos o mais
maravilhoso exemplo de Amor, Misericórdia e Perdão!
Conhecedora desta realidade... andei muitos anos, horrorizada, a
pensar naquelas palavras de Jesus que afirmam que ‘o pecado conta o Espírito
Santo nunca será perdoado’... o que... pelas mais que maravilhosas experiências
que tenho tido com Jesus... não
conseguia compreender!
Enfim... somos muito limitados... temos destas coisas... que estão
mais que explicadas por aí... mas não vamos ao sítio certo onde essa explicação
se encontra!
Vejamos o que encontrei há dias, no ‘Evangelizo’, e me levou a ir
mais longe:
«»
São João Paulo II
(1920-2005)
papa
Encíclica «Dominum et vivificantem», § 46 (trad. © Libreria Editrice Vaticana, rev.)
papa
Encíclica «Dominum et vivificantem», § 46 (trad. © Libreria Editrice Vaticana, rev.)
Por
que razão é a blasfémia contra o Espírito Santo imperdoável? Em que sentido
devemos entender esta blasfémia? São Tomás de Aquino responde que se trata de
um pecado «imperdoável por sua própria natureza, porque exclui aqueles
elementos graças aos quais é concedida a remissão dos pecados». De acordo com
esta exegese, a blasfémia não consiste propriamente em ofender o Espírito Santo
com palavras; consiste antes na recusa de aceitar a salvação que Deus oferece
ao homem, mediante o mesmo Espírito Santo, que age em virtude do sacrifício da
Cruz. Se o homem rejeita deixar-se «convencer quanto ao pecado», convicção que
provém do Espírito Santo (Jo 16,8) e tem carácter salvífico, rejeita
simultaneamente a «vinda» do Consolador (Jo 16,7), aquela «vinda» que se
efetuou no mistério da Páscoa, em união com o poder redentor do sangue de
Cristo: o sangue que «purifica a consciência das obras mortas» (Heb 9,14).
Sabemos
que o fruto desta purificação é a remissão dos pecados. Por conseguinte, quem
rejeita o Espírito e o sangue (1Jo 5,8) permanece nas «obras mortas», no
pecado. E a blasfémia contra o Espírito Santo consiste exatamente na recusa
radical de aceitar esta remissão, de que Ele é o dispensador íntimo e que
pressupõe a conversão verdadeira, por Ele operada na consciência. Se Jesus diz
que o pecado contra o Espírito Santo não pode ser perdoado nem nesta vida nem
na futura, é porque esta «não-remissão» está ligada, como à sua causa, à
«não-penitência», isto é, à recusa radical a converter-se. [...]
A
blasfémia contra o Espírito Santo é o pecado cometido pelo homem que reivindica
o seu pretenso «direito» de perseverar no mal — seja ele qual for — e recusa
por isso mesmo a redenção. O homem fica fechado no pecado, tornando impossível
da sua parte a própria conversão e também, consequentemente, a remissão dos
pecados, que considera não essencial ou não importante para a sua vida. É uma situação
de ruína espiritual, porque a blasfémia contra o Espírito Santo não permite ao
homem sair da prisão em que ele próprio se fechou.
«»
Claro que, de facto, eu não estava emganada... não estou enganada!
Deus/Jesus é Misericordioso, Compassivo, Bom, e Justo, presente em todos os
nossos momentos e pronto a ajudar-nos no que necessitamos... mas é urgente que
Lhe abramos a porta do coração, ou seja, que O deixemos ser Deus em nós, tal
como Ele quer e a todos convém!
Esta maravilhosa meditação... ao ensinar-me o que eu já sabia... tirou-me
as vendas dos olhos do coração que agora se encontra com muito mais Paz!
Neste momento, e a partir dele, terei muito mais cuidado em rezar mais
e melhor pelas pessoas que cometem estes pecados, ou seja, pelas pessoas que
necessitam de acreditar em Deus tal como a Fé que Deus nos deu no-Lo apresenta!
Sim, porque não conseguimos viver na Fé e da Fé sozinhos, a Fé é
um puro Dom de Deus, estou mais que consciente desta verdade!
Mas... ao rezar pela conversão dos pecadores... não imaginava que,
de facto, são estes os que mais necessitam de conversão!
Quem nos dera... podermos ser sal e luz para as suas vidas!...
Rezemos muito por eles!
Ajuda-nos, Senhor!
Cada vez necessitamos mais de Ti!
Que sempre sejas louvado!
HN
sexta-feira, 15 de junho de 2018
PALAVRAS DE ‘FRANCISCO’
Cada vez que posso debruçar-me um pouco sobre as palavras do Papa
Francisco fico maravilhada!
Quando não posso, de imediato, ver e pensar nelas como convém,
guardo os textos para, oportunamente, passá-los... como se diz... a pente fino.
Hoje... pude meditar sobre algo do que ele disse, a 7 de Junho,
acerca do ser ‘sal’ que também se adapta ao ser luz, pois quem é sal tem luz
para alumiar... e se tem luz é porque é sal, com toda a certeza!
Vamos então ver oq eu o Papa Francisco nos disse:
«»
‘A
memória cristã é o sal da vida, voltar para ir para frente: devemos recordar e
contemplar os primeiros momentos nos quais encontramos Jesus.’
‘Trata-se
de voltar com a memória para encontrar Cristo, “para encontrar forças e poder
caminhar para frente. A memória cristã é sempre um encontro com Jesus Cristo”.’
‘A memória cristã é como o sal da vida. Sem memória não podemos ir
para frente. Quando encontramos cristãos “desmemorados”, logo vemos que
perderam o sabor da vida cristã e acabaram como pessoas que cumprem os
mandamentos, mas sem a mística, sem encontrar Jesus Cristo. E Jesus Cristo
devemos encontrá-lo na vida.’
‘“Evoquem
na memória aqueles primeiros tempos, depois da conversão, em que eram tão
fervorosos …” “Cada um de nós tem momentos de encontro com Jesus”. Na nossa
vida, houve “um, dois, três momentos em que Jesus se aproximou, se manifestou.
Não esqueçam esses momentos: devemos ir para trás e retomá-los porque são
momentos de inspiração, onde nós encontramos Jesus Cristo”.
Cada um de nós tem momentos assim: quando encontrou Jesus Cristo,
quando mudou de vida, quando o Senhor lhe fez ver a própria vocação, quando o
Senhor o visitou num momento difícil… Nós no coração temos esses momentos.
Busquemo-los. Contemplemos esses momentos. Memória daqueles momentos nos quais
eu encontrei Jesus Cristo. Memória daqueles momentos nos quais Jesus Cristo
encontrou a mim. São a fonte do caminho cristão, a fonte que me dará as forças.
“Eu
recordo esses momentos?” “Momentos de encontro com Jesus quando a minha vida
mudou, quando me prometeu algo?” “Se nós não lembramos, vamos procurá-los. Cada
um de nós tem os seus.”’
‘O
segundo encontro com Jesus, acontece através da memória dos antepassados, que a
Carta aos Hebreus chama “os seus chefes, que lhes ensinaram a fé”. Também
Paulo, sempre na segunda carta a Timóteo, o exorta assim: “Lembre-se de sua mãe
e de sua avó que lhe transmitiram a fé”. “Não recebemos a fé por correio”, mas
“homens e mulheres nos transmitiram a fé” e diz a Carta aos Hebreus: “Olhem
para eles que são uma multidão de testemunhas e se fortaleçam neles, eles que
sofreram o martírio”.
Sempre
quando a água da vida se torna um pouco turva, “é importante ir à fonte e
encontrar nela a força para ir avante. Podemos nos perguntar: eu evoco os meus
antepassados? Eu sou um homem, uma mulher com raízes? Ou me tornei
desarraigado? Somente vivo no presente? Se é assim, é preciso imediatamente
pedir a graça de voltar às raízes”, àquelas pessoas que nos transmitiram a fé.’
‘Por
fim, a lei, que Jesus nos faz recordar no Evangelho de Marcos. O primeiro
mandamento é: “Escutai, Israel, o Senhor nosso Deus”.
A memória da lei. A lei é um gesto de amor que o Senhor fez
conosco porque nos indicou o caminho, nos disse: por esta estrada não vai
errar. Evocar na memória a lei. Não a lei fria, que parece simplesmente
jurídica. Não. A lei do amor, a lei que o Senhor inseriu no nosso coração.
“Eu
sou fiel à lei, lembro da lei, respeito a lei?” Algumas vezes, nós cristãos,
inclusive consagrados, temos dificuldade de dizer de cor os mandamentos: ‘Sim,
sim, eu lembro, mas depois a um certo ponto erro, não lembro”.’
‘Lembrar-se
de Jesus Cristo, significa ter “o olhar fixo no Senhor” nos momentos da minha
vida nos quais eu O encontrei, momentos de provação, nos meus antepassados e na
lei. E a memória “não é somente um ir para trás”. É ir para trás para ir para
frente. Memória e esperança vão juntas. São complementares, se completam.
“Lembre-se de Jesus Cristo, o Senhor que veio, pagou por mim e que virá. O
Senhor da memória, o Senhor da esperança”.
Que
cada um de nós hoje pegue um minuto para se perguntar como está a memória dos
momentos nos quais encontrei o Senhor, a memória dos meus antepassados e a
memória da lei. Depois, como vai a minha esperança, naquilo que espero. “Que o
Senhor nos ajude neste trabalho de memória e de esperança.”’
«»
Tão verdadeiras estas palavras!...
Ao lê-las atentamente, recordei e revivi momentos maravilhosos de
paz e alegria, de contentamento, da imensa felicidade dos encontros com Jesus e
das pessoas que me ajudaram a fazê-lo!
E acabei por compreender que, de facto, olhar para trás com olhos
de ver o bem acontecido... ou mesmo o mal que acabou por nos encher de bem...
nos dá muito força e vontade de prosseguir nos caminhos do Senhor, cada vez
mais e melhor!
Eu tenho momentos... de encontro, de saúde e mesmo de doença... que
foram autênticos milagres do Senhor!
Não há palavras para os exprimir
Talvez, qualquer dia, os passa reviver ainda mais profundamente...
e quem sabe mesmo se... partilhar!
Bom fim de semana!
HN
quinta-feira, 14 de junho de 2018
PARA QUE SERVEM O SAL... E A LUZ?...
Ora... esta é uma questão que temos de nos por a nos mesmos para
podermos compreender o que JESUS nos quer dizer com estas frases que nos
dirigiu!
Para que serve o sal?
Com certeza que serve para temperar a comida que nos conforta e
alenta a vida... serve para conservar muitas coisas operacionais por mais
tempo... e não podemos esquecer que, no tempo de Jesus, não havia frigoríficos
nem arcas congeladoras que, como sabemos, principalmente os que têm mais idade, são descobertas muito
recentes!
No tempo de Jesus, e até há muito pouco tempo, o sal era muito
utilizado na conservação de carnes e peixes, de alimentos!
Ora... é de alimentos que Jesus nos quer falar... não de alimentos
corporais, mas alimentos da alma, de comportamentos necessários à felicidade e
bem-estar de toda a gente!
Mas... o sal não se serve a si mesmo! Serve para salgar,
conservar, dar sabor!
Então... primeiro temos de aprender, treinar, ver o que teremos de
fazer para sermos sal; depois, para
sermos sal, temos de viver bem, o mais possível de acordo com a vontade de Deus,
e sempre prontos para ajudar os outros seja no que for!
Agora, a luz!
A luz também não existe para si mesma, mas para acabar com a escuridão.
Então... para sermos luz, temos que aprender a ser luz, aprender a
viver como Deus quer, para podermos ser, realmente, luz, exemplo de dignidade,
para as pessoas que connosco convivem!
Ser sal e luz... muito embora não o sejamos para nós, exige de nós
aprendizagem, meditação da Palavra de Deus, oração, vida sacramental,
eucarística, mariológica, comunitária...
É muito bom que sejamos sal e luz para os demais, porque, antes de
o sermos para os outros, tivemos que conseguir sê-lo... e fomos, assim, os
primeiros beneficiados.
Que o Senhor nos ajude a ser, junto de todos, presença, dedicação,
amizade, carinho, ternura, compreensão, entendimento... e promotores de
partilha, solidariedade, fraternidade, harmonia, paz, Amor!
Não se esgota o que pensar...
Divino Espírito Santo, sê a nossa força, contamos Contigo!
HN
quarta-feira, 13 de junho de 2018
SAL E LUZ
‘Vós sois o sal da terra! Vós sois a luz do mundo!’
Já refleti muito sobre estas frases... endereçadas aos discípulos
de Jesus! O que, para mim, eram para o Papa, Cardeais, Bispos, Cónegos, Presbíteros,
Diáconos, Religiosos e Religiosas Consagradas... nunca me tinha passado a sério
pela cabeça que esta frase também é para mim... e para todos nós... cristãos...
seguidores de Jesus Cristo procurando viver ao Seu jeito!
«»
Homilia atribuída a
São Máximo de Turim (?-c. 420)
bispo
(Kephas, vol. 1)
bispo
(Kephas, vol. 1)
O
Senhor disse aos seus apóstolos: «Vós sois a luz do mundo». Como são justas as
comparações que o Senhor emprega para designar os nossos pais na fé! Chama-lhes
«sal», a eles que nos ensinam a sabedoria de Deus, e «luz», a eles que afastam
dos nossos corações a cegueira e as trevas da incredulidade. Mas é justo que os
apóstolos recebam o nome de luz, pois eles anunciam, na obscuridade do mundo, a
claridade do Céu e o esplendor da eternidade. Não se tornou Pedro uma luz para
o mundo inteiro e para todos os fiéis quando disse ao Senhor: «Tu és Cristo, o
Filho de Deus vivo» (Mt 16,16)? Que maior claridade poderia o género humano
receber do que ficar a saber por Pedro que o Filho de Deus vivo era o criador
da sua luz?
E
São Paulo não é uma luz menor para o mundo: quando a Terra estava cega pelas
trevas da maldade, ele subiu ao Céu (2Cor 12,2) e, no seu regresso, revelou os
mistérios do esplendor eterno. Foi por isso que não pôde, nem esconder-se, qual
cidade fundada no alto duma montanha, nem deixar que o escondessem, pois
Cristo, pela luz da sua majestade, tinha-o incendiado como candeia cheia do
óleo do Espírito Santo. Por isso, bem-amados, se, renunciando às ilusões deste
mundo, queremos procurar o sabor da sabedoria de Deus, provemos o sal dos
apóstolos.
«»
Quem prova o sal dos Apóstolos... não são só o Papa, Cardeais,
Bispos, Cónegos, Presbíteros, Diáconos, Religiosos e Religiosas Consagradas...
mas também os leigos... e mais do que nunca... os leigos também têm que ser sal
e luz!
Quando o Papa Francisco manda a Igreja sair das paredes dos
templos de pedra e ir para as periferias... francamente... não me parece que
esteja a falar só para o Papa, Cardeais, Bispos, Cónegos, Presbíteros,
Diáconos, Religiosos e Religiosas Consagradas... que têm de ter as suas maiores
atividades dentro das paredes dos templos... mas para os leigos que vão aos
templos receber do Papa, Cardeais, Bispos, Cónegos, Presbíteros, Diáconos,
Religiosos e Religiosas Consagradas... a forma de viver para serem exemplo de vida
nos seus ambientes naturais... família, trabalho, escola, divertimentos,
encontros casuais... em todos os lugares e circunstâncias... e com toda a gente
que se cruzarem... ou procurarem cruzar-se!
Queremos ser sal e luz... que o Senhor nos ajude!
HN
terça-feira, 12 de junho de 2018
SENHOR, DÁ-NOS A PAZ!
Senhor, ajuda-nos a promover a Paz na nossa família!
Em toda a nossa família!
Na família de famílias! Em todo o mundo!
Mas... para que isso possa acontecer... antes de mais... ajuda-nos
a ter a Tua Paz em nós mesmos, ajuda-nos a aprender a gozar da Tua Paz!
Senhor, Tu que és a Paz, dá-nos a Paz, ajuda-nos, ensina-nos a
viver e promover a Paz!
Dá-nos a Paz, Senhor!... Sem Ti não há Paz!
Precisamos da Tua Paz, precisamos de Ti nos nossos corações!
Porque a Paz começa nos corações!
Se habitares os nossos corações, nos nossos corações haverá Paz,
porque Tu és a Paz!
Só contigo poderemos promover a Paz em quem nos rodeia... e ser
minimamente felizes, como Tu, Senhor, desejas!
É urgente! Ajuda-nos! Não conseguimos a Paz sem Ti!
Urge viver em Paz contigo para vivermos em Paz com o mundo... mas
só poderemos estar em Paz contigo se nos ajudares a deixar-nos cativar por Ti,
pela doçura da Tua Paz... porque sem Ti... nem isso conseguimos fazer!!!
E... como se vive em Paz com Deus???
Diz-nos o Apolonio:
«»
Viver o
amor e o perdão, promover a paz e a reconciliação, intermediar tudo com
mansidão e humildade.
Falar
de coisas que nos unem, colocar a concórdia como elemento fundamental nas
decisões, buscar o consenso mesmo entre opostos, estabelecer relacionamentos
harmoniosos com todos.
Não é
fácil, mas é possível. Vivendo deste modo, estaremos fazendo a vontade de Deus
e, portanto, estaremos em paz com Ele.
Não
basta não pecar, temos que amar, fazer o bem, difundir a paz.
O
projeto de Deus para nós sempre foi o Paraíso, um reino de concórdia e
harmonia. Devemos reconquistá-lo!
«»
Claro... que todas estas atitudes têm que estar presentes na
família... de contrário... não poderá haver verdadeira família onde se respire comunicação,
entendimento, compreensão, aceitação, ajuda mútua, carinho, ternura,
fraternidade, solidariedade, Amor e Paz!...
Senhor! Dá-nos a Paz!
HN
HN
segunda-feira, 11 de junho de 2018
A VERDADEIRA PAZ... PROMOVE-SE NA FAMÍLIA!
Família!
Um grupo de pessoas unidas pelo amor!
Amor mútuo entre o casal; amor paternal de pais para filhos; amor
filial de filhos para pais; amor familiar ente os mais membros da família a que
chamamos família alargada!
Para que uma família possa ser realmente unida e manter-se unida
necessita de ter Jesus como elo de união entre os cônjuges, entre estres e os filhos, entre os filhos, e
entre toda a família alargada.
Onde não está Jesus, o mal começa a criar raízes e os
desentendimentos e desaconchegos começam a acontecer! E tal como uma trovoada cria
mal-estar em toda a ente que a ouve... os problemas familiares afligem, não só
a família, mas também quem está por perto, ou seja, o seu meio ambiente
circundante.
Onde entram as desconfianças, os egoísmos, os mal entendidos, os
orgulhos, os egocentrismos, ou seja, o julgar-se melhor do que qualquer outro e
querer ter toda a gente voltada para si.
Isto é um desarranjo total! Uma desordem sem tamanho!
E sem necessidade de ‘armas’... uma guerra permanente!
A verdadeira paz tem que começar na família e promover-se na
família!
Na compreensão tolerância aceitação e aconchego entre os pais, no
acolhimento e dedicação igual a todos os filhos, na ajuda mútua entre todos, no
uso habitual do ‘obrigada, desculpa, com licença’, no moderar a voz e os gestos,
na valorização e exaltação das qualidade não admitindo o mal-dizer seja de quem
for, no olhar os idosos com carinho... tantos... tantos comportamentos promotores
de paz!
E se na família há paz... no encontro de famílias,
impreterivelmente, tem que haver paz!
Mas...
«»
"O
PRIMEIRO PASSO PARA A PAZ É TÊ-LA DENTRO DE NÓS"
A paz
que alcançamos dentro de nós não a perdemos quando à nossa volta ela não
existe.
A paz
interior é um estado de espírito que revela a nossa relação com o ambiente e
com o transcendente. Ela vai além do conceito de paz enquanto ausência de
conflitos. É muito mais que isso. É uma postura espiritual constante e coerente
diante de qualquer situação, porque a nossa verdadeira paz está em Deus.
Buscar
a união com Deus dentro de nós é o primeiro passo para tê-la também com os
irmãos.
Quem
está unido a Deus está unido também a todas as pessoas sem excluir nenhuma
delas, pois essa união está estabelecida, antes de tudo, dentro do coração como
fruto da união com Deus.
Portanto,
a paz dentro e à nossa volta, a paz com todos, sem exceção.
"QUEM
PROMOVE A PAZ DÁ O PRIMEIRO PASSO"
Quem
está em paz consigo mesmo e com Deus exprime essa paz em todos os seus gestos e
palavras; dá o primeiro passo para a reconciliação se o relacionamento estiver
rompido; perdoa as ofensas recebidas.
"Se estás, portanto, para fazer a tua oferta diante do
altar e te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa lá a
tua oferta diante do altar e vai primeiro reconciliar-te com teu irmão; só
então vem fazer a tua oferta." (Mt 5, 23-24)
Prestemos
atenção: Jesus não diz "Se tens algo contra teu irmão", mas "Se
teu irmão tem algo contra ti". Isso, para mostrar que devemos dar o
primeiro passo, não somente quando fomos nós que ofendemos o outro, mas mesmo
quando foi o outro que nos ofendeu.
Quem
promove a paz segue a lógica da justiça de Deus e ama em primeiro lugar, dá o
primeiro passo.
Abraços
Apolonio
«»
Então...
para que haja paz nas famílias... urge que cada membro dessa mesma família se
sinta bem consigo mesmo, por não estar a proceder mal consigo mesmo nem com
ninguém!
Uma família
que viva na paz e em paz... espalha paz, é pacífica e grande promotora de PAZ.
O que só se
consegue, em união com Deus/Amor, e amando como a Sua Face n terra, Jesus, o
exemplificou com as Suas obras e no-lo disse com as Suas Palavras!
Mãe de
Jesus, Senhora da Paz, ajudai-nos a viver em Paz!
Senhor! Dai-nos
a PAZ!
HN
domingo, 10 de junho de 2018
FAMÍLIA... DE FAMÍLIAS!
Família de famílias... é do que falam a maior parte das homilias
deste 10º Domingo do Tempo Comum, Ano B.
Para chegar à ‘Família de famílias’ teremos de começar por pensar
na família humana, formada por um homem e uma mulher, unidos pelo amor mútuo,
com vida comum, que atualmente se concretiza pela união de facto, Casamento
Civil, ou Casamento/Sacramento do Matrimónio para os cristãos católicos!
Nessa família humana, habitualmente, aparecem os frutos do amor,
os filhos. E como em tudo o que é humano, há bons e maus comportamentos e boas
e más maneiras de ser a agir!...
Para conservar a união entre os dois e com os filhos e demais
familiares... terá de haver... antes de mais, um enorme desejo de manter a
união que passará por uma constante compreensão e aceitação pessoal cada qual de si mesmo... e do cônjuge... numa
constante e progressiva adaptação mútua comum entre os dois.
Entre o casal tem que haver respeito mútuo, compreensão mútua,
aceitação mútua, ajuda mútua, auto correção mútua, hétero-correção mútua, passos
imprescindíveis para o crescimento do amor mútuo e continuação da família
formada pelos dois, homem/mulher.
Com os restantes familiares deve manter-se uma relação de muita
amizade, mas de tal forma que não lhe
seja dado interferir nas decisões pessoais ou de cada membro do casal... na
educação dos filhos... no encaminhamento das decisões tomadas ou a tomar.
Que se mantenham presentes, sim, mas porque gostam de estar juntos
e para ajudar se solicitados... sem interferir na organização ou reorganização
da vida do casal, de cada um, ou dos dois.
Muitas vezes, principalmente os pais, de um ou de outro, com a
pretensão de ajudar, interferem na vida dos filhos e só estragam!
O casal tem de sentir-se responsável por si mesmo, sem ninguém no
comando das suas decisões, que certas ou menos certas, os levarão a assumir
responsabilidades e a aprender com os próprios erros, corrigindo-os juntos e
crescendo juntos!
Claro que, para se conseguir ser casal como convém, a união entre
os esposos tem que assentar em Jesus Cristo/Deus!
É a falta de Jesus Cristo assumido pelos casais nas suas vidas que
leva a que haja tantos divórcios!
Sem a ajuda de Jesus no casal, não é possível continuar juntos!
Não há nenhum ser humano que consiga uma aventura destas, sozinho!
Porque isto é uma aventura, sem tamanho à vista, pois só acabará com a morte de
um dos dois! E depois... ainda fica a saudade... para estragar tudo.
Assim sendo, e atendendo à estruturação que configura os espaços
neste mundo lindo onde nos movemos e vivemos... muitas famílias formam uma
paróquia... a mais pequena ‘família de famílias!’
Depois vem a Diocese com o Bispo e conjunto de paróquias, depois o
País com o Patriarcado, depois o conjunto de países... e Roma... a sede geral
de todos os países, liderada pelo Papa... agora... o Francisco, que tanta
abertura tem dado à Igreja Católica ou Universal de Jesus Cristo... a grande ‘Família
de famílias!’
Como membros ativos deste enormíssima ‘Família de famílias’... que
contributo teremos dado para o bem estar geral de todas as famílias, da Igreja
Católica e não só, pois Deus é Pai de todos e só quer que todos tenham, de
facto, entre si, tudo quanto o
verdadeiro Amor nos pode dar?
Será que estamos inseridos reunidos e unidos pela LUZ de CRISTO para sermos Família de Jesus?
Com Jesus, ainda há tanto que pensar e aprender sobre ‘família’... que o tema não
se esgotará com facilidade!
Que Maria e José nos liguem cada vez mais a Jesus e nos ensinem a
ser, cada vez mais, a FAMÍLIA que Ele quer que sejamos!
Que sempre seja louvado!
Bom final de Domingo... e boa semana... em ‘família!’
HN
sábado, 9 de junho de 2018
A FAMÍLIA DE JESUS!
‘Nasce-se a aprender... e morre-se sem saber!’
Este provérbio popular é algo extraordinário, é a verdade pura,
nua... e crua!
Quando olho para trás, para a minha meninice, adolescência, juventude
e mesmo princípio de adultez, em que sempre fui pessoa interessada por aprender
e conseguia fazê-lo com esforço mas muito bem... em que meus pais, avós e tios
me conduziram o melhor que sabiam... e eram realmente sábios... quanto desenvolvimento
se foi operando em mim!
Na minha profissão docente... o quanto aprendi para ensinar e ao
ensinar... ou melhor dito... a ajudar a aprender!
A vida, de facto, é uma escola constante que devemos aproveitar
sempre, porque as situações propícias à aprendizagem, se estivermos atentos,
sucedem-se em todos os segundos.
Hoje penso na Família de Jesus... que me foi apresentada como Maria
e José! Mais tarde surgiu a Avó Ana e o Avô Joaquim, Pais de Maria!
Dos Pais de José, ninguém falou, uma vez que Jesus era Filho de Deus
de Quem José era apenas Pai Adoptivo!
E quanto a isto... não quero de forma alguma entrar nas construções
familiares dos nossos tempos em que se fala de pais biológicos, pais de
coração...
O que interessa é que para mim, até há muito poucos anos, a Família
de Jesus era a Sagrada Família de Nazaré!
E ainda é... foi ali que Ele nasceu, cresceu, aprendeu... Se fez
Homem entre os homens... mas tão cheio de Amor e Sabedoria que ultrapassou todas
as barreiras humanas e nos colocou como
que numa vida incompreensível aos nossos olhos e apenas sensível ao
nossos corações. É só pensar um pouquinho na parte final do Evangelho deste
Domingo:
«Quem é minha Mãe e meus irmãos?». E, olhando
para aqueles que estavam à sua volta, disse: «Eis minha Mãe e meus irmãos. Quem
fizer a vontade de Deus esse é meu irmão, minha irmã e minha Mãe».
Que palavras maravilhosas! Que grandeza tão dignificante Jesus dá às pessoas que tentam viver a amar do jeito que Ele amou, ama, e amará eternamente!
Que palavras maravilhosas! Que grandeza tão dignificante Jesus dá às pessoas que tentam viver a amar do jeito que Ele amou, ama, e amará eternamente!
Então, o melhor que podemos fazer, é aprender a amar sempre e cada
vez mais, porque só o Amor dignifica a vida e faz a vida eterna, porque o Amor
verdadeiro não acaba nunca!
É por isso que Jesus diz que a Sua Família é quem faz a vontade de
Deus... que é AMOR e só quer de nós... Amor!
«»
"FAZER
AUMENTAR O AMOR"
Devemos
nos espelhar no amor de uma mãe por seu filho se quisermos aumentar o amor.
Se o
filho está doente, ela redobra o amor em dedicação; se o filho se desvia dos
bons princípios, ela multiplica seu amor quase ao infinito a fim de resgatá-lo;
se percebe que o filho corre algum risco, oferece a sua vida para livrá-lo do
mal; a todo instante, ora por ele, cuida dele, sem pedir nada em troca.
Se o
amor materno, que é de natureza humana, é capaz de qualquer sacrifício para
amar o filho, imaginemos o amor de um Deus que é Pai e Mãe.
Aumentemos
o amor até à medida máxima, até o sacrifício do próprio eu, que é dar a vida
por amor aos seus amigos.
Abraços
Apolonio
«»
Muito bem, Apolonio!
Se o amor materno, humano, faz tanto a favor dos seus filhos, quanto
mais o fará Deus pela Humanidade, homens e mulheres de quem é Pai/Mãe!
Boa noite... Família de Jesus! E bom Domingo, recheadinho de Amor!
HN
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