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domingo, 19 de agosto de 2018
DOMINGO... JUNTO À PRAIA
Sol
quente... e muita, muita gente!
Veículos a
rodar e parados espalhados por todos os lados.
O mar, na
sua agitação habitual, beijando docemente a areia e acariciando meigamente os
corpos que dele se aproximavam, sedentos de água salobra e maresia.
As areias,
engalanadas pelos guarda-sóis e vestes bem coloridas espalhadas pela praia mais
pareciam um maravilhoso jardim com esplendorosas flores, saltitantes!
Que beleza!
Que encanto! Que delícia! Que maravilha!
Tantos...
‘que’s!...
E ainda
havia muitos mais, que não adianta enumerar!
E... de
regresso à ‘Aldeia dos tetos brancos’ chegada à minha pequena casinha rolante
fui agradecendo ao Senhor tudo quanto tinha visto... vivido... sentido!
E... como
por encanto... encontrei esta maravilhosa oração:
«»
Enquanto gozar do sopro de vida que me
concedeste, Pai santo, Deus todo poderoso, proclamar-Te-ei Deus eterno e Pai
eterno. Nunca eu me farei juiz do teu poder supremo e dos teus mistérios; nunca
porei o meu limitado conhecimento à frente da noção verdadeira do teu infinito;
nunca afirmarei que exististe jamais sem a tua sabedoria, o teu poder ou o teu
Verbo, que é Deus, o Unigénito, o meu Senhor Jesus Cristo. É que, mesmo sendo a
linguagem humana fraca e imperfeita, ao falar de Ti não limitará o meu espírito
a ponto de reduzir a minha fé ao silêncio, por falta de palavras capazes de
exprimir o mistério do teu ser. [...]
Nas
realidades da natureza, também há muitas coisas cuja causa não conhecemos, sem
contudo lhes ignorarmos os efeitos. E quando, devido à nossa incapacidade, não
sabemos que dizer dessas coisas, a nossa fé enche-se de adoração. Quando contemplo
o movimento das estrelas [...], o fluxo e refluxo do mar [...], o poder oculto
na mais pequena semente [...], a minha ignorância ajuda-me a contemplar-Te,
pois, se não compreendo essa natureza que está ao meu serviço, distingo nela a
tua bondade, pelo simples facto de existir para me servir. Apercebo-me mesmo de
que nem a mim próprio me conheço, mas admiro-Te tanto mais por isso [...].
Deste-me a razão, a vida e os meus sentidos de homem, que me causam tantas
alegrias, mas não consigo compreender qual foi o meu começo como homem.
É,
pois, não conhecendo aquilo que me cerca que capto aquilo que és; e, percebendo
aquilo que és, adoro-Te. Por isso, não compreender os teus mistérios não
diminui a minha fé no teu poder supremo. [...] A geração de teu eterno Filho
ultrapassa a própria noção de eternidade, é anterior aos tempos eternos. Nunca
exististe sem Ele [...], és o Pai eterno do teu Unigénito desde antes dos
tempos eternos.
(Santo Hilário (c.
315-367) bispo
de Poitiers, doutor da Igreja)
«»
«»
Não fala em
praia, areia ou Sol, mas em Deus Criador de todas as coisas, a Quem a areia da
praia ou as águas do mar com as suas ondas saltitantes não são indiferentes!
Falar de
Deus... é falar de tudo, de tudo quanto vemos, de tudo quanto não conseguimos
ver e somos, e sentimos!
Que o Senhor
de toda a VIDA que nos quer alimentar a Vida não nos desampare.
Que sempre seja
louvado!
Boa noite, e
boa semana!
HN
sábado, 18 de agosto de 2018
FINALMENTE...
Sim! Finalmente...
o meu computador, chegou, do ‘médico’!
Igual... e
diferente, porque, curado!
Parece que
renasci! Finalmente, posso descrever para aqui tudo quanto me vai no coração...
e tudo quanto me agrada e enche o coração saído do coração de quem partilha
comigo pedaços de saber e vida!!
Hoje,
sábado, um dia especial. Dia de Missa Vespertina... que pude preparar minimamente
para dela retirar mais aprendizagem da vida plena de Jesus Cristo que, a todo o
custo, quero seguir o melhor que posso e sei.
Há semanas
que estamos a meditar no 6º capítulo do Evangelho de São João. Hoje, versículos
51- 58.
Belíssimo!
Fala do Corpo de Cristo como nosso alimento!
De facto, Jesus
Cristo é o nosso alimento, porque é a Palavra de Deus encarnada feita pão que
se medita acolhe e integra na vida, e Corpo de Deus feito Pão que, tomado como
alimento do corpo, fortalece enriquece e enche a alma de Amor... que é a
verdadeira essência de Deus.
«»
Guigues o Cartuxo
(1083-1136) prior da Grande Cartuxa
Meditação 10
Meditação 10
O
pão da alma é Cristo, «o pão vivo que desceu do céu» (Jo 6,51) e que alimenta
os seus, agora pela fé, no mundo futuro pela visão. Pois Cristo habita em ti
pela fé e a fé em Cristo é Cristo no teu coração (Ef 3,17). É na medida em que
crês em Cristo que O possuis.
E
Cristo é, na verdade, um só pão «pois há um único Senhor, uma única fé» (Ef
4,5) para todos os crentes, se bem que uns recebam mais e outros menos do dom
dessa mesma fé. [...] Como a verdade é única, uma única fé na verdade única
guia e alimenta todos os crentes, e «um mesmo e único Espírito, que distribui a
cada um os seus dons conforme entende» (1Cor, 12,11).
Vivemos
todos do mesmo pão e cada um de nós recebe a sua porção; no entanto, Cristo é
todo para nós, exceto para aqueles que destroem a unidade. [...] Neste dom que
recebi, possuo totalmente Cristo e Cristo possui-me totalmente, tal como o
membro que pertence a todo o corpo também o possui por inteiro. Assim, esta
porção de fé que recebeste é como o pequeno pedaço de pão que está na tua boca.
Mas, se não meditares frequente e piedosamente naquilo em que crês, se não o
mastigares, por assim dizer, triturando-o e voltando-o com os dentes, isto é,
com os sentidos do teu espírito, ele não te franqueará a garganta, ou seja, não
chegará até à tua inteligência. Com efeito, como poderias compreender algo em
que meditas raramente e com negligência, sobretudo quando se trata de uma coisa
ténue e invisível? [...] Que, pela meditação, «a lei do Senhor esteja sempre na
tua boca» (Ex 13,9) para que nasça em ti a boa inteligência. Através da boa
compreensão, o alimento passa para o teu coração, para que não negligencies
aquilo que compreendeste, mas antes o recolhas com amor.
«»
Recolher Cristo
com Amor para viver Cristo Amor em todas as nossas palavras e atitudes.
Recolher Cristo
com Amor para crescer no Amor de Cristo assimilando as Suas Palavras e imitando
os Seus comportamentos.
Recolher Cristo
com Amor para partilhar o Cristo Amor com cada irmão e irmã que connosco se
cruzar nos caminhos da vida.
Cristo é...
de facto... todo Ele... o Pão da Vida... da verdadeira vida... daquela vida que
aqui começa e continuará para sempre numa eternidade sem fim!
Bom Domingo
HN
sexta-feira, 17 de agosto de 2018
MAIS UMA... MARAVILHA
Quando começamos a falar de Jesus / Deus temos sempre muito que dizer, a nós mesmos e a quem connosco se vai cruzando no decorrer dos dias.
Falamos por demais em oração, sem saber muito bem o que isso é.
Depois limitamo-nos a pedir... e se não somos atendidos, é o cabo dos trabalhos.
Deus conhece melhor a nossa vida e as nossas dificuldades do que nós mesmos, e se não nos dá o que Lhe pedimos Ele lá sabe porquê.
Quando rezamos ou oramos temos de ter sempre presente as três possíveis respostas de Deus: sim, não, espera.
Diferentes palavras, mas todas são respostas.
Deus não nos pede senão o que nos dá, uma relação de confiança e amor, uma relação interior de coração a coração.
Deus é casa do Homem porque o homem tem que viver em Deus. Mas o Homem é casa de Deus pois Deus vive no coração de todo o homem, quer esse homem saiba.ou não... queira ou não queira.
Deus é mais íntimo ao homem do que o homem o é a si mesmo.
Deus a viver no homem e o homem a viver em Deus é o fim para que todos nós fomos criados, e para que tudo foi criado para o bem-estar e desenvolvimento do Homem no mundo.
Deus... é Pai... e Mãe! Mas... o Deus Filho, Jesus, para poder vir habitar entre os homens, e homem como os homens, precisou de uma Mãe, Maria!
Maria, a Quem não encontramos palavras certas para a poder definir.
Já tinhamos chamado 'Mãe' à Terra onde fomos colocados, mas chamamos Mãe à Mãe de Jesus, a Maria.
A nossa primeira existência na terra é morar na mãe, no ventre da mãe, no ventre da nossa mãe.
A nossa primeira existência como cristãos é morar na Mãe de Jesus que no-la deu por Mãe, Mãe que está à medida do Filho Jesus e também à nossa exata medida que tem de ser medida da Mãe que é a medida do Filho, pois só quer para nós o melhor como Jesus quer também.
Viver... permanecer em Deus é dar a Deus u
lugar no nosso coração como a mãe nos deu enquanto nos guardou no seu seio.
Linda esta ideia. Maravilhosa. E verdadeira.
Que sejamos capazes de a por em prática.
Bom-fim-de semana, de coração aberto à entrada e permanência de Deus.
HN
quinta-feira, 16 de agosto de 2018
VAGUEANDO...
Vagueando pelas estradas do mundo nos segundos da vida, na busca de algo que possa dar mais coragem e determinação a quem delas necessita.
Momentos bons e nem tanto assim, que nos vão levando por aí, num qualquer dia e até um dia qualquer.
O sabor das ondas amacia os pés enquanto as areias os vão massajando com carinho.
A ternura das ondas vai enchendo o coração da vida e a espuma que brinca na areia ilumina os olhos e refresca o pensamento.
O nevoeiro tenta esconder a beleza da paisagem, enquanto o sol, bem devagarinho, o vai fazendo desaparecer para encher de mais luz aquele ambiente já, por demais, acolhedor.
Olhando o horizonte, num perder de vista, as ondas vão beijando constantemente a areia num vaivém deslumbrante e encantador.
A hora do almoço faz regressar à 'aldeia das casinhas rolantes'... para preparar algo que sacie o corpo, pois a alma vai rejubilando perante tantas belezas da Natureza que Deus tão bem preparou para todos nós.
Que sempre seja louvado!
HN
quarta-feira, 15 de agosto de 2018
FAZER-NOS MENINOS. COMO?
As crianças são a alegria do mundo!
Dão-nos imensos cuidados e afeições, mas são maravilhosas.
Talvez a razão porque Jesus disse que devíamos fazer-nos como crianças para entrarmos no reino do Céu... que, impreterivelmente, tem que começar aqui na terra.
E para que na terra tenhamos um pouquinho de céu, de fato, temos de nos fazer como crianças, meigas, acolhedoras, interessadas, prestativas, carinhosas, presentes, ternas, preocupadas com os amigos e amigas, capazes dos impossíveis.
Foi o que fez S. Maximiliano Kolb ao oferecer-se para ser condenado em vez do I de família com mulher e filhos para sustentar.
Se nos debruçarmos a sério sobre a vida de Santos que conhecemos vemos neles comportamentos tão nobres que só quem tem um coração de criança parecido com o de Jesus pode, de facto, realizar.
Há muitos textos maravilhosos a falar-nos destas realidades... mas enquanto não chegar o meu computador não consigo partilha-los.
Muito boa noite e um maravilhoso dia da Assunção de Nossa Senhora... a Mãe, a protetora, o melhor caminho para chegarmos a Jesus/Deus.
HN
segunda-feira, 13 de agosto de 2018
DIA ESPECIAL
Sim! Hoje é um dia especial. Treze de Agosto! Peregrinação anual ao Santuário de Fátima. O dia em que os agricultores oferecem o trigo para o fabrico das hóstias e partículas.
Um acontecimento que gosto muito de observar.
Aliás, naquele local, tudo é belo para o corpo e muito mais para o espírito.
Gosto imenso daquele local, as multidões maravilham os olhos, mas a pacatez dos dias simples e desprovidos de grandes aglomerações inebriam a alma e todos os sentidos, é um local que consegue colocar-nos muito mais próximos de Deus e uns dos outros.
Na peregrinação de Agosto tem sempre a presença de muitos emigrantes que, ao visitar a Terra Natal vão também visitar e agradecer à Virgem Maria as dádivas recebidas e solicitar proteção para o futuro.
Já visitei muitos santuários dedicados à Mãe do Céu, mas nenhum nos enche tanto o coração da vida como o Santuário de Fátima.
Tenho muitas partilhas para fazer, mas só quando chegar o computador, pois ainda não consigo lidar bem com isto. Copiar... colar... partilhar... colocar no face... ainda não consigo fazer nada disso.
Uma otima semana para todos, na Paz bendita do Senhor e sob a proteção de Sua Santíssima Mãe.
HN
domingo, 12 de agosto de 2018
SAUDADE
Palavra pequena mas com um enormíssima
conotação.
A palavra saudade engloba tanta coisa, tantos acontecimentos, tantas localidades, tantos gestos, tantos sorrisos, tantas pessoas...
Neste momento... além de inúmeras e variadas saudades... sinto saudades do meu computador.
Loucura! Parece loucura, mas não é.
Aquelas teclas gastas... aqueles textos guardados com pedaços de vida escondidos entre letras, aprendizagens retiradas de partilhas de amigos e amigas e outras pessoas, fazem-me falta.
Sabia que ia ser difícil passar alguns dias sem ele... mas nunca imaginei que a fa
falta fosse tamanha.
Neste teclado minúsculo as ideias ficam ofuscadas, não fluem, parece que nem sou eu.
Mais uma experiência a juntar a tantas outras, e que espero me faça ir um pouco mais.
Para já... sinto-me tão voltada para mim que me pareço a mim mesma ser uma tremenda de uma egoísta.
Talvez... quem sabe!
Num Domingo voltado de todo para a confiança e vontade de tentar fazer o que se deve sem desanimar, vou tentar esperar mais uns diinhas para que a minha vida possa voltar, não a ser o que era... mas um pouco melhor do que o que já foi.
Bom final de Domingo e uma maravilhosa semana.
HN
quinta-feira, 9 de agosto de 2018
ERA UMA VEZ...
Era uma vez... uma mulher
desejosa de escrever
mas sem saber muito bem
o que dizer...
Os pensamentos lhe acorriam
mas os dedos, desvairados,
não os reproduziam.
Sem saber o que fazer,
ainda assim,
tentou escrever.
E foi então que os sentidos,
com grande emoção,
transmitiram docemente
ao coração:
Não te apoquentes, por favor!
Estamos aqui, para ajudar,
com muito amor!
Olha em redor
de ti e vê com atenção
tudo quanto te envolve
com tanta paz e serenidade,
que só pode encher-te
da maior calma e serenidade.
Teus sonhos são de atenção,
doação, fraternidade,
vida feita com Deus e os irmãos
na mais perfeita união e fraternidade.
Reza, ora, medita, trabalha e confia
no grande amor de Deus,
de Jesus e de Maria,
e para que toda a vida seja para ti
de doce encanto,
não esqueças a Presença
do Divino Espírito Santo
para encorajar nas lutas da amargura, iluminar a escuridão
de todos os caminhos,
e fazer de ti uma pessoa
Omais cheia de ternura!
Como que no acordar de um sonho
regressei à realidade
convencida de que tudo isto
pode ser verdade
se com muita vontade e determinação
colocarmos nas mãos de Deus nosso destino, alma e coração.
E com muito amor pela Humanidade inteira que para todos seja uma boa quinta feira.
HN
quarta-feira, 8 de agosto de 2018
HOJE... É OUTRO DIA!
Mais um dia de corridas, dúvidas e resoluções, a ficar bem marcado no decorrer dos tempos.
Não sei como resistir a tantas confusões e preocupações que dão cabo da cabeça.
Mas... se bem apreciadas e assimiladas na sua razoável resolução, são um bom meio para a aprendizagem da prudência, paciência, cuidado, compreensão, aceitação, doação, partilha, encaminhamento... tantas coisas que podem fazer de nós melhores pessoas, atentas, prestativas, capazes de promover a compreensão e a paz.
O tempo é de férias... de descanso, encontro, interiorização, aconchego, crescimento, dedicação, amor...
Que o verdadeiro Amor nos comande todos os segundos dos dias.
Boa noite... para um maravilhosa quinta-feira.
HN
terça-feira, 7 de agosto de 2018
EXPERIÊNCIA...
Talvez amanhã o meu já venha... quanta falta me faz, é um pouco de mim.
Não sei que dizer, a cabeça está fixada na ponta dos dedos que teima em não tocar nas letras ou palavras certas. Talvez seja bom, quem sabe, para aprender a viver de uma outra forma mais aliciante... quem sabe!
Ando a arranjar novas formas de ser e de viver... uma boa forma de continuar criança e adolescente... nos meus '27', claro, que já dão muito que dizer e pensar.
Tenho muitas graças a dar a Deus por todas estas dificuldades que me vão ajudando a ir mais além.
Mais uns dias a trabalhar com o telefone... e lá se vão as dificuldades.
A TV vai transmitindo a Eucaristia, e enquanto o Pão e Vinho se vão transformando no Corpo e Sangue de Jesus Cristo... com o coração na Basílica da Santíssima Trindade, os dedos vão-se aperfeiçoando e o escrever vai custando cada vez menos.
Que sempre sejas louvado Senhor, que estás sempre presente e pronto a ajudar, que nunca nos desamparas.
São estas pequenas conquistas que dão valor à vida e nos fazem vibrar de alegria.
Perdoem-me estes desabafos... felizes... podem crer.
Eu creio, Senhor, que sois tudo para todos... assim estejamos dispostos a aceitar que o sejas.
Obrigado, Senhor, obrigado! Muito obrigado! Te amo muito. Ajuda-me a amar-te mais.
Amém.
HN
domingo, 5 de agosto de 2018
NÃO SEI COMO COMEÇAR!
Não sei! Não
sei por onde começar! Num dia que se imaginava calmo, teve uma tarde muito
atribulada. Tribulação inesperada, que não sei muito bem até onde nos irá
levar!
Uma dessas
tardes em que só a presença de Deus em nós e uma grande união familiar nos
manteve a todos de pé bem firme!
Está tudo
bem, Graças ao bom Deus! Mas como estou sem ideias para pensar, decidi
partilhar um artigo que retirei da Aleteia e que gostei muito.
«»
Deus e Nossa
Senhora foram as bússolas que orientaram a vida de São João Maria Vianney, o
pároco francês mundialmente conhecido e venerado como o Santo Cura d’Ars.
Alfred
Monnin, em “O Santo Cura d’Ars“,
reuniu alguns dos seus mais verdadeiros pensamentos sobre Nosso Senhor e a
Santíssima Virgem Maria. Alguns deles:
1) “Virá
o tempo em que os homens estarão tão cansados dos homens que não se poderá mais falar-lhes de Deus sem fazê-los chorar”.
2) “O
homem foi criado por amor: é por isso que ele é tão inclinado a amar. Ele não é
feliz, exceto quando se volta para Deus… Tire um peixe da água e ele não
viverá: assim é o homem sem Deus”.
3) “As
nossas culpas são um grão de areia comparadas com a grande montanha da
misericórdia de Deus”.
4) “O bom
Deus é mais rápido para perdoar um pecador arrependido que uma mãe para puxar o
seu filhinho para fora do fogo”.
5) “Eu
acredito que se tivéssemos fé, seríamos senhores da vontade de Deus; nós a
manteríamos acorrentada e nada seria negado por Ele”.
6) “Se
soubéssemos como Nosso Senhor nos ama, morreríamos de felicidade!”
7) “O bom
Deus faz por mim um pequeno milagre toda noite. Antes de dormir, não aguento
mais; e de manhã já estou em forma”.
8) “O
coração de Maria é tão terno conosco que, em comparação, os de todas as outras
mães juntas formam só um pedaço de gelo”.
9) “As
tentações não têm nenhum poder sobre um cristão cujo coração é verdadeiramente
dedicado à Virgem Maria”.
10) “Voltemo-nos
a Nossa Senhora com grande confiança e tenhamos a certeza de que, por mais
miseráveis que possamos
ser, Ela obterá para nós a graça da conversão”.
11) “Eu
amei Nossa Senhora antes mesmo de conhecê-la; ela é o meu mais antigo afeto”.
«»
Voltar-se
para Maria, é encontrar Jesus, pois é para onde nos guia os passos.
Amar... antes
de conhecer... e será que, mesmo tentando a todo o custo estudar, meditar,
compreender... já somos capazes de conhecer Maria?
Eu... não! A
Mãe... surpreende-me a cada instante!
E... amando
tanto o Senhor, será que já O conhecemos?
Sinceramente...
eu... não! Surpreende-me a cada passo, a cada momento, e vai-me ensinando
maravilhas infindas muitas vezes no meio de deceções e desilusões!
Que Jesus, o
Pão do Céu partilhado entre nós nas Celebrações e caminhando connosco nas atitudes
da vida nos acompanhe e fortaleça.
Boa semana!
HN
sábado, 4 de agosto de 2018
QUAL SERÁ O NOSSO VERDADEIRO DEUS?
Poderão até
chamar-me louca, mas por incrível que pareça, dá que pensar.
Ao dar uma
voltinha na Voz Portucalense, prendi-me neste pequenino texto resumo da
Catequese do Papa Francisco no dia 1 de Agosto, ali publicado a partir da
disponibilização do site oficial da Santa Sé:
«»
“O que é um «deus», no
plano existencial? É aquilo que está no centro da minha vida e do qual depende
tudo o que faço e penso. O ser humano não consegue viver sem estar centrado em
qualquer coisa. Qual é então o meu Deus? É o Deus-Amor Uno e Trino ou a minha
imagem, o meu sucesso pessoal, a minha carreira? Não faltam ídolos… Como se
chega à idolatria?
Primeira fase: um certo objeto, um sonho ocupa-nos a cabeça até ao
ponto de se tornar uma fixação, uma obsessão; por exemplo, considerar o carro,
o telemóvel ou a carreira como o meio para me realizar, dando resposta às
minhas necessidades essenciais. Então falo disso, penso nisso e tudo passa a
estar em função de tal objetivo.
Numa segunda fase: prostramo-nos diante do ídolo e
sacrificamos-lhe tudo. Na antiguidade, faziam-se sacrifícios humanos aos
ídolos, mas hoje também: pela carreira, sacrificam-se os filhos,
transcurando-os ou nem os gerando sequer; as estruturas económicas, para ter
maiores lucros, sacrificam vidas humanas.
E assim se chega à terceira fase: servi-los. Prometem a felicidade
mas não a dão e acabamos por viver à espera dum resultado que nunca chega: é
como uma voragem que me engole vivo. Os ídolos prometem vida, quando, na
realidade, a tiram; o Deus verdadeiro não pede a vida, mas concede-a.
O Deus verdadeiro não pede filhos, mas entrega o seu Filho por
nós. O Deus verdadeiro não oferece uma projeção do nosso sucesso, mas ensina a
amar. Os ídolos lançam hipóteses de futuro e fazem desprezar o presente; o Deus
verdadeiro ensina-nos a viver na realidade de cada dia.”
«»
Estas palavras
do Santo Padre são muito elucidativas. Dizem mesmo tudo o que devemos procurar,
que parece simples e é simples, mas um trabalho aturado de todos os dias em
qualquer dos seus momentos.
Um trabalho
que não se pode realizar fora da Palavra e do querer o Querer de Deus que
sempre nos abre novos horizontes e novos caminhos de luz, independentemente da
nossa idade ou condição.
E não
adianta olhar para trás, para o que fizemos menos bem ou para as nossas atitudes
menos dignificantes, porque o passado não volta! O que interessa é remediar o
futuro concertando o presente que é o tempo que nos é dado viver.
Às vezes,
ainda damos valor demasiado a inúmeros ‘deuses’, esquecidos de que só Um nos
basta para sermos, realmente, felizes!
Mas temos de
ter ‘Esse Um’ que sempre se faz pequenino e se esconde por entre as nossas atitudes
mais simples e normais da vida quotidiana.
Esse Um é um
Amor incondicional a tudo o que dê mais felicidade aos nossos semelhantes, seja
um sorriso, alguns géneros, trabalho, dedicação, ternura, carinho...
Esse Um... é
Deus, Jesus, Espírito Santo,,, a Trindade a viver connosco e a fazer-nos viver, o melhor possível, o Amor
com que nos vai abrasando o coração.
Um ótimo fim-de-semana.
HN
sexta-feira, 3 de agosto de 2018
BELEZAS QUE NOS ENCANTAM... E SUSTENTAM!
Logo que surgiu a Encíclica «Spe Salvi» Salvos
na Esperança, de Bento XVI, recordo que a passei a pente bem fino, o mais que
consegui no momento. Recordo que, na ocasião, me foi sugerido fazer uma pequena
apresentação da Encíclica num dos nossos encontros semanais, uma razão ainda
maior para o meu empenho no conhecimento e vivência da Encíclica de uma forma
geral.
Mas... como
vai sendo meu costume desde muito longa data, quando algo me toca a sério, eu
lei, releio, medito, volto a meditar, tento integrar nas minhas atitudes... e
depois como que vou esquecendo, ou seja, o que leio e releio vai-se-me
espalhando pela vida e pouco me fica na cabeça.
Há dias,
como por encanto, o ‘Evangelizo’ apareceu-me com este trecho da referida
encíclica que pode encontrar-se na Libreria Editrice Vaticana:
«»
Com
a morte, a opção de vida feita pelo homem torna-se definitiva; esta sua vida
está diante do Juiz. A sua opção, que tomou forma ao longo de toda a vida, pode
ter caracteres diversos. Pode haver pessoas que destruíram totalmente em si
próprias o desejo da verdade e a disponibilidade para o amor; pessoas nas quais
tudo se tornou mentira; pessoas que viveram para o ódio e espezinharam o amor
em si mesmas. Trata-se de uma perspectiva terrível, mas algumas figuras da
nossa mesma história deixam entrever, de forma assustadora, perfis deste
género. Em tais indivíduos, não haveria nada de remediável e a destruição do
bem seria irrevogável: é já isto que se indica com a palavra «inferno».
Por
outro lado, podem existir pessoas puríssimas, que se deixaram penetrar
inteiramente por Deus e, consequentemente, estão totalmente abertas ao próximo
– pessoas em quem a comunhão com Deus orienta desde já todo o seu ser e cuja
chegada a Deus apenas leva a cumprimento aquilo que já são.
Mas,
segundo a nossa experiência, nem um nem outro são o caso normal da existência
humana. Na maioria dos homens – como podemos supor – perdura no mais profundo
da sua essência uma derradeira abertura interior para a verdade, para o amor,
para Deus. Nas opções concretas da vida, porém, aquela é sepultada sob
repetidos compromissos com o mal. […] O que acontece a tais indivíduos quando
comparecem diante do Juiz? Será que todas as coisas imundas que acumularam na
sua vida se tornarão de repente irrelevantes? Ou acontecerá algo de diverso?
São Paulo, na Primeira Carta aos Coríntios, dá-nos uma ideia da distinta
repercussão do juízo de Deus sobre o homem, conforme as suas condições. […] «Se
alguém edifica sobre este fundamento com ouro, prata, pedras preciosas,
madeiras, feno ou palha, a obra de cada um ficará patente, pois o dia do Senhor
a fará conhecer. Pelo fogo será revelada, e o fogo provará o que vale a obra de
cada um. Se a obra construída subsistir, o construtor receberá a paga. Se a
obra de alguém se queimar, sofrerá a perda. Ele, porém, será salvo, como que
através do fogo» (3,12-15).
«»
Há dias, o
meu Amigo Miguel Loureiro mandou-me um email dizendo que o Papa Francisco nega
a existência de Adão e Eva, e do Inferno tal como costuma ser apresentado. As
palavras são encantadoras. E cá nas minhas andanças por estas terras que o
Senhor nos deu para nos prepararmos para o Amor... já me tinha apercebido das
inúmeras confusões que ainda andam por aí,.. mas ainda assim, esperei uma época
mais oportuna para a partilha do dito email, que agora chegou!
Bento XVI,
também o diz, muito embora de forma diferente. Claro, não há duas pessoas
iguais, cada uma se expressa da sua maneira.
Agora... me
pergunto: eu li toda a Encíclica, li e reli... porque é que me não apercebi
desta maravilha nessa altura... para a saborear somente agora? Sinceramente,
não sei!
E uma frase
maravilhosa e mais que verdadeira aquela que diz que ‘a Palavra de Deus é uma
eterna novidade!’
Eterna
novidade! É mesmo! A Palavra de Deus é uma Eterna Novidade! E são as inúmeras
belezas que dela tiramos que nos encantam e sustentam.
Medos...
para quê,,, se temos um Pai Comum Misericordioso e Justo, que não atua como a
misericórdia e justiça dos homens, mas com o Enorme Amor que tem a cada um de
nós, que só Ele compreende... e que tentamos, com Ele e por Ele, o melhor que
sabemos e conseguimos, impregnar as fraquezas e misérias das nossas vidas!
Bom fim de
semana, recheadinho de AMOR!
HN
quinta-feira, 2 de agosto de 2018
DIAS... E... DIAS!
Tem dias em
que até o que pensar nos foge!
Hoje, é um
desses diazinhos!...
Mas também
não interessa, pois há tanta gente a pensar tão bem e a dizer tão bem o que
pensa que é só aproveitar, meditar, viver, partilhar!
«»
"TER
SEMPRE ESPERANÇA"
Ter
esperança requer ação e não passividade, requer recomeçar com novo ânimo a cada
dia.
Um
atleta tem esperança de um dia subir ao pódio, por isso treina com afinco sem
perder de vista o seu objetivo.
Quem
tem esperança tem uma meta a seguir e se empenha para alcançá-la. O empenho é a
nossa parte, a esperança é o dom de Deus, que se torna certeza com a fé e se
enrobustece com a caridade.
Que a
nossa esperança tenha a fé como alicerce e o amor como coluna que a sustenta.
Abraços
Apolonio
«»
Ora... era
precisamente destas palavras que eu, hoje, necessitava!
Ter sempre
esperança... esperança que, às vezes, perante as asperezas da vida tantas vezes
encobertas da melhor forma que se consegue, esfria. E é necessário parar para
pensar como recomeçar de novo, enquanto a vida nos for proporcionando novas
caminhadas e descobertas.
Uma das
coisas mais belas da vida é manter-nos sempre crianças, ávidas de aprender,
ávidas de ser, ávidas de crescer, ávidas de entregar-se, doar-se, amar.
O corpo vai
curvando... mas e ainda que as articulações e os músculos dificultem o
movimento, com a enorme graça de uma mente ativa, a vida é sempre bela e
encantadora por demais.
Bendito seja
Deus!
Muito boa
noite... para uma melhor sexta-feira!
HN
quarta-feira, 1 de agosto de 2018
O PAPA FRANCISCO E A MULTIPLICAÇÃO DOS PÃES E PEIXES!
Sem
alimentação ninguém pode sobreviver, razão porque temos de prestar muito mais
atenção a certas necessidades das pessoas, e esta, a fome, é uma das necessidades
mais importantes.
Cada vez
gosto mais das atitudes e palavras do Papa Francisco.
Vejamos o
que disse no passado Domingo acerca do Evangelho do dia, ‘multiplicação de pães
e peixes’ antes da recitação do Angelus:
«»
“As pessoas
têm fome e Jesus envolve seus discípulos para que essa fome seja saciada. Este
é o fato concreto. Para as multidões, Jesus ofereceu a sua Palavra, a sua
consolação, a sua salvação e finalmente a sua vida, mas certamente fez também
isso: cuidou da comida para o corpo. E nós, seus discípulos, não podemos fazer
de conta que não sabemos de nada. Só ouvindo as demandas mais simples das
pessoas e colocando-nos do lado das suas situações existenciais concretas é que
poderemos ser escutados quando falarmos de valores mais elevados”.
“O amor de Deus pela humanidade faminta de pão, de liberdade, de
justiça, de paz e, acima de tudo, da sua graça divina, nunca falha. Não podemos
permanecer como espectadores distantes e tranquilos diante do grito de fome, de
todos os tipos de fome, de tantos irmãos e irmãs em todas as partes do mundo”.
“Recolham os pedaços que sobraram, para que nada seja perdido”.
“Penso nas pessoas que têm fome e em quanta comida que sobra e
jogamos fora… Cada um de nós pense: a comida que sobra no almoço, no jantar,
para onde vai? Na minha casa, o que se faz com a comida que sobra? É jogada
fora? Não. Se você tem este costume, eu dou um conselho: fale com os seus avós
e pergunte a eles o que faziam com a comida que sobrava. Nunca jogar fora a
comida que sobra! Reutilizem ou deem a quem possa comê-la, a quem tem
necessidade. Nunca joguem fora a comida que sobra. Este é um conselho e também
um exame de consciência: o que se faz em casa com a comida que sobra?”
“Rezemos à Virgem Maria para
que prevaleçam no mundo os programas dedicados ao desenvolvimento, à
alimentação, à solidariedade, e não os programas dedicados ao ódio, aos
armamentos e à guerra”.
(Retirado de Aleteia)
«»
Fome! Acabar com fome! Com que fome?
Há um sem número de fomes a saciar!
Multiplicar pães e peixes teve por fim matar a fome física!
Já temos muitas organizações a tentar acabar com a fome física das
pessoas!
Eu própria faço parte de uma dessas organizações!
Se há situações sem solução à vista... quanta dificuldade existe
para repartir bem os géneros conseguidos para ajudar!...
Quantas famílias necessitadas... que a única coisa que lhes falta
é saber organizar bem o tempo, o dinheiro, o lazer, de uma maneira geral, toda a
vida!
E perante isto... que pode fazer uma pessoa singular, ou pessoas
singulares, sem serem Assistentes Sociais ou terem qualquer formação ou
autoridade que se possa sobrepor às descompensações encontradas?!...
Sinceramente... não sei! Não sei o que se poderá fazer pois o simples
aconselhar não dá em nada!
A fome física nunca poderá existir numa pessoa saudável e
minimamente integrada na família e na sociedade.
Família bem formada... sociedade bem formada... que ponha o seu projeto
de vida no trabalho, atenção, cuidado,
aceitação, partilha, interesse, fraternidade... o Amor que Jesus nos ensinou e que
faz de todos os homens irmãos entre si!
Será que é assim que estamos a viver?
Será que é assim que queremos viver?
Será que o saber das dificuldades de quem quer que seja nos leva a
tentar ajudar seja de que maneira for?
“Nem só de pão vive o homem... mas de toda a palavra que sai da boca
de Deus!”
Quem tenta a todo o custo viver em Deus, de Deus e com Deus, nunca
passará ao lado de quem necessita sem lançar a mão do que quer que seja para ajudar,
para minimizar as dificuldades da vida, sejam elas quais forem!
Que Deus nos ajude com o dom da Sabedoria, Inteligência,
Fortaleza, Entendimento, Caridade, Doação...
Que sempre sejas louvado, Senhor!
HN
terça-feira, 31 de julho de 2018
A PARÁBOLA DO FERMENTO!
Fermento...
um pouco de massa com força capaz de fermentar grandes quantidades de massa sem
fermento.
Foi a contar
a história da fermentação da massa que Jesus nos quis ensinar um sem número de
coisas, de nos dar uma grande quantidade de mensagens maravilhosas.
Já li e ouvi
um montão de explicações sobre esta parábola... mas nenhuma como a que se segue,
assim, tão direta, tão capaz.
Parece impossível
como há tantos anos havia já tanta compreensão das parábolas de Jesus... e como
foi tão difícil chegarem até nós.
Realmente...
falo por mim... devemos(devo) ter andado com o coração muito fechado a estas aprendizagens, a estas vivências.
«»
São Pedro Crisólogo
(c. 406-450)
bispo de Ravena, doutor da Igreja
Sermão 99
bispo de Ravena, doutor da Igreja
Sermão 99
Busquemos
o sentido profundo desta parábola. A mulher que tomou o fermento é a Igreja; o
fermento que ela tomou é a revelação da doutrina celeste; as três medidas em
que misturou o fermento são a Lei, os Profetas e os Evangelhos, onde o sentido
divino mergulha e se esconde sob termos simbólicos, a fim de ser captado pelo
fiel e de escapar ao infiel. As palavras «até ficar tudo levedado» dizem
respeito ao que diz o apóstolo Paulo: «Imperfeita é a nossa ciência, imperfeita
também a nossa profecia. Quando vier o que é perfeito, desaparecerá o que é
imperfeito» (1Cor 13,9). O conhecimento de Deus está agora na massa: espalha-se
pelos sentidos, enche os corações, aumenta as inteligências e, como todos os
ensinamentos, alarga-os, eleva-os e desenvolve-os até alcançarem as dimensões
da sabedoria celeste. Tudo será levedado em breve. Quando? Na segunda vinda de
Cristo.
«»
Segunda
vinda de Cristo!
Em
pequena... muitas vezes eu imaginava toda a gente morta... e Cristo a vir assim
com um grande senhor a mandar os servidores separar os maus dos bons para
ficarem uns com Ele no céu e outros nos tais infernos
O
tempo foi passando... e a vida foi-me ensinando que não poderia ser assim. Não
pode ser assim, não pode!
Quando
me falam de Deus Amor, quando sinto Deus Amor comigo, e quando sinto amor por
toda a gente mesmo por aquelas pessoas que já me magoaram tanto... eu... um
simples ser humano, cheio de defeitos e fraquezas, não as conseguiria castigar por nada... como é que as vai
castigar o Deus/Amor por Quem e com Quem eu, aos pouquinhos, fui aprendendo a
amar?
Não
pode ser mesmo. Um Deus/Amor... Ama... Ama... Ama...
Depois...
como será isso, é lá com o Deus/Amor.
Para
mim, agora, a primeira vinda direta de Jesus/Deus ao coração do Homem é no dia
do seu Batismo, entrada triunfal na Família de Deus, o Corpo Místico de Cristo;
a segunda vinda, para a pessoa, é o dia da morte física. Eu entendo assim!
E
francamente, ter a certeza de ter um Deus/Amor à espera de que cheguemos junto
d’Ele... minimiza muito a dor da chegada da partida... para quem parte... e
para quem vê partir.
Olha
para onde me fugiu o tema de hoje, a partir da parábola do fermento?!...
Que
sejamos capazes de ser fermento de AMOR... com a ajuda do Deus/AMOR!
HN
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